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27/09/2006 22:46
Me chama de ônibus


O projeto francês Translohr é uma inovação para o transporte coletivo no século XXI e já conquistou diversas cidades pelo mundo. Sua principal novidade está na combinação dos pneus com o trilho
Rapidez, segurança e conforto: três itens essenciais muito solicitados pelos usuários do trans por te coletivo em todas as cidades do planeta. Jun te a isso o desafio de novas tecnologias de pro pulsão com o especial objetivo de não agredir o meio ambiente. Uma das boas respostas a essas equações chama-se Translohr, projeto concebido pela empresa francesa Lohr Industrie.
A idéia combina o princípio do bonde moderno com o do ônibus articulado. O Translohr é construído com três, quatro ou cinco módulos de carrocerias (25, 32 e 39 m de comprimento, respectivamente) e posto de comando em cada uma de suas extremidades, o que possibilita circulação a bidirecional. Em vez de trilhos, o veículo vem equipado com eixos e rodas pneumáticas (pneus Michelin), localizados em cada articulação. Para uma segurança maior, o veículo possui sistema de guia integrado a um carril instalado na via de rolamento. Quatro pequenos discos dispostos a 45º são anexados a um braço direcional acomodado aos eixos. Sua suspensão é a ar e ainda conta com controle de pressão dos pneus e sistema ABS nos freios.
Para o grupo Lohr, a necessidade de transporte dentro das cidades é um dos grandes temas no mundo. Para que um novo sistema de transporte urbano coletivo tenha sucesso, é preciso romper a situação atual, como os engarrafamentos e os deslocamentos individuais, além de propor à população um verdadeiro serviço público, baseado em um conjunto que possa proporcionar soluções reais, por exemplo, conforto, segurança, acessibilidade, rapidez, confiabilidade e silêncio, sem falar da modernidade, limpeza e ecologia, fatos inerentes ao Translohr.
Dois motores elétricos (Alstom) de corrente alternada, um em cada extremo, são responsáveis pela tração do veículo, com potência total de 400 Kw. A alimentação do sistema é do tipo aérea, por rede com tensão de 750 V. Opcionalmente, o Translohr pode ter propulsão interna, dotado de um conjunto de baterias que são carregadas nas frenagens. Essa versão é ideal para as operações em locais que não permitem a instalação de rede elétrica aérea. Quando alimentado por agente externo, o veículo alcança 70 km/h, muito acima da velocidade normal esperada em centros urbanos, que é de 30 km/h.
Amplo salão de passageiros
A carroceria apresenta aspectos inovadores, a começar por seu design, diferenciado e moderno, com ele mentos de última geração. A estrutura é formada por aço, alumínio e plástico reforçado. Sua grande área envidraçada privilegia a visão panorâmica dos passageiros. O Translohr possui 2,20 m de largura e 2,89 m de altura. Pode acomodar até 298 passageiros em salões de ambientes claros e confortáveis com piso totalmente plano e baixo, apenas a 25 cm do solo. As poltronas podem ser dispostas no sentido longitudinal ou transversal, sendo que elas são construídas com apoios nas paredes da carroceria, o que facilita a circulação e a limpeza interna. Junto às portas há ainda espaço para guardar cadeiras de rodas e, em atendimento às legislações municipais, o veículo ainda pode ter espaço para abrigar bicicletas.
A empresa Lohr tem seu complexo industrial em Alsace, a 20 km de Strasbourg, cidade situada no nordeste francês. O grupo Lohr teve faturamento de 215 milhões de euros em 2005 e emprega cerca de 1 500 pessoas. Os primeiros protótipos deixaram a linha de produção no fim do ano passado e foram testados em sua própria pista de ensaios, localizada na fábrica. A primeira operação regular do veículo será na cidade francesa de Clermont-Ferrand, em outubro próximo, com 14 km de linhas. Outras três cidades italianas, incluindo Veneza, já fizeram suas encomendas à Lohr. Segundo a fabricante, as facilidades de inserção e de circulação de Translohr dentro de cidades antigas, dos tipos sinuosas e estreitas, foram determinantes para a escolha deste modelo de transpor te coletivo. Na Ásia, a China optou pelo veículo para ser utilizado em Tianjin e, em Osaka, no Japão, o Translohr está em fase de testes e homologação.
A solução vai por trilho
Patenteado e certificado, o sistema de direção do Translohr é, basicamente, realizado por um trilho incrustado na superfície do pavimento. Seus eixos, literalmente, combinam as tecnologias da estrada e da ferrovia. As polias, dispostas em V, garantem a trajetória sem desgastes ou ruídos, além de ser a solução para amenizar as forças atuantes. Fica por conta dos pneus a responsabilidade de absorver as possíveis irregularidades existentes no piso em conjunto com a suspensão pneumática do veículo. A empresa acredita que, para os bondes nos sistemas de transporte urbano de passageiros, os pneus fornecem vantagens inegáveis: aderência, pouco ruído, leveza na estrutura, exatidão na trajetória e melhor desempenho na frenagem.
Para os passageiros e residentes da cidade, o conjunto desenvolvido pela empresa francesa resultou em conforto, silêncio, redução de vibração durante os deslocamentos, segurança e paradas nas estações mais precisas, sem provocar danos ao asfalto em função da frenagem. O Translohr foi exaustivamente testado e, segundo os engenheiros da empresa, não há nenhuma possibilidade de descarrilamento, mesmo quando as condições de aderência não são consideradas ideais, como nos dias chuvosos. A implantação do bonde sobre rodas desenvolvida pela francesa Lohr também é outro aspecto vantajoso para o local. A intervenção urbana necessária para colocá-lo em funcionamento é mínima. O sistema exige somente a rede de força, no caso da opção de propulsão externa, e um único trilho central. Além favorecer a rapidez no inevitável trabalho de engenharia civil, permite flexibilidade na escolha das rotas a serem seguidas, sem agredir o plano estético da cidade que o escolheu.
Por Antônio Ferro
http://transportemundial.terra.com.br/
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27/09/2006 22:40
Volksbus 18.320 EOT
Novo chassi de ônibus chega na Apta Caminhões
O recém-lançado chassi Volksbus 18.320 EOT, da Volkswagen Caminhões e Ônibus, acabou de chegar ao mercado e já está disponível para venda na concessionária autorizada Apta, de São Bernardo do Campo.
O novo modelo possui motorização eletrônica Cummins ISC 320 CV, que atende às normas de emissão Euro III, tem maior torque e potência em menores rotações, maior agilidade em retomadas e ultrapassagens, proporcionando melhor rendimento, além de baixo nível de ruído.
Graças à nova coluna de direção, o motorista tem maior conforto pois o modelo proporciona melhor ergonomia, com ajuste da inclinação e altura além de melhor adequação da posição conforme sua necessidade.
Segundo o gerente de vendas, Wilson Gomes, entre as principais inovações tecnológicas estão: o novo sistema de suspensão dianteiro / traseiro e o piloto automático. A Apta pretende comercializar cerca de 100 unidades do novo chassi no período de 12 meses, em razão de sua aplicação.
Seu antecessor o Volksbus 18.310 OT revolucionou o segmento criando um novo conceito para ônibus rodoviários. Desde o seu lançamento foram comercializadas 534 unidades no mercado nacional, proporcionando uma média de 10% de participação no segmento, competindo com veículos de grande tradição no segmento.
Apta Caminhões - Estrada Galvão Bueno, 6.597 - Batistini, São Bernardo do Campo (trevo Km26 da Rodovia dos Imigrantes, sentido Santos). Tel. 4359-9000. Site www.aptacaminhoes.com.br
Fonte: Maxpress
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27/09/2006 22:37
Voith equipa novos ônibus da Pássaro Marron
A Viação Pássaro Marron investiu em um diferencial tecnológico em sua frota de 16 ônibus Mercedes-Benz O500 RS recém-adquiridos. É que as modernas transmissões Mercedes-Benz GO 190-6 dos novos veículos foram equipadas com retarders hidrodinâmicos Voith.
Benefícios - De acordo com a fabricante, além de aumentar a segurança do veículo, o equipamento proporciona maior conforto aos passageiros, aumento de velocidade média e efetiva redução de custos operacionais. O retarder funciona como sistema adicional de frenagem, permitindo ao motorista - mesmo em condições extremas de descidas de serra - o controle total do veículo, preservando o sistema de freios convencional para situações de emergência.
Trata-se de um equipamento de extrema valia às operações da Pássaro Marron, cuja frota diariamente enfrenta condições adversas nas localidades que atende em Campos do Jordão, Vale do Paraíba e Sul de Minas. Os ônibus da empresa transportam mensalmente cerca de 2,2 milhões de passageiros, equivalente a 73 mil pessoas por dia. Além disso, percorrem nada menos que 3,6 milhões de quilômetros todos os meses.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12838%20&%20foto=Não
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21/09/2006 21:26
VW antecipa em Hannover suas novidades para 2007
A Volkswagen Caminhões e Ônibus marca presença no Salão Internacional de Veiculos Comerciais em Hannover, na Alemanha, considerada a maior feira de transporte do mundo, com uma série de novidades. Após anunciar a venda recorde 350 caminhões Constellation para um único cliente, o Frigorífico Bertin, em um negócio da ordem de R$ 40 milhões, a montadora antecipa no evento seus principais lançamentos para o próximo ano.
Novidades - Durante a feira, que termina nesta sexta-feira (22), o CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Roberto Cortes (foto), antecipou as duas principais novidades da montadora para 2007: o primeiro caminhão da marca com potência superior a 320 cavalos e os primeiros modelos com direção do lado direito. Ainda no primeiro semestre de 2007 chegará ao mercado o cavalo mecânico Constellation com motor MWM-International de 360 cv. Montaremos na nova fábrica da África do Sul os modelos Constellation com direção do lado direito. Também teremos novidades na linha de ônibus urbanos, revelou.
Internacionalização - Depois do Salão de Hannover, onde apresenta pela primeira vez a linha de caminhões Constellation e lança o primeiro ônibus da marca na Europa, o eletrônico VW 18.320 EOT, a VW Caminhões e Ônibus prossegue com sua estratégia de visibilidade no mercado internacional. No próximo mês, participa da Auto Africa em Joanesburgo, África do Sul, lançando oficialmente no país a linha de caminhões Constellation, e em novembro da Expotransporte em Guadalajara, no México.
VW leva para a Europa primeiro ônibus eletrônico da marca
Criada no Brasil há 25 anos, a Volkswagen Caminhões e Ônibus exporta seus veículos para mais de 30 países das regiões da América Latina, África e Oriente Médio. Mas não pretende para por aí, segundo Cortes. A médio prazo, nosso objetivo é buscar oportunidades no Leste Europeu e na Ásia, revela. Depois da consolidação da primeira fábrica da marca fora do Brasil, em Puebla, no México, inaugurada em 2004, a empresa parte agora para o fortalecimento da rede internacional. Em território mexicano, deve encerrar o ano com oito concessionárias instaladas. A próxima etapa será a África do Sul, onde a montadora já possui revendas para veículos comerciais leves.
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21/09/2006 21:21
Scania fornece ônibus de 15 metros para frota de Barueri

21/9/2006 - A cidade de Barueri, na Grande São Paulo, recebe os primeiros ônibus Scania de 15 metros e três eixos. É que a BBTT (Benfica Barueri Transportes e Turismo acaba de adquirir cinco modelos K 270 6x2*4 (foto).
Os modelos atendem ao novo edital que prevê a renovação e ampliação da frota de ônibus da cidade, sendo que cada um deles deverá transportar 65 mil passageiros por mês. A negociação com a Benfica é importante para consolidar a imagem do ônibus Scania de 15 metros, atendendo uma demanda situada entre o modelo convencional, de 12 metros, e os articulados, considera Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da Scania.
Características - O modelo Scania K 270 6x2*4 se diferencia pelo segundo eixo traseiro direcional, que promete alta capacidade de transporte com elevada condição de manobra em ruas e terminais estreitos - situações típicas das operações urbanas fora das grandes capitais. Além disso, pode transportar 30% a mais de passageiros do que os ônibus convencionais, além de operar tanto em corredores como em vias normais.
Em relação à mecânica do ônibus de 15 metros da Scania, destaque para a caixa de câmbio automática com freio auxiliar incorporado, além da supensão a ar em todos os eixos. O motor eletrônico de 9 litros e 270 cv oferece torque máximo de 1.250 Nm entre 1.100 e 1.400 rotações por minuto - considerado o maior nesta faixa de potência. O K 270 6x2*4 é produzido ainda na versão piso baixo (low entry), com sistema de ajoelhamento que reduz a altura do chassi até o nível da calçada para embarque e desembarque.
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12/09/2006 00:27
História dos Transportes - Personagem CAMILO COLA
Um homem que é história
A maioria das pessoas assistem a história acontecer. Algumas, por diversas razões e oportunidades, fazem parte da história, mas outras, raros personagens no mundo, são história. Esse é o caso de Camilo Cola, filho de imigrantes italianos, que começou a trabalhar numa rampa lavando carros e hoje, aos 82 anos, ainda comanda a o maior grupo de transportes do Brasil e maior empresa de transporte rodoviário de passageiros do mundo.
Aos 18 anos, Camilo Cola alistou-se na FEB (Força Expedicionária Brasileira), num regimento de infantaria, onde sua experiência com mecânica e direção eram úteis, e participou de batalhas e missões em Monte Castelo e Montese na Itália.
Foi justamente a experiência da guerra e o dinheiro que economizou nesse período, que deram a Camilo Cola os ingredientes para iniciar sua trajetória de sucesso no setor de transporte de cargas e depois passageiros.
Fluente em italiano, Camilo Cola passou uma semana em Florença, alojado na garagem da empresa italiana de ônibus, onde ficava observando com interesse aqueles veículos e refletindo sobre o transporte de passageiros na Itália, em que a infra-estrutura de rodovias era excelente para os padrões da época e comparava com a realidade brasileira.Teve acesso aos documentos da companhia, os quais lia com grande interesse e começou a refletir sobre o futuro do transporte no Brasil, onde as ferrovias não atendiam as necessidades de um país continental.
Camilo Cola revela que, uma das coisas que mais o impressionou na guerra, foi o comportamento das pessoas. Apesar de precisarem de tudo não pediam nada. "Elas tinham dinheiro, mas não havia o que comprar, e não aceitavam nada de graça". Pelo seu conhecimento do idioma e origem italiana, foi sempre tratado com especial cortesia pelas pessoas e descobria o que elas precisavam.
Ao mesmo tempo que economizava seu soldo, Camilo Cola vendia os cigarros da sua cota, que todos os soldados tinham direito, bem como outras mercadorias que comprava dos soldados para a população, que tinha dinheiro, mas não encontrava os produtos. Assim criou seu capital de giro e recursos para comprar seu primeiro caminhão quando regressou da guerra.
Sua experiência na guerra, além de fundamental para seu futuro como empresário, marcou sua vida como ser humano e Camilo Cola retornou com freqüência à Itália, como em abril deste ano, para uma série de eventos comemorativos dos 60 anos da FEB.
Ao retornar ao Brasil, após a participação do Brasil na guerra, Camilo Cola, iniciou suas atividades no setor de transportes, com um caminhão, com o qual enfrentava as precárias estradas brasileiras. Em 1948 surgiu a oportunidade de ingressar no setor de transportes de passageiros Começou adquirindo a linha Castelo-Cachoeiro de Itapemirim, e criou a empresa ETA "Empresa de Transportes Auto Ltda.", embrião da gigante de hoje Itapemirim, que só veio a ser constituída com esse nome em 1953.
No seu livro "A Estrada da Vida", Camilo Cola conta que conseguiu nesse entretempo a representação da Goodyear e, nas caminhadas noturnas que fazia com sua esposa e eterna companheira Ignez, pelas ruas de Cachoeiro, como quase ninguém possuía garagem, ao encontrar os carros estacionados na rua, colocavam nos pára-brisas dos veículos com pneus carecas um pequeno anúncio, informando: "Vendem-se pneus novos da Goodyear. A bom preço. À vista ou financiado".
Em 1953, já com 29 ônibus e uma empresa cujo porte era equivalente às maiores do interior do Rio e São Paulo, Cola decide criar o próprio parque de manutenção da empresa, inspirado em dois empreendimentos de grande porte feitos na África do Sul por duas empresas inglesas de transporte de cargas. Essa iniciativa do empresário cuja fama já ultrapassava as fronteiras do seu estado, foi fundamental para o desenvolvimento da Itapemirim e das inovações que o grupo trouxe para o setor de transporte de passageiros.
Paralelo ao espírito empreendedor e criatividade, Camilo e Ignez mantinham um padrão de vida espartano, que permitira acumular recursos e desenvolver princípios que inspiraram o padrão de administração da empresa e explicam parte de seu sucesso.
Nos anos 50, os empresários do setor de transportes enfrentavam dificuldade de financiar seus investimentos, já que não existiam praticamente linhas de crédito de longo prazo nos bancos. Conhecido por sua honestidade, dedicação ao trabalho e uso parcimonioso e responsável dos recursos, Cola conseguiu dinheiro com pessoas de posse que emprestavam pela mesma taxa que conseguiam nos bancos. Com isso, o empresário conseguiu recursos que permitiam atender as necessidades de expansão da empresa.
No parque de manutenção da empresa, a Itapemirim começou a desenvolver novas carrocerias para ônibus, ampliando os bagageiros tão importantes para os passageiros brasileiros que carregavam muita bagagem e os comerciantes que precisavam de espaço para as mercadorias. As modificações foram tão bem sucedidas que começaram a ser adotadas pela Mercedes Benzs. Era a "Camilo Service", ensinando os alemães a trabalhar no mercado brasileiro.
Em 1965, sempre em busca de novos conhecimentos, Camilo foi com a esposa para os EUA, onde passou a conhecer em detalhes como funcionava o sistema de transportes rodoviários nos EUA. Na época foi recebido na Greyhound, a maior empresa do setor no mundo, então com 4.000 ônibus. A partir dessa viagem Camilo estabeleceu meta de 3.000 ônibus, aproveitando que o governo sinalizava que a interiorização do país era inevitável e seriam investidos muitos recursos na ampliação da malha rodoviária. Os anos que vieram provaram que a interpretação do futuro de Cola estava certa e a Itapemirim superou a própria Greyhound.
Em 1970 e empresa já possuía 600 veículos, superou os 1.500 em 1980 e chegou a quase 1.700 em 1990. Em 1976 começou a produzir os ônibus de três eixos, os chamados Tribus, que foram um grande sucesso pelo conforto e vantagens que teve após a lei da balança, que determinava um peso máximo por eixo.
Em fins de 1973, a empresa assumiu o controle da Nossa Senhora da Penha, que abriu as portas para o mercado da região sul e representou um grande salto na empresa, já que a Penha possuía frota equivalente a metade da Itapemirim. A aquisição teve repercussão internacional e, um aspecto fundamental na forma de conduzir a incorporação da empresa paranaense foi à preocupação de Camilo Cola de valorizar os profissionais que trabalhavam na Penha.
Em 1980 entrou na linha Rio-São Paulo, ao adquirir as linhas da Única. Com os Tribus novos e muito confortáveis, encontrou o diferencial para enfrentar a concorrência das competentes Expresso Brasileiro e Cometa. Em 1982 a Itapemirim chegou a ter metade do mercado mais importante do país: a ponte rodoviária.
Em 1995 a Itapemirim lançou o Starbus, ônibus executivo. Em 1998 chegou o Golden Service, com conforto do leito, ar condicionado e tarifa de executivo. Depois vieram o certificado ISO 9002, a venda pela internet, a revista "Na Poltrona" e várias outras inovações.
O sucesso da Itapemirim tornou Camilo Cola um dos maiores empresários do setor de transportes do mundo e um dos grandes responsáveis, juntamente com outros empresários do mesmo setor, pela integração do Brasil.
Além das atividades empresariais, Camilo Cola, também esteve envolvido na política e levou sua experiência administrativa para a Confederação Nacional dos Transportes Terrestres, onde teve marcante gestão, principalmente durante os trabalhos da Constituinte, defendendo os interesses dos transportes nacionais.
Além do transporte de passageiros e carga por via rodoviária, a empresa opera também com transporte aéreo de cargas, possui concessionárias de veículos, fazendas, empresas de turismo, postos e indústria. Num leque variado de atividades. Mas o coração da empresa está em Cachoeiro do Itapemirim, onde Camilo Cola criou raízes e mora numa confortável casa, literalmente dentro de área da empresa.
O êxito de Camilo Cola pode ser creditado a vários fatores. Um dos mais importantes foi sempre manter contato permanente com os clientes, identificando suas necessidades e aproveitando as queixas e sugestões para melhorar a empresa e administra-la cada vez de forma mais eficiente.
Sua paixão pelo trabalho, capacidade de antever o futuro, parcimônia no uso dos recursos, ousadia com responsabilidade, espírito de equipe, capacidade de liderança, são outras qualidades inegáveis. Mas a força de Camilo Cola, a mola mestra de sua história, foi a sua história familiar. Os princípios que formaram sua personalidade, a sorte na companheira que encontrou, disposta participar da história desse homem, cujo sucesso pode ser medido em bens, finitos como todos nós, mas cujo legado e importância para a integração do Brasil e não apenas da história dos transportes em nosso país, atravessará a fronteira do tempo.
http://www.estradas.com.br/
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12/09/2006 00:20
Cinto de segurança no ônibus - Bom negócio para todos
Desde 1999 ônibus rodoviários devem oferecer cinto de segurança para todos os ocupantes. Alguns empresários do setor consideraram mais um custo na hora de renovar a frota. Mas foi a maior contribuição do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para as empresas de transporte rodoviário de passageiros reduzirem custos, embora muitos não tenham percebido.
Até porque o artigo 167 do CTB considera a falta do uso do cinto infração grave com retenção do veículo, até que todos afivelem o cinto, sem falar na multa para o condutor, rara de ocorrer, normalmente paga pela empresa.
Posteriormente, a ANTT publicou resolução obrigando as empresas a informarem os passageiros inclusive sobre o uso do cinto. Outras agências fizeram o mesmo. Empresas foram multadas por, eventualmente, não cumprirem as normas. Outro "custo" gerado pelo cinto.
Mas existe o outro lado da moeda. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia o uso do cinto de segurança pode reduzir em até 75% o número de mortos e feridos num acidente de ônibus.
Num país em que ocorrem por ano 17.000 acidentes com ônibus e microônibus nas estradas, ferindo 15.000, matando mais de 2.000 pessoas, reduzir acidentes e vítimas é um grande negócio. Primeiro porque poupar vidas justifica qualquer investimento, mas existem outros benefícios.
É fácil perceber quanto representa para as empresas a redução de 75% nos gastos com hospitais, assistências às vítimas e familiares, processos e indenizações, pela redução de vítimas que o uso do cinto proporciona.
Sem contar o desgaste de imagem, pois a internet tornou possível um acidente, no interior do sertão estar em poucas horas na imprensa de todo país com fotos, vídeo e o nome da empresa estampado.
Apesar da obrigatoriedade do uso do cinto, previsto no CTB e recomendações para seu uso, apenas 2% dos passageiros afivelam o cinto.
Em março deste ano, o tombamento de um ônibus, deixou 14 mortos e 26 feridos. Apenas o motorista, que usava cinto, saiu ileso. Passageiros foram arremessados para fora do veículo, outros projetados internamente. A carroceria ficou relativamente em boas condições. Provavelmente, se todos estivessem com cinto o número de vítimas seria muito menor.
Portanto, as empresas precisam investir para que passageiros usem o cinto. Devem buscar apoio das autoridades para que alertem sobre a obrigatoriedade do seu uso. Quem não usar deve ser informado que pode causar a retenção do veículo e ser retirado do ônibus, por colocar em risco a segurança própria e dos demais, conforme prevê lei que rege o transporte.
São medidas extremas, aplicadas periodicamente com apoio das autoridades, convocando a mídia para repercutir e auxiliar no processo educativo. Punir também educa. Por isso, entendemos que a multa por falta do uso do cinto, no transporte comercial, deve punir também passageiros.
Ações do gênero estimulam passageiros a darem atenção às informações prestadas pelas empresas. Reduzem e até evitam vítimas, no caso de um acidente. Além de fortalecer a imagem de segurança do transporte regular, que possui frota mais nova, grande parte com cinto. Segurança tem forte apelo de marketing. É um bom negócio e pode ser um diferencial na venda de passagens.
ARTIGO DO EDITOR:Rodolfo A. Rizzotto, Editor do site www.estradas.com.br e Coordenador do SOS - Estradas Programa de Redução de Acidentes nas Estradas.
http://www.estradas.com.br/
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07/09/2006 23:13
12º ETRANSPORT E 6ª FETRANSRIO
No período de 8 a 10 de novembro serão realizados o 12º Congresso sobre Transporte de Passageiros - 12º Etransport´2006 - e a 6ª Feira Rio Transportes - 6ª Fetransrio´2006. Será na Marina da Glória, Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.
http://www.fetranspor.com.br/principal.htm
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07/09/2006 22:50
Liderança ratificada
Com poucos anos de atividade, A Induscar, instalada em Botucatu (SP), chegou em 2005 à liderança no volume de produção de carrocerias e ratificou tal posição no primeiro semestre de 2006, de acordo com números divulgados pela Fabus, associação que reúne oito fabricantes do setor. A trajetória da empresa começou em 2001, quando assumiu a massa falida da Caio e iniciou a produção.
A Induscar-Caio fechou os seis meses deste ano com 25,9% de participação, na frente da Marcopolo, com 18,3%. Em 2005 a empresa de Botu-catu ficou com 24,9% do volume de produção, também acima da encarroçadora gaúcha (21,8%). Em 2004, a Marcopolo estava à frente, com 34,3% de market share, enquanto a Caio, em segundo, teve 23%.
A virada de placar em favor da Induscar-Caio foi possível com o salto nas exportações em 2005, quando embarcou 1.522 unidades, três vezes mais que em 2004. O volume de exportação foi impulsionado pelo Projeto Transantiago, uma mega encomenda de quase dois mil ônibus feita para equipar a capital chilena e que, nas carro-cerias, além da Caio, beneficiou a Marcopolo e a Busscar. Nos anos anteriores a Indus-car-Caio mandava pouco menos de 10% de seu volume ao mercado externo (no ano passado destinou ao exterior quase 30% da produção). Em 2006, já sem a encomenda da capital chilena, a empresa, ainda assim, embarcou nos primeiros seis meses 532 unidades, 17% da fabricação.
A Induscar tem sua produção concentrada em carrocerias urbanas. No primeiro semestre, das 3.106 unidades, 76% foram do tipo urbano convencional. Ônibus de menor porte, na categoria mini e micros, representou 21%. A linha rodo-viária ficou com restantes 3%. No ranking geral das associadas da Fabus, a Induscar teve 38,8% do mercado de carrocerias urbanas no primeiro semestre deste ano, sem praticamente alterar o share registrado em igual período de 2005. A Ciferal, do grupo Marcopolo, com 26%, também manteve a participação. Já a catarinense Busscar, com 10,3% em 2006, tomou o terceiro lugar nas urbanas que em 2005, no primeiro semestre, pertencia à gaúcha Comil agora, em quinto lugar, atrás também da conterrânea Neobus.
A Induscar também tem atuação destacada no ranking geral dos fabricantes de carrocerias para mini e microônibus. Fechou o semestre com 26,9%, encostada na líder, Neobus, com 27%. Já na carro-ceria rodoviária, a Induscar, sem tradição, foi a penúltima colocada, com 3% de participação no primeiro semestre.
De todos os tipos, na primeira metade de 2006 a Induscar produziu média mensal de 620 unidades 63% acima do volume registrado em igual período de 2005, quando manteve um ritmo mensal de 380 unidades. No segundo semestre do ano passado, com o aquecimento da encomenda do Chile, principalmente, a empresa elevou o volume para 540 carrocerias mensais. O volume médio de 2006 está maior, mas com uma diferença: o mix agora privilegia carrocerias de menor valor agregado. Chegar à casa de 5 mil unidades por ano foi um vigoroso passo para quem começou a operar apenas em 2001. Novos saltos, reconhece a direção da empresa, precisam ser dados com retaguarda, até porque o mercado exige grande contingente de mão-de-obra especializada e não se pode esticar e encolher a produção sem se atentar para os problemas gerados por tal instabilidade.
Apesar de novatos na produção, os controladores da Induscar, entre eles o Grupo Ruas, são operadores do setor e conhecem bem as imprevisibilidades do mercado.
Uma saída para contornar os humores do negócio é internacionalizar a produção fator que traz menos riscos à continuidade das exportações. A Induscar está iniciando operação internacional na África do Sul com um parceiro local, a Buss-mark, que monta as carrocerias mandadas do Brasil. A idéia é esgotar esse estágio antes de localizar a produção. "Nossas ações não são guiadas pela vaidade, até porque estamos firmes no propósito de tornar a empresa perene", é o pensamento da direção manifestado por Mauricio Lourenço da Cunha, que comanda a área industrial da Induscar-Caio.
http://www.revistatechnibus.com.br/
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07/09/2006 22:42
Projeto de Lei
Projeto de Lei
Transporte rodoviário pode se tornar mais competitivo
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7015/06, do deputado Ivo José (PT-MG), que altera a legislação relativa às licitações de linhas do serviço de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros de forma a torná-lo mais competitivo.
De acordo com o autor, entre outros problemas existem linhas nas quais, mesmo havendo interessados, apenas uma empresa explora o serviço; ou então, empresas com contratos vencidos que continuam a explorar o serviço. "Isso causa prejuízos para o consumidor do ponto de vista da tarifa e da qualidade da prestação do serviço", acredita.
Sem exclusividade
Entre as principais alterações da proposta ao Decreto 2521/98, que regulamenta a exploração de serviços de transporte, está a determinação de que a permissão para explorar determinada linha não poderá ser exclusiva de uma única empresa. Também não poderão operar na mesma linha transportadoras que mantenham entre si vínculos de interdependência econômica.
A proposta também determina que o prazo das permissões será de 15 anos, prorrogável apenas por mais oito, período após o qual deverá haver nova licitação.
Para regular as permissões hoje em vigor, a proposta estabelece que aquelas outorgadas anteriormente à lei serão válidas pelo período estabelecido em contrato, respeitado o limite de 15 anos. As permissões em vigor por prazo indeterminado ou vencidas serão válidas pelo prazo necessário a uma nova licitação, no limite de 24 meses.
Proteção ao usuário
Ivo José explicou que apresentou sua proposta porque acredita que a legislação de hoje sobre o tema ainda não protege os interesses do usuário adequadamente, e para isso seria necessário garantir a competição. "Queremos regulamentar a oferta, mediante licitação, de linhas do serviço de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, com regras específicas para os referidos serviços, de forma a garantir a real concorrência, a qualidade dos serviços e a redução das tarifas", explicou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.(Reportagem - Vania Alves / Edição - João Pitella Junior)
Fonte: Agência Câmara Notícias
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01/09/2006 21:01
Grupo ZF
Amplia fornecimento para Volvo e equipa novos ônibus do projeto Transantiago
Os 499 ônibus adicionais para o projeto de transporte público chileno
têm transmissão , sistema de direção e eixos produzido pela ZF
As transmissões dos 499 ônibus Volvo adicionais recém-adquiridos pelos operadores do projeto Transantiago, sistema organizado de transporte coletivo urbano da capital chilena, também são ZF. Os veículos, a serem produzidos em 2007 - 171 ônibus articulados de piso baixo (B9 SALF) na fábrica da Volvo em Curitiba e 328 ônibus modelo B7RLE em Boras (Suécia) -, serão equipados com transmissão automática de 6 marchas ZF Ecomat 2+ .
Com mais esta aquisição, a montadora atinge a marca de 2.278 unidades destinadas ao programa Transantiago, todos com tecnologia ZF. Tanto os ônibus articulados quanto os convencionais também são equipados com o mecanismo de direção ZF Servocom 8098 e bomba de direção ZF FN 3.1, fornecidos pela ZF Sistemas de Direção. A ZF também fornece eixos traseiros para piso baixo AV132 e eixos não-tracionados AVN132 para os ônibus articulados.
Esta é a segunda grande venda da Volvo para o Transantiago em menos de dois anos. As primeiras 1.159 unidades do B9 SALF e 620 do B7RLE, adquiridas em janeiro de 2005 e que já estão rodando nas linhas troncais de Santiago, também são todas equipadas com transmissão ZF Ecomat 2+.
Além disso, os ônibus modelo B9 SALF têm componentes de chassis produzidos pela ZF Lemförder do Brasil, como barras de ligação, direção, reação e tirante de barra estabilizadora. Já os modelos B7RLE possuem componentes fornecidos pela ZF Lemförder da Alemanha.
O Grupo ZF é um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de transmissão e tecnologia de chassis para o setor automotivo. Com mais de 54 mil colaboradores e 122 operações em 26 países, registrou vendas de 10,8 bilhões de euros em 2005. Na América do Sul, o grupo faturou R$ 1,1 bilhão em 2005, conta com mais de 4.000 colaboradores e possui unidades em Sorocaba (SP), São Bernardo do Campo (SP), Araraquara (SP), Belo Horizonte (MG) e San Francisco (Argentina). Fabrica transmissões para veículos comerciais; sistemas de direção, sistemas de embreagens, amortecedores e componentes de chassis para veículos comerciais e de passeio; além de eixos e transmissões para máquinas agrícolas e reversores marítimos.
Fonte : Secco Consultoria
enviada por Busologos em Ação
01/09/2006 20:56
Banco VW passa a oferecer nova opção de financiamento
/9/2006 - O Banco Volkswagen tem uma novidade para o mercado de caminhões e ônibus. Trata-se da nova opção de financiamento disponível em toda a rede concessionárias da marca: o Finame Leasing.
Subsidiado pelo BNDES, o Finame Leasing Banco Volkswagen apresenta prazos flexíveis de pagamento e taxas de juros reduzidas. O banco da montadora, por sua vez, ainda oferece o benefício de pagamento da primeira parcela somente no quarto mês após a assinatura do contrato.
Condições - O Finame Leasing é uma operação de arrendamento mercantil (leasing) com recursos do BNDES. Na prática, o Banco Volkswagen, como empresa arrendadora, deve os valores das prestações ao BNDES - de acordo com as normas e determinações estabelecidas pela entidade. O cliente, como arrendatário, deve os valores das prestações para o banco da montadora, que segue as normas específicas de Leasing determinadas pelo Banco Central.
O Finame Leasing Banco Volkswagen está disponível para pessoa física e pessoa jurídica, de acordo com o critério imposto pelo BNDES. As operações do novo financiamento começam com taxa de 1,29% ao mês; prazo mínimo de 24 meses e máximo de 60 meses para caminhões (pessoa jurídica) e 72 meses (pessoa física); e 72 meses para ônibus (pessoa jurídica). "Uma das grandes vantagens do Finame Leasing Banco Volkswagen é o processo desburocratizado, uma vez que o empréstimo do BNDES é feito para a Volkswagen Leasing. Isso elimina a apresentação de todas as certidões que seriam necessárias em uma operação de Finame", revela Renata Giannini, gerente de Marketing e Desenvolvimento de Negócios do Banco Volkswagen.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12741
enviada por Busologos em Ação
01/09/2006 20:52
Chassis Mercedes para SP
Diversas empresas de ônibus da capital encomendaram mais de 1 000 novos chassis à marca
A DaimlerChrysler concluiu a venda de 1 055 chassis de ônibus Mercedes-Benz para diversas empresas de transporte da cidade de São Paulo.
Entre os modelos pedidos, 750 são chassis comuns e outros 305 são articulados.
A entrega está marcada para o mês de fevereiro do próximo ano, quando os construtores locais começarão a produzir as carrocerias.
São Paulo é o maior mercado de ônibus do país, com mais de 38 000 unidades circulando pela capital. Dentre estes, 25 000 são produzidos pela Mercedes-Benz.
http://transportemundial.terra.com.br/
enviada por Busologos em Ação
01/09/2006 20:48
Tabela de especificações de chassi de ônibus
Esta tabela foi criada para sanar um velho problema que eu tinha: Sempre que precisava saber das especificações dos chassis dos ônibus, precisava ficar navegando ou desencavando meus folders, as informações ficavam em lugares diferentes, sempre dificultando comparações e rápidas consultas. Pois então, criado inteiramente "no braço" (como sempre...), eis a mais completa tabela de especificações de chassi de ônibus.
Obs 1: Todos os chassis estão configurados com todos os opcionais disponíveis para o mesmo.
Obs 2: Foram levados em conta, primeiro os dados dos sites das fabricantes, e depois os folders que as mesmas me forneceram.
Obs Scania: Todos os chassis dasta empresa, têm motor diesel com turbo e intercooler de 6 cilindros.
Obs Volvo: Todos os chassis desta empresa, têm suspensão a ar, motor diesel com turbo e intercooler de 6 cilindros.
Obs Mercedes-Benz: Todos os chassis dasta empresa, têm motor turbo com intercooler, a gás ou diesel, de 4, 5 ou 6 cilindros.
Tabela de especificações de chassis de ônibus rodoviário
Marca/Modelo do chassi Motor Câmbio Suspensão Largura total frontal/traseiro (m) Capacidade total (kg) Freios ABS Opção para piso-baixo Extras
Marca/Modelo Litragem (L) Potência (cv) (rotação) Torque (kgfm) (rotação) Disposição do motor Marca Tipo Marchas a frente Retardador Neutro na parada Tipo Controle
Scania K124 IB 8x2 NB Scania DSC12 05 eletrônico* 12 420 (1700~1800) 199 (1050~1450) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift) 7 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 29500 sim* não Chassi rodoviário com 4 eixos (standard), ideal para aplicações em Double Decker. Maior potência e torque do mercado.
Scania K124 EB 6x2 LI Scania DSC12 05 eletrônico* 12 420 (1700~1800) 199 (1050~1450) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift)* 8 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 25000 sim não Chassi rodoviário top de linha da Scania. Suspensão dianteira independente, com largura maior que a traseira. Maior potência e torque do mercado. Freios a disco.
Scania K124 IB 6x2 NB Scania DSC12 05* 12 420 (1700~1800) 199 (1050~1450) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift)* 8 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 25000 sim* não Alternativa de chassi ao top de linha, com apenas alguns itens de serie a menos e estrutura básica do chassi igual ao 8x2. Maior potência e torque do mercado.
Volvo B12R 6x2 Volvo D12D 420* 12 420 (1700~1800) 204 (1100~1300) traseiro Volvo eletropneumática (Easy Gear Shift) 8 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 23200 sim* não Novo (2003) chassi rodoviário top de linha da Volvo. Suspensão independente no eixo de apoio traseiro. Menor balança traseira.
Mercedes-Benz O-400 RSD 6x2 Mercedes-Benz OM-457 LA 12 360 (1900) 168 (1100) traseiro ZF eletrônico (Easy-Shift)* 6 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar rebaixamento frontal 2,5 19500 sim* não Chassi rodoviário top de linha da Mercedes-Benz. Plataforma autoportante alongável. Top Brake de série (freio motor).
Mercedes-Benz O-400 RSE 4x2 Mercedes-Benz OM-457 LA 12 360 (1900) 168 (1100) traseiro ZF eletrônico (Easy-Shift)* 6 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar rebaixamento frontal 2,5 16000 sim* não Chassi rodoviário igual ao top de linha da Mercedes-Benz, mas sem eixo auxiliar (3º eixo). Plataforma autoportante alongável. Top Brake de série (freio motor).
Volvo B10R 6x2 Volvo D10A 360 10 360 (2050) 153 (1200) traseiro Volvo* eletropneumática (Easy Gear Shift)* 8 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 23200 sim* não Solução média da Volvo para chassi rodoviário, semelhante ao B12B. Possui todos os itens do irmão maior, menos o motor.
Volvo B10M EDC 6x2 Volvo DH10A 340 10 340 (2050) 153 (1200) entre-eixos Volvo* eletropneumática (Easy Gear Shift)* 8 eletromagnético (Telma)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 23200 sim* não Chassi com motor entre-eixos exclusivo da Volvo. Proporciona maior capacidade para bagagem e melhor distribuição de peso.
Mercedes-Benz OH-1628 L 4x2 Mercedes-Benz OM-449 LA 10 280 (1900) 127 (1100~1500) traseiro ZF manual 6 hidrodinâmico (2000Nm, Voith) não ar não 2,498 16000 não não Exclusivo motor de 5 cilindros. Pode ser equipado com câmbio automático.
Scania K94 IB 4x2 NB Scania DSC9 15 9 310 (2000) 138 (1350) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift)* 8 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 19500 sim* não Chassi rodoviário mais acessível da Scania.
Volvo B7R 4x2 Volvo D7A 285 7 285 (2200) 122 (1400) traseiro ZF manual 6 hidrodinâmico (Voith)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,499 18000 sim* não Chassi rodoviário mais acessível da Volvo. Para carrocerias de até 13,2m.
(*) Item opcional.
Tabela de especificações de chassis de ônibus urbano
Marca/Modelo do chassi Motor Câmbio Suspensão Largura total frontal/traseiro (m) Capacidade total (kg) Freios ABS Opção para piso-baixo Extras
Marca/Modelo Litragem (L) Potência (cv) (rotação) Torque (kgfm) (rotação) Disposição do motor Marca Tipo Marchas a frente Retardador Neutro na parada Tipo Controle
Volvo B10M EDC bi-articulado Volvo DH10A 285 10 285 (2000) 135 (1450) entre-eixos ZF automático 5 incorporado ao câmbio não ar não 2,448/2,462 38700 sim não Primeiro e único chassi para ônibus urbano bi-articulado. Volante de direção pequeno, com 45cm de diâmetro. Freios ABS e câmbio automático ZF de série. Com opção para capacidade total de 43200kg.
Mercedes-Benz O-400 UPA PL E Mercedes-Benz OM-449 LA 10 320 (1900) 150 (1100) traseiro Voith automático 3 incorporado ao câmbio não ar não 2,5 26000 sim* não Chassi urbano articulado. Exclusivo motor de 5 cilindros. Único chassi articulado com motor traseiro. Para carrocerias de até 18,5m. Sistema eletrônico de proteção direcional atua na articulação e nos sistemas de aceleração e de frenagem, evitando os efeitos "L" e pêndulo.
Volvo B10M EDC articulado Volvo DH10A 340* 10 340 (2050) 153 (1200) entre-eixos ZF automático 5 incorporado ao câmbio não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 28200 sim* não Chassi urbano articulado. Volante de direção pequeno, com 45cm de diâmetro. Com opção para capacidade total de 31200kg.
Volvo B10M EDC Volvo DH10A 285* 10 285 (2000) 135 (1450) entre-eixos ZF* automático 5 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento e levantamento de 50mm* 2,448/2,462 17700 sim* não Chassi urbano. Volante de direção pequeno, com 45cm de diâmetro.
Scania L94 UB 4x2 LB Scania DSC9 11 9 220 (2000) 102 (1350) traseiro a 60° ZF automático 4 incorporado ao câmbio sim ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 19100 sim* de série Chassi para ônibus urbano top de linha da Scania. Primeiro chassi com piso baixo de série. Motor traseiro inclinado a 60°, assegurando maior espaço ao habitáculo. Suspensão dianteira independente. Freios a disco opcionais.
Scania L94 IB 4x2 NB Scania DSC9 11 9 220 (2000) 102 (1350) traseiro a 60° ZF automático 4 incorporado ao câmbio sim* ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 19500 sim* não Chassi urbano. Motor traseiro inclinado a 60°.
Scania F94 HB 4x2 NZ Scania DSC9 15* 9 310 (2000) 138 (1350) frontal Scania manual 6 eletromagnético (Telma CC160)* não molas trapezoidais não 2,490 19500 não não Único chassi da Scania com motor dianteiro. Com opção para chassi articulado. Chassi para aplicações em terreno acidentado.
Volvo B7R piso baixo Volvo D7B260 7 260 (2200) 112 (1200) traseiro Voith automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento e levantamento de 50mm 2,448/2,499 18000 sim* de série Chassi urbano. Piso baixo, motor 260cv e ajoelhamento da suspensão de série. Volante de 45cm.
Volvo B7R Volvo D7B260* 7 260 (2200) 112 (1200) traseiro Voith* automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento e levantamento de 50mm* 2,448/2,499 18000 sim* não Chassi urbano. Volante de 45cm.
Volkswagen 17.240 OT MWM 6.10 TCA 6,5 240 (2400) 86 (1600) traseiro Eaton manual 6 não sei não ar/mola parabólica não 2,484 16000 não sei não Chassi urbano. Motor turbo com intercooler.
Volkswagen 17.210 OD MWM 6.0 TCA 6,5 206 (2600) 67 (1700) dianteiro Eaton manual 6 não sei não mola parabólica/semi-elíptica não 2,455/2,455 16000 não sei não Chassi urbano. Motor turbo com intercooler.
Mercedes-Benz O-500 U Mercedes-Benz OM-906 LA 6,4 245 (2300) 92 (1500) traseiro ZF automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento 2,472 16000 sim* de série Chassi urbano de piso baixo. Degrau de entrada a 37cm de altura. Freios a disco na frente e atrás e ajoelhamento da suspensão de série.
Mercedes-Benz O-500 M Mercedes-Benz OM-906 LA 6,4 245 (2300) 92 (1500) traseiro ZF automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento* 2,472 16000 sim* não Chassi urbano. Freios a disco na frente e atrás como opcionais.
Mercedes-Benz OH-1623 LG Mercedes-Benz M-366 LAG 6 231 (2600) 73 (1560) traseiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não ar não 2,498 16000 sim* não Chassi urbano. Exclusivo motor movido a gás metano veicular, com turbo e intercooler, como os a diesel.
Mercedes-Benz OH-1621 LE Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) traseiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não ar não 2,498 16000 sim* não Chassi urbano.
Mercedes-Benz OH-1421 L Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) traseiro Allison automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento 2,452 15000 sim* não Chassi urbano. Para carroceirias curtas. Câmbio Allison automático e ajoelhamento da suspensão de série.
Mercedes-Benz OH-1420 Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) traseiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não ar não 2,470 13950 sim* não Chassi urbano. Para carroceirias curtas.
Mercedes-Benz OF-1721 Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) dianteiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não molas semi-elípticas não 2,451 16000 sim* não Chassi urbano.
Mercedes-Benz OF-1417 Mercedes-Benz OM-904 LA II/24 4,3 170 (2300) 67 (1200) dianteiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não molas semi-elípticas não 2,427 14000 sim* não Chassi urbano. Para carroceria curta. Motor 4 cilindros.
(*) Item opcional.
UM BREVE CATALOGO DAS EMPRESAS QUE USAM ESSES CHASSIS:
1 - EMPRESAS RODOVIARIAS INTERNACIONAIS
2 - EMPRESAS RODOVIARIAS NACIONAIS (Interestaduais / Long distance)
3 - EMPRESAS RODOVIARIAS ESTADUAIS
4 - EMPRESAS URBANAS - SUBURBANAS
5 - TURISMO
1 - EMPRESAS RODOVIARIAS INTERNACIONAIS
conexion con ARGENTINA
CRUCERO DEL NORTE
FLECHABUS
OURO E PRATA
PENHA
PLUMA
REUNIDAS
conexion con CHILE
PLUMA
conexion con PARAGUAY
CATARINENSE
GONTIJO
NACIONAL EXPRESSO
N.S.A
PLUMA
SULAMERICANA
UNESUL
conexion con URUGUAY
E.G.A.
T.T.L.
conexion con VENEZUELA
EUCATUR
EXPRESOS CARIBE
2 - EMPRESAS RODOVIARIAS NACIONAIS ( Interestaduais / long distance)
EXPRESSO ADAMANTINA
AGUIA BRANCA
AMEP
ALTAFINI
ARAGUARINA
BOMFIM
CAPRIOLI
CATARINENSE
CIDADE DO ACO
EL COMETA
CRUZEIRO DO SUL
EUCATUR
GARCIA
GONTIJO
GRACIOSA
EXP.GUANABARA
EXP.ITAMARATI
ITAPEMIRIM
MARINGA
MOREIRA
GRACIOSA
MOTTA
1001
NACIONAL EXPRESSO
EXP.NORDESTE
VIACAO NORDESTE
NORMANDY
NOVA INTEGRACAO
NOVO HORIZONTE
OURO BRANCO
OURO E PRATA
OURO VERDE
PASSAREDO
PASSARO VERDE
PENHA
PRESIDENTE
PRINCESA DO AGRESTE
PRINCESA DOS CAMPOS
PRINCESA DO IVAI
PRINCESA DO NORTE
PLUMA
PROGRESSO
RAPIDO DO ESTE
RAPIDO FEDERAL
REUNIDAS
REUNIDAS PAULISTA
ROTA FEDERAL
SALUTARIS
SANTA CRUZ
SALUTARIS
SANTA CRUZ
E.S.A.(SANTO ANTONIO)
SAO BENTO
SAO GERALDO
SAO LUIZ
SAO RAPHAEL
SARITUR
SERTANEJA
SALAMERICANA
T.T.L.
UNESUL
TRANS BRASILIANA
TRANSPEN
EXP.UNIAO
UTIL
UNIDA
VERA CRUZ
XAVANTE
3 - EMPRESAS RODOVIARIAS ESTADUAIS ( Intermunicipais / larga distancia)
IPU BRASILIA
MINA GERAIS
SERRO
TRANSPROGRESSO
SANTA CATARINA
PAULOTUR
SAO PAULO
ATIBAIA SAO PAULO
CRUZ
PARATY
PIRACICABANA
VALE DO TIETE
4 - EMPRESAS URBANAS-SUBURBANAS organizadas por ciudad
AMAZONAS
Manaus
EUCATUR
BAHIA
JOALINA
B.T.U.
CEARA
VITORIA
DISTRITO FEDERAL
Brasilia
EXPRESSO CAPITAL
RAPIDO BRASILIA
RAPIDO PLANALTINA
SANTO ANTONIO
VENEZA
VIVA BRASILIA
Escolar Brasilia
RAPIDO GIRASSOL
GOIAS
RAPIDO ARAGUAIA
ESPIRITO SANTO
Vitoria
GRANDE VITORIA
LAGOAS
Ciudad de MACEIO
SORRISO
MATO GROSSO
Sao luiz
SAO BENEDITO
MINA GERAIS
Alem Paraiba
SALVINI
Araxa
VERA CRUZ
Bello Horizonte
CISNE
PARANA
Curitiba
NOSSA SRA.DA LUZ
SAO JOSE
Campo Mourano
MOURAOENSE
Joinville
CANARINHO
São José dos Pinhais
SANJOTUR
PERNANBUCO
Paraibana
DUTRA
JOALINA
RIO DE JANEIRO
Hortensias
SAO LUIZ
Rio de Janeiro
VIAÇAO ACARI
ALPHA
FUTURO
PEGASO
RIO ITA
SAENS PENA
TRANSURB
Santo Antonio de Padua
PADUA TOUR
RIO GRANDE DO SUL
Porto Alegre
CARRIS
RORAIMA
Boa Vista
EUCATUR
SANTA CATARINA
Itajai
ITAJAI
Canasvieiras
CANASTRANS
Florianopolis
ESTRELA
SAO PAULO
Regiao Metropolitana Sao Paulo
Sao Paulo
CAIEIRAS
SANTA BRIGIDA
Guarulhos
GUARULHOS
Américo Brasiliense
PARATY
Araraquara
PARATY
Atibaia Sao Paulo
ATIBAIA SAO PAULO
Caieiras
CAIEIRAS
Guaruja
GUARUJA
Franco da Rocha
CAIEIRAS
Ibate
PARATY
Matao
URUBUPUNGA
Parnaiba
URUBUPUNGA
Rio Preto
CIRCULAR SANTA LUZIA
Riverao Preto
TRANS CORP
San Bernardodo Campo
TRANS BUS
5 - TURISMO
MIMO
NOVA CONQUISTA
MELTUR
SUZANTUR
TAGUATUR
Parana - Curitiba
MELISSATUR
Sao Paulo
J.W.A.
MAGUETA
© - Miguel.mamc@ibest.com.br
Asociação Carioca de Busologia Equipe Busólogos em Ação _ RJ ® Um hobby, uma paixão,uma devoção!!!
enviada por Busologos em Ação
26/08/2006 13:36
Receita internacional da Marcopolo registra quebra de 18,4%
Negócios da empresa brasileira com o exterior abrandaram nos primeiros sete meses do ano e a produção total de ônibus caiu 3% face ao mesmo período de 2005
O faturamento da Marcopolo entre janeiro e julho com exportações e negócios realizados no exterior somou R$ 444 milhões, menos 18,4% que nos primeiros sete meses do ano passado. Segundo anunciou a fabricante brasileira de ônibus, que tem uma unidade de produção instalada em Portugal, o valor representa 46,3% da receita líquida do grupo.
A receita da Marcopolo no mês, com exportações e negócios realizados no exterior, foi de R$ 95,2 milhões. A receita líquida do mês, incluindo negócios com o exterior e o Brasil, alcançou R$ 175 milhões.
O faturamento líquido acumulado pela Marcopolo entre janeiro e julho atingiu R$ 959 milhões, cifra que corresponde a queda de 1,1%, na relação com o mesmo período do exercício anterior, indica o último relatório de desempenho da empresa.
A produção global das empresas Marcopolo (Brasil e exterior) atingiu, no mês de julho, 1.448 unidades, e a produção acumulada de janeiro a julho totalizou 9.195 unidades, representando queda de 3% sobre 2005.
Fonte:
www.portugaldigital.com.br
enviada por Busologos em Ação
26/08/2006 13:32
Comil completa e faz modificações na linha de rodoviários
O mais novo rodoviário da Comil, Campione 4.05HD é lançado trazendo novidades e diferenciais. Sistema Multiplex com computador de bordo, aumento da área envidraçada, bar personalizado e outros itens de conforto. A nova carroceria foi projetada em um software de última geração, onde o resultado final traz alinhamento, aerodinâmica e até redução no peso.
Alterações nos demais produtos
Neste mês, a Comil lança duas versões de para-choques: a atual (lançada o ano passado) recebe o nome Campione X, e a nova versão que perdeu os vincos inferiores recebe o nome de Campione L.
Nos carros que receberem motor dianteiro (3.25 L e 3.45 L), a grade de entrada de ar também recebe nova versão, posicionada mais abaixo e maior.
Com informações de: Andrei Schmidt
Paulo Sérgio Vieira Filho
Railbuss.com
http://www.railbuss.com/noticias/view.php?id=1496&page=1
enviada por Busologos em Ação
23/08/2006 20:10
O Transporte Rodoviário de Passageiros no Brasil
Por José Luiz Santolin
Superintendente da ABRATI
Em sete décadas de intensos esforços e com a superação de desafios dos mais variados gêneros, os empresários privados nacionais construíram um dos maiores e melhores sistemas de transporte de pessoas por ônibus que se conhece no mundo e ele é o sistema brasileiro, indo dos serviços intermunicipais, passando pelos interestaduais e chegando aos internacionais, admirado e reconhecido por muitos, brasileiros e estrangeiros, mas criticado e mesmo relegado por outros, em especial por parte do setor público, em frontal paradoxo com a realidade, já que o transporte de passageiros, como de todos é sabido, é de natureza pública e incumbência legal do Estado para seu provimento aos cidadãos. É serviço essencial e que deveria ser priorizado pelas administrações. Não fosse essa dedicação da iniciativa privada, mesmo em cenário adverso, e possivelmente teríamos mais um serviço púbico classificado como sofrível, se diretamente prestado pelos Governos, a exemplo do que constantemente se vê com saúde, segurança, saneamento, educação básica e outros. Inobstante isso, os brasileiros podem contar com um transporte rodoviário por ônibus de muito boa qualidade, com veículos confortáveis e seguros e com pessoal de alta qualificação profissional em atividade e aos menores custos quando comparados com os demais países. É imperioso registrar que o transporte rodoviário de passageiros não conta e nunca contou com nenhum tipo de subsídio ou benefício fiscal, como muitos outros serviços públicos em nosso País. Sequer há linha de crédito direcionada para financiamento de veículos no processo regular de renovação de frota, que é um imperativo determinado pelo próprio Poder Concedente, enquanto que para setores industriais, agrícolas e outros há linhas incentivadas e direcionadas.
Parece que o setor de transporte não está incluído no rol daqueles que são essenciais para os gestores públicos, com raras exceções. O setor, por sua entidade de classe, tem orgulho em afirmar que cumpre seu papel com eficiência, apesar das dificuldades, alcançando os parâmetros da legislação aplicada e, acima de tudo, as expectativas dos usuários, como revelam as pesquisas de opinião que são realizadas periodicamente. O quadro institucional onde o setor se acha inserido seja no âmbito federal, seja no caso dos Estados, estes em maioria, é que é desalentador para a iniciativa privada, por ausência de regras claras capazes de oferecer a indispensável segurança aos investimentos vultosos e contínuos exigidos pela atividade. Não se tem, por outra parte, a ação gestora dos organismos públicos encarregados, na medida necessária, quer no trato da política tarifária, quer na fiscalização da prestação dos serviços, especialmente para inibir a atuação dos operadores clandestinos que corroem o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias regulares, já que não pagam tributos e contribuições como o fazem as permissionárias e, assim, concorrem ruinosamente com as empresas regulares, tirando-lhes a capacidade de reinvestimentos e geração de novos empregos. Outro fato a registrar nesse cenário nada animador é a elevada carga tributária que afeta o setor, onde se tem uma incidência na ordem de 40% sobre o serviço que é destinado à camada menos favorecida da população e exatamente a de menor poder aquisitivo. A falta de isonomia tributária, quando comparado com o modal aéreo, é uma prova de injustiça social, já que os usuários dos aviões não pagam vários dos impostos que são cobrados dos menos aquinhoados que utilizam o ônibus, a começar pelo ICMS. O quadro e as perspectivas do setor são de desânimo, contrapondo-se com as intenções manifestadas pelo Governo para as chamadas parcerias público-privadas. Por incrível que pareça, a impressão que passa é a de que a atividade do transporte rodoviário de passageiros não integra a infra-estrutura do País. Finalizando e, em que pesem todos os senões apontados, manifestamos nossa crença em dias melhores para essa importante e imprescindível atividade social para o nosso povo. Não se pode permitir que um setor de fundamental importância para os brasileiros seja desintegrado simples ausência de políticas públicas ajustadas à realidade.
http://www.cnt.org.br/
enviada por Busologos em Ação
23/08/2006 20:03
Ônibus elétrico

Ônibus elétrico
Pode ser alternativa para combater a poluição urbana
Os estudos sobre o impacto da poluição em grandes centros urbanos brasileiros, desenvolvidos pelo Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP), foram apresentados no VE 2006 4° Seminário e Exposição de Veículos Elétricos que o INEE (Instituto Nacional de Eficiência Energética) realizou nos dias 15 e 16 de agosto, na Escola SENAI Mário Amato Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental, em São Bernardo do Campo, SP.
Segundo o pesquisador e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e chefe do Laboratório de Poluição, Paulo Hilário Nascimento Saldiva - que participou do módulo sobre VE e Meio Ambiente - os governos pagam um custo muito alto na saúde pública com o tratamento de doenças relacionadas à poluição. Ele cita como exemplo os Estados Unidos: o país decidiu ser mais exigente com a questão do meio ambiente, inclusive adotando ônibus elétricos no transporte público de Nova York, por uma simples matemática financeira. Para cada dólar gasto com poluição, eles ganham oito dólares em saúde, afirma o pesquisador.
Estudos sobre a poluição do ar na capital paulista e o impacto sobre a saúde da população, revelaram que, nos dias de maior poluição, quem mora em São Paulo tem um quadro clínico de inflamação pulmonar (um fechamento pequeno das artérias que podem levar ao aumento da pressão arterial hipertensão). O efeito não é sentido imediatamente pela maioria das pessoas, no entanto, após décadas convivendo com esse quadro, pode ocorrer a redução da expectativa de vida.
Outro dado preocupante é o número de mortes por doenças agravadas pela poluição. Saldiva afirma que em São Paulo morrem nove pessoas por dia, vítimas da poluição, o que representa entre 5% a 10% do número de óbitos da capital paulista.
Os estudos desenvolvidos no Laboratório paulista indicam que os grandes problemas em São Paulo e nos grandes centros urbanos do mundo são o ozônio e o material particulado, sendo que, respectivamente, 80% e 40% dos precursores desses dois poluentes derivam da frota de veículos a diesel.
São Paulo apresenta o dobro do limite para a qualidade do ar recomendado pela Organização Mundial de Saúde. O máximo tolerável seriam 20 microgramas por m3 de material inalável, e São Paulo apresenta 40 microgramas por m3. São Paulo é pior que Los Angeles e até Nova Iorque é mais limpa, compara o professor. Mas, segundo ele, São Paulo não é a capital com a pior qualidade do ar: no Rio de Janeiro, o índice é de 60 microgramas por m3.
Nos grandes centros urbanos, o transporte é responsável por 70% da poluição. São Paulo tem jeito desde que se adote uma política no médio prazo para o favorecimento de transporte público, avalia o professor, lembrando que nos últimos dez anos o crescimento populacional foi de 16%, enquanto a frota de veículos aumentou 67%, ou seja, quatro vezes mais que a população.
O paulistano está migrando para o transporte individual, lembra. O pesquisador afirma que é preciso a adoção de programas que permitam a melhoria dos transportes públicos ou a adoção de veículos limpos. Existe uma série de medidas que podem ser implementadas. O problema é que exigem investimento por parte do governo e das montadoras, resultando em maiores gastos para o consumidor, avalia.
Segundo o diretor do INEE, Antonio Nunes Júnior, existem atualmente nos Estados Unidos cerca de 750 ônibus elétricos híbridos (motor a diesel acoplado a um gerador que alimenta as baterias do motor elétrico) circulando no trânsito urbano, sendo que Nova Iorque concentra o maior número de veículos com 474 ônibus previstos para dezembro deste ano.
Os primeiros dez veículos começaram a operar na cidade americana em 2003; no ano seguinte, a frota atingiu 141 ônibus, saltando para 335 veículos no ano passado. Nesse período foram retirados de circulação 580 ônibus com motores diesel de dois tempos, muito poluentes. O resultado aparece nos estudos sobre a qualidade do ar de Nova Iorque.
A experiência americana, com a entrada dos ônibus elétricos híbridos no sistema de transporte coletivo urbano, mostra que em relação aos ônibus convencionais há uma redução de 75% óxidos de nitrogênio (NOx); de 50% de material particulado (fumaça negra); de 40% a 50% de dióxido de carbono (CO2), além de praticamente zerar a emissão de monóxido de carbono.
Além da redução das emissões de poluentes, as modificações na frota de Nova Iorque também foram motivadas por outros fatores como a operação mais silenciosa, já que o ônibus elétrico híbrido produz menos ruído e ainda a redução dos custos operacionais com o consumo menor de combustível (entre 30% e 40%).
O seminário contou com o patrocínio é de UTE Norte Fluminense, CPFL Energia, Fundação Hewlett, AES Eletropaulo, Ministério da Ciência e Tecnologia e Eletra Industrial, e com o apoio das seguintes entidades: Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Centro Universitário da FEI (Faculdade de Engenharia), Centro Nacional de Referência em Energia do Hidrogênio (CENEH).
Fonte: Redação Webtranspo
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22/08/2006 21:54
Volkswagen Caminhões e Ônibus lança página na Internet

Volkswagen
Volkswagen Caminhões e Ônibus lança página na Internet
. Acesso rápido, linguagem simples e direta
. Informações completas sobre a montadora e seus produtos
. Serviços e diversão para o usuário
A Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de lançar sua nova página na internet: a www.vwcaminhoeseonibus.com.br. Desenvolvida de acordo com os padrões de identidade visual da empresa, a página oferece diversas ferramentas aos usuários. Serviços rodoviários é um dos destaques. Com ele, o usuário pode traçar todo o caminho que pretende percorrer, conhecer as condições das estradas em tempo real, a duração do percurso e o número de pedágios, entre outros. Esse é um serviço inédito entre as montadoras do segmento, diz Luiz Roberto Imparato, gerente de marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Com linguagem simples e direta, a página possui informações sobre as fábricas da empresa localizadas em Resende (RJ), Puebla (México) e Port Elizabeth (África do Sul). O link Empresa traz uma régua do tempo contando toda e evolução e principais acontecimentos envolvendo a montadora desde 1958. Na área de produtos, o cliente consegue visualizar, de forma ilustrativa, algumas opções de cores, diferenciais técnicos e atributos dos caminhões e ônibus. Também é possível obter a versão mais atualizada dos folhetos de especificação técnica.
Além de adquirir informações sobre peças, acessórios e assistência técnica, o cliente pode, com a ajuda de mapas, localizar a concessionária Volkswagen Caminhões e Ônibus mais próxima. As recentes notícias da empresa e a participação em eventos como o Rally dos Sertões 2006 e a Fórmula Truck estão entre os outros destaques.
O público infantil também foi lembrado. O site traz na seção Divirta-se brincadeiras como o jogo dos 7 erros, quebra-cabeça, etc. O usuário pode ainda conhecer algumas campanhas publicitárias da montadora e enviar fotos, comentários e histórias que poderão figurar na coluna Mural. Nosso objetivo é oferecer vantagens reais e atrativos aos usuários ligados ou não ao transporte, diz Imparato.
Fonte: Volkswagen
www.vwcaminhoeseonibus.com.br.
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19/08/2006 15:43
MARCOPOLO É ESCOLHIDA NOVAMENTE COMO UMA DAS MELHORES !!!!!!
MARCOPOLO É ESCOLHIDA NOVAMENTE COMO UMA DAS MELHORES EMPRESAS PARA SE TRABALHAR
Este é o oitavo ano consecutivo em que a companhia é eleita pelo Guia EXAME-VOCÊ S/A
A Marcopolo S.A., uma das principais companhias do mundo em soluções e serviços para o transporte coletivo, foi eleita pela oitava vez consecutiva uma das Melhores Empresas para Você Trabalhar do Brasil, conforme o Guia EXAME-VOCÊ S/A. A indicação é resultado da pesquisa de clima organizacional realizada com os colaboradores, que avalia o grau de satisfação com o ambiente de trabalho, com as lideranças e com as políticas e práticas de gestão da companhia. A entrega do prêmio acontece hoje, dia 15, às 19h30, em São Paulo.
Sempre atenta às necessidades de seus colaboradores, a empresa desenvolve programas que visam o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores, incluindo bolsas de estudo concedidas pela Fundação Marcopolo, cursos voltados para o aperfeiçoamento técnico, formação de lideranças e aulas de idiomas para aqueles envolvidos em projetos no exterior. O Plano de Carreira por Competências e Habilidades incentiva o crescimento na própria empresa mediante a abertura de vagas pelo Programa de Recrutamento Interno.
O bom trabalho, a dedicação e a colaboração de cada um são reconhecidos pelo EFIMAR, programa de participação nos lucros e resultados, e pelo Prêmio Honra ao Mérito, que faz homenagens aos colaboradores a cada cinco anos de serviços prestados à empresa. A camaradagem e o espírito de equipe são estimulados por atividades de integração, como reuniões de grupo, festas, eventos tradicionalistas, campeonatos internos e torneios esportivos.
Os colaboradores também são incentivados ao trabalho voluntário com crianças e idosos, recebendo apoio e orientação para a realização das atividades definidas em conjunto com as instituições beneficiadas. Além disso, a Marcopolo desenvolve programas que estimulam o respeito mútuo, promovem a melhoria da comunicação entre as pessoas, garantem a imparcialidade e a justiça no tratamento a todos os colaboradores e dão credibilidade às decisões tomadas pela empresa.
Líder nacional no desenvolvimento e na fabricação de ônibus, microônibus e miniônibus, a Marcopolo possui operações nas cidades de Caxias do Sul (RS), Xerém (RJ) e São José dos Pinhais (PR), além de fábricas na África do Sul, Colômbia, México e Portugal. Com quase 11 mil colaboradores, a empresa registrou receita líquida de R$ 1,709 bilhão no ano passado
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19/08/2006 15:26
Ônibus entra no plano de mídia
mídia exterior, que engloba outdoors, painéis em vias expressas, mobiliário externo e bus door, é vista pelos publicitários como uma forma interessante de colocar seu produto ao alcance dos olhos dos consumidores em todas as etapas de seu dia. Pela mobilidade e custo, o bus door, ou seja, a colocação de propaganda na janela traseira dos ônibus nas cidades, se mostra uma das opções mais rentáveis. Com criatividade, é possível, inclusive, aumentar a área ocupada pela propaganda no veículo.
O vice-presidente de Criação da agência de publicidade Bullet, Mentor Muniz Neto, explica que o destaque do bus door e outros tipos de mídia exterior novas tem sido grande também em outros países, já que as pessoas cada vez mais estão fora de casa o dia inteiro. "Mídias como o bus door são chamadas de "out of home", ou seja, na rua. Ficamos impressionados aqui na agência com o uso que tem sido feito na Europa, por exemplo, com os pontos de ônibus. Isoladamente, o bus door tem uma atitude fraca. Por isso, deve ser parte de uma estratégia maior. Hoje em dia, as campanhas buscam fechar o relógio do consumidor", explica Muniz Neto.
Suzane Hofmann, gerente de Comunicação da Triumph, multinacional de moda íntima que comercializa no Brasil a marca Sloggi, entre outras, aceitou a proposta de sua agência de publicidade para criar uma campanha de impacto no Rio de Janeiro. "A campanha da Sloggi String marca o reposicionamento da marca no mercado brasileiro. Para atingir nosso objetivo, precisávamos de uma grande cobertura, com impacto. Daí, a aposta na mídia exterior, e principalmente, no bus door", explica Suzane.
O foco da campanha era o público de alto poder aquisitivo, e, segundo Suzane, a opção foi por ônibus de turismo que circulam na orla do Rio de Janeiro e fazem o trajeto entre a Zona Sul, Barra e parte do Centro. "A campanha começou há três meses e já estamos recebendo retorno do sucesso. As lojas aumentaram os pedidos", comenta.
O bus door apresenta um grande potencial de cobertura e grande recall de mensagens, afirma José Rubens da Silva, diretor de Mídia do grupo Young & Rubican (Y&R), citando estudos do Marplan e do TGI do Ibope. "Você pode ter cobertura em vários targets, determinados através dos softwares de geoprocessamento. Esta mídia oferece uma maior possibilidade de cobertura", diz.
A mídia, no entanto, deve ser tratada com cuidado. Além da escolha cuidadosa na distribuição geográfica, os publicitários recomendam atenção aos prazos das campanhas, para não correr o risco de ver um bus door alusivo ao Dia dos Namorados circulando ainda em julho.
"O principal cuidado deve ser com o prazo, pois não adianta ter uma campanha bem feita que continue a circular após o prazo", explica Marilene Fernandes, diretora de Mídia da Giovanni,FCB Rio e presidente do Grupo de Mídia do Rio de Janeiro. Marilene lembra que o Bus door é uma mídia que dá margem para a criatividade. "Em uma campanha para o refrigerante Kuat, colocamos uma imagem que dava a impressão que o interior do ônibus estava suando", explica.
Já a cadeia de fast food Burger King, principal concorrente mundial do McDonald"s, que aportou no País em 2004, optou pelo bus door para anunciar seus novos sanduíches, o Cheeseburger XL e o Whopper X-Treme, na época do lançamento do filme X-Men 3. "Como temos nove restaurantes em São Paulo e somente um em Belo Horizonte, Brasília e Salvador, optamos por uma mídia que fizesse cobertura próxima às áreas dos restaurantes. Em Belo Horizonte, foram 60 bus door e, em São Paulo, 200. Já em Salvador, optamos pelo mobiliário urbano, pois 70% do público fica nas áreas primária e secundária do shopping", explica Afonso Carlos Braga, gerente de Marketing do Burger King no Brasil, cujo campanha já foi retirada das ruas.
Anúncio do Cimento Mauá circula próximo a lojas
Após quatro anos focando suas ações de marketing no ponto-de-venda, a Lafarge aproveitou a Copa do Mundo da Alemanha e lançou uma nova campanha para o Cimento Mauá, mais abrangente. Destacando atributos da marca, líder de vendas no estado do Rio de Janeiro, como nacionalismo, qualidade do produto e confiança, a empresa espera crescimento de 5% do market share do cimento Mauá.
Além de outdoors, mídia impressa e rádio, o bus door foi utilizado. Segundo Claudia Bonan, gerente de Marketing da Lafarge no Brasil para a divisão Cimentos, a mídia em ônibus ficou restrita aos veículos em circulação no município de São Gonçalo, região metropolitana do Rio. "Nossa área de atuação é a região metropolitana do Rio. Utilizamos o bus door em São Gonçalo, em linhas que circulam na região onde nossos produtos são vendidos. Pensamos no impacto visual e como pegar os consumidores ao longo do dia", explica Claudia.
Ela identifica outra modalidade interessante de aproveitamento de espaço, internamente no teto dos veículos. O obstáculo, segundo Cláudia, é o espaço menor. "Talvez seja interessante para transmitir curtas mensagens, como continuação de uma campanha", afirma.
Braga, do Burger King, complementa. "Não vejo desvantagens no uso do bus door, só acho que a campanha deve ser feita de forma que não seja invasiva e que seja bem-humorada", diz. Muniz Neto, da Bullet, conclui. "O desafio é criar estratégias que sejam eficientes e que coloquem o produto na cabeça do consumidor. Algumas empresas estão extrapolando os limites físicos das mídias e isto é uma tendência natural. Já vemos muitos ônibus não somente com o bus door, mas com toda a propaganda envolvendo o ônibus".
Agências pequenas comercializam espaço
A maioria das agências terceiriza a produção e comercialização dos bus door com pequenas agências especializadas na ferramenta de comunicação.
No mercado há 26 anos, a empresária Terezinha Moraes Maranhão, sócia da Plurex, vê um crescimento no mercado e uma mudança na mentalidade dos executivos de marketing em geral.
"No passado, o bus door era visto como opção somente para gastar as verbas de sobra das campanhas. Hoje, já entram no planejamento inicial de uma campanha de marketing para qualquer empresa. É uma opção de custo baixo e com grande mobilidade", afirma.
Antes, lembra Terezinha, os clientes iam diretamente às pequenas agências. Atualmente, as grandes agências de publicidade são os principais clientes.
"Setenta por cento dos pedidos são feitos pelas agências, que apresentam projetos aos clientes. O custo mensal por bus door varia de R$ 300 a R$ 350. Ele impacta todas as classes sociais e tem maior penetração do que o outdoor", complementa.
A empresária lembra que as empresas devem estar atentas a questões como a legalidade da ação. Em alguns municípios, como o Rio de Janeiro, existem leis que regulam o uso do bus door.
"Há uma lei, de número 1.921, editada em 1992, que regula o uso de mídia exterior. Só é permitido usar o bus door na janela do ônibus, e com autorização, anúncios nas laterais dos ônibus. Envelopamento total e toda a traseira do ônibus só é permitido para ônibus intermunicipais ou de turismo que circulam na cidade", explica.
Jornal do Commercio - Rio de Janeiro - RJ
Data: 15/08/2006
http://www.rioonibus.com/noticias/noticias.asp?id=25385
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19/08/2006 15:22
Adoção de ônibus elétricos híbridos ajudaria a diminuir a poluição
Nove pessoas morrem por dia, em São Paulo, vítimas da contaminação do ar.
A tecnologia dos veículos elétricos no transporte público utilizada em outros países tem propiciado uma redução significativa nos níveis de poluição do ar, diminuindo o custo dos governos com a saúde pública. Os estudos sobre o impacto da poluição em grandes centros urbanos brasileiros, desenvolvidos pelo Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP) serão apresentados no VE 2006 - 4° Seminário e Exposição de VeículosElétricos que o INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética realiza nos dias 15 e 16 de agosto, na Escola SENAI Mário Amato Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental (av. José Odorizzi, 1555), em São Bernardo do Campo (SP).
Segundo o pesquisador e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e chefe do Laboratório de Poluição, Paulo Hilário Nascimento Saldiva - que participará do módulo sobre VE e Meio Ambiente - os governos pagam um custo muito alto na saúde pública com o tratamento de doenças relacionadas à poluição. Ele cita, como exemplo, que os Estados Unidos decidiram ser mais exigentes com a questão do meio ambiente, inclusive adotando ônibus elétricos no transporte público de Nova York, por uma simples matemática financeira. Para cada dólar gasto com (controle da) poluição, eles ganham oito dólares em saúde, afirma o pesquisador.
Na capital paulista, de acordo com o professor, há uma redução em média de um ano e meio na expectativa de vida devido à contaminação do ar. Outro dado preocupante é o número de mortes por doenças agravadas pela poluição. Saldiva afirma que em São Paulo morrem nove pessoas por dia, vítimas da poluição, o que representa entre 5% a 10% do número de óbitos da capital paulista.
Os estudos desenvolvidos no laboratório paulista indicam que os grandes problemas em São Paulo e nos grandes centros urbanos do mundo são o ozônio e o material particulado, sendo que, respectivamente, 80% e 40% dos precursores desses dois poluentes derivam da frota de veículos a diesel. A Organização Mundial de Saúde preconiza como limite para a qualidade do ar 20 microgramas por metro cúbico de material inalável, sendo que São Paulo apresenta o dobro 40 microgramas por metro cúbico. São Paulo é pior que Los Angeles e até Nova Iorque é mais limpa, compara o professor.
Mas, segundo ele, São Paulo não é a capital com a pior qualidade do ar no Brasil: no Rio de Janeiro o índice é de 60 microgramas por metro cúbico. Nos grandes centros urbanos, o transporte é responsável por 70% da poluição. São Paulo tem jeito desde que se adote uma política no médio prazo para o favorecimento de transporte público, avalia o professor, lembrando que nos últimos dez anos o crescimento populacional foi de 16%, enquanto a frota de veículos aumentou 67%, ou seja, quatro vezes mais que a população.
Experiência americana
Os resultados positivos com a substituição gradual dos tradicionais ônibus a diesel pelos elétricos híbridos, tanto para o sistema de transporte como para o meio ambiente, serão mostrados no seminário do INEE a partir da experiência no transporte urbano nos Estados Unidos. Segundo o diretor do INEE, Antonio Nunes Júnior, existem atualmente cerca de 750 ônibus elétricos híbridos (motor a diesel acoplado a um gerador que alimenta as baterias do motor elétrico) circulando no trânsito urbano nos Estados Unidos, sendo que Nova Iorque concentra o maior número de veículos com 474 ônibus previstos para dezembro deste ano.
Os primeiros dez veículos começaram a operar na cidade americana em 2003; no ano seguinte a frota atingiu 141 ônibus, saltando para 335 veículos no ano passado. Nesse período foram retirados de circulação 580 ônibus com motores diesel de dois tempos, muito poluentes. O resultado aparece nos estudos sobre a qualidade do ar de Nova Iorque. A experiência americana, com a entrada dos ônibus elétricos híbridos no sistema de transporte coletivo urbano, mostra que em relação aos ônibus convencionais há uma redução de 75% óxidos de nitrogênio (NOx); de 50% de material particulado (fumaça negra); de 40% a 50% de dióxido de carbono (CO2), além de praticamente zerar a emissão de monóxido de carbono.
Além da redução das emissões de poluentes, as modificações na frota de Nova Iorque também foram motivadas por outros fatores como a operação mais silenciosa, já que o ônibus elétrico híbrido produz menos ruído e ainda a redução dos custos operacionais com o consumo menor de combustível (entre 30% e 40%).
Seminário
O 4° Seminário e Exposição de VeículosElétricos, a ser realizado pelo INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética, vai abordar todos os aspectos relacionados aos veículos elétricos, sejam a bateria, híbridos e de célula a combustível, envolvendo os tipos, a eficiência, o mercado, as pesquisas, a divulgação e a matriz energética. Além do seminário haverá também uma exposição de tecnologias, produtos e serviços com as novidades dos mercados que envolvem os veículos elétricos. O programa conta com palestras, painéis, mesa redonda e workshops.
Os temas escolhidos são: Tipos de veículos elétricos e evolução esperada; Os veículos elétricos e a matriz energética brasileira; Ensino e pesquisa em veículos elétricos: preparando a geração de técnicos; A economia do hidrogênio, células a combustível e os veículos elétricos; Perspectivas para os acumuladores de energia nos veículos elétricos; Soluções para transporte de carga e logística; Veículos elétricos e transporte público; Ações para promoção dos veículos elétricos no Brasil e na América Latina; Regulamentação para veículos Elétricos; Veículos elétricos: eficiência e meio ambiente e Empresas de energia elétrica e os veículos elétricos.
VE 2006- 4° Seminário e Exposição de Veículos Elétricos
Realização: INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética
Fone: (21) 2532-1389
Informações e inscrições: www.ve.org.br
Informações sobre a Exposição
Tel.: (11) 5093-3692
Texto do Ateliê da Notícia, www.ateliedanoticia.com.br
© Todos os Direitos Reservados - Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul
enviada por Busologos em Ação
17/08/2006 22:22
Reportagem da Globo ficará permanente no BusBlog.
A reportagem sobre os busólogos mineiros produzida pela Rede Globo Minas e exibida no mês de junho de 2006, ficará em um link permanente aqui no BusBlog, o blog do Fãbus.
O arquivo poderá ser acessado por pesquisadores e curiosos sobre o tema "busólogo" ou mesmo pelos amantes do mundo ônibus que queiram exibir a matéria para familiares e amigos
Assista-aqui-os-buslogos-mineiros-na.html
http://fabus-busblog.blogspot.com/2006/08/assista-aqui-os-buslogos-mineiros-na.html
enviada por Busologos em Ação
16/08/2006 20:10
A Volkswagen Caminhões e Ônibus tem novo site (www.vwcaminhoeseonibus.com.br). O destaque fica por conta de uma seção onde o internauta pode traçar todo o caminho que pretende percorrer, conhecer as condições das estradas em tempo real, duração do percurso, número de pedágios, entre outras informações. www.vwcaminhoeseonibus.com.br
enviada por Busologos em Ação
16/08/2006 20:01
Novidade
Cometa vai operar serviço de duas classes
A Viação Cometa vai iniciar em setembro operação com cinco ônibus que trazem no mesmo salão duas classes de serviços. Há dois tipos de poltronas, leito e executivas, informa o superintendente Ivan Comodaro.
Sexta maior empresa do País pelo ranking de passageiros vezes quilômetros (pax.km), a Cometa vai operar ônibus de duas classes nas linhas interestaduais.
Outras empresas já operam no mesmo sistema, a capixaba Viação Águia Branca e a carioca Util.
Ao contrário do transporte aéreo, que cresce 20% ao ano, o transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros convive com estabilidade. Os números preliminares da ANTT, agência de transportes terrestres, mostram em 2005 um setor com frota em 13 mil ônibus, 30 bilhões de pax.km, e 4,2 milhões de viagens. Os dados estão próximos dos registrados em 2004. Ônibus de dois andares é um antídoto do setor para enfrentar competidores e a retração. (Ariverson Feltrin)
Fonte: Jornal Gazeta Mercantil
enviada por Busologos em Ação
16/08/2006 20:00
TRANSTEC 2006
Marcopolo S.A. participa da Transtec, em Caxias do Sul
A Marcopolo S.A., participa da Transtec - Feira de Transportes, Veículos , Implementos, Encarroçadoras e Autopeças, importante evento do setor automotivo que acontece em Caxias do Sul (RS), entre os dias 15 e 18 de agosto. Como destaques serão expostos o ônibus intermunicipal Marcopolo Ideale 770, último lançamento da marca, e o miniônibus Volare W9, mais recente modelo desenvolvido pela fabricante.
O Ideale foi projetado e desenvolvido para atender a demanda dos clientes em linhas de curta e média distâncias. Com capacidade para acomodar até 55 passageiros sentados, mais condutor, o Ideale 770 incorpora importantes avanços tecnológicos e oferece maior conforto.
O modelo é o primeiro da Marcopolo desenvolvido com o conceito de construção modularizada, que permite maior rigidez da estrutura, menor peso total e a redução no custo operacional. No Ideale 770, as saias laterais são feitas com painéis móveis, o que reduz o custo e o tempo em serviço no caso de reparo ou troca, além de facilitar a manutenção.
O novo ônibus foi desenvolvido para os principais chassis do mercado, como Mercedes-Benz, Volkswagen, Agrale, Scania e Volvo. De acordo com o modelo de chassi, pode ter comprimento total de 12.500 mm; largura máxima de 2.500 mm; altura máxima de 3.200 mm, e altura interna de 1.930 mm. Essa versatilidade permite diferentes configurações, inclusive para chassis com motor traseiro (sob consulta).
Volare W9
Desenvolvido para o transporte de passageiros em pequenas distâncias, o W9 é o maior modelo da família Volare. Com 2,25 metros de largura interna, o veículo proporciona elevado nível de conforto para os passageiros e amplo espaço para circulação no corredor central. A versão Executivo/Vip, que estará exposta na feira, pode transportar até 32 pessoas. Além desta, o W9 também está disponível nas versões Urbano/Lotação/Escolarbus.
Equipado com motor eletrônico MWM 4.12 Euro III, com potência de 150 cv a 2.200 rpm e torque de 550 Nm (que atende as exigências da CONAMA Fase V para emissão de poluentes e preservação ambiental), o Volare W9 segue o visual adotado em todos os modelos da marca, completamente diferente dos demais miniônibus fabricados no País. Com linhas arrojadas, marcantes e limpas, o veículo tem como destaque a grade frontal, o conjunto ótico dianteiro e as lanternas e o pára-choque traseiros.
Internamente, o W9 possui elevado padrão de conforto, com a alavanca de câmbio integrada ao painel de instrumentos que proporciona fácil manuseio e redução dos níveis de NVH (ruído, vibração e desconforto). Outro detalhe que amplia a comodidade e o conforto do motorista é a alavanca de freio de estacionamento, com acionamento progressivo e posicionada no lado esquerdo. O painel central garante fácil operação e leitura dos instrumentos e conta com quatro saídas de ar no painel de instrumentos.
Fonte : Secco Consultoria
enviada por Busologos em Ação
10/08/2006 19:21
Estágio na Scania:
Programa de Estágio 2007
Construa uma carreira forte e segura. Venha participar de nosso Programa de Estágio 2007. Você que é estudante de ensino superior (universidade) ou ensino médio (técnico) pode participar de nosso processo seletivo.
Temos como objetivo atrair jovens talentos por meio de um programa forte e sólido como a marca Scania, possibilitando a aplicação de seus conhecimentos acadêmicos em atividades correlatas, pois a experiência em uma empresa de grande expressão no mercado como a Scania irá fazer a diferença em sua carreira profissional.
Poderão participar do processo seletivo universitários com conclusão do curso prevista para dezembro de 2008 e técnicos com conclusão do curso prevista para dezembro de 2007.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 3 de setembro.
Cadastre-se no Programa de Estágio 2007
http://www.nube.com.br/scania
Fonte:
http://www.scania.com.br/Sobre_Scania/RH_Servicos/estagio_2007/index.asp
enviada por Busologos em Ação
07/08/2006 21:23
RODOVIÁRIO No segmento de ônibus rodoviário, em que os dados são muito desatualizados e escassos, não há razão para festa tampouco para clima de depressão. Se a renda dos mais pobres cresce, a tendência é que possam ocorrer reflexos no ritmo das viagens. De acordo com o Guia de Empresas de Ônibus (publicado nesta edição) entre quatro operadoras pinçadas, a variação positiva delas no volume de passageiros transportados em 2005 aumentou entre 5,2% e 19,5% no confronto com o ano anterior. O número físico de passageiros, no segmento rodoviário, não é o melhor indicador, mas, sim, aquele que mede o quesito passageiros vezes quilômetros.
Analistas do setor rodoviário de passageiros entendem que houve, de fato, um aumento de produtividade no segmento, nada, no entanto, que possa ser considerado excepcional como na demanda no setor aéreo em que a demanda de passageiros/ quilômetro nos vôos domésticos cresceu ao redor de 20% ano passado.
Abílio Gontijo, fundador da Empresa Gontijo, que também controla a São Geraldo, com a experiência de mais de 80 anos de vida, 60 deles no setor, dá o tom: "Se o avião cresce, nós também crescemos. Pouco mais devagar, mas com firmeza e sem nos permitirmos fazer loucuras".
FROTA BRASILEIRA Levantamento realizado pelo Sindipeças, sindicato que reúne as empresas de autopeças, mostra que a frota circulante de ônibus, em 2005, somava 263.199 unidades, equivalente a 1,13% da frota total de 23,3 milhões de veículos. Em 45 anos, de 1960 a 2005, enquanto a frota de ônibus cresceu 22 vezes, a de automóveis foi multiplicada por 330 vezes. E o Brasil, que em 1994 tinha um veículo para cada 9,9 de seus habitantes, baixou essa relação para um carro para 8,1 pessoas. Além do carro, outro competidor do ônibus é a motocicleta. Enquanto a venda de ônibus tem experimentado um comportamento estável no período de 1995 a 2005, nesse espaço de tempo as vendas de motos passaram de 275 mil para 1,02 milhão de unidades.
Em 1995 a frota de ônibus brasileira era de 218 mil veículos e a de motocicletas atingia 952 mil unidades. Em 2005, os ônibus passaram para 263 mil unidades (20,6% de crescimento) enquanto as motos acumularam uma frota circulan |