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27/09/2006 22:46
Me chama de ônibus


O projeto francês Translohr é uma inovação para o transporte coletivo no século XXI e já conquistou diversas cidades pelo mundo. Sua principal novidade está na combinação dos pneus com o trilho
Rapidez, segurança e conforto: três itens essenciais muito solicitados pelos usuários do trans por te coletivo em todas as cidades do planeta. Jun te a isso o desafio de novas tecnologias de pro pulsão com o especial objetivo de não agredir o meio ambiente. Uma das boas respostas a essas equações chama-se Translohr, projeto concebido pela empresa francesa Lohr Industrie.
A idéia combina o princípio do bonde moderno com o do ônibus articulado. O Translohr é construído com três, quatro ou cinco módulos de carrocerias (25, 32 e 39 m de comprimento, respectivamente) e posto de comando em cada uma de suas extremidades, o que possibilita circulação a bidirecional. Em vez de trilhos, o veículo vem equipado com eixos e rodas pneumáticas (pneus Michelin), localizados em cada articulação. Para uma segurança maior, o veículo possui sistema de guia integrado a um carril instalado na via de rolamento. Quatro pequenos discos dispostos a 45º são anexados a um braço direcional acomodado aos eixos. Sua suspensão é a ar e ainda conta com controle de pressão dos pneus e sistema ABS nos freios.
Para o grupo Lohr, a necessidade de transporte dentro das cidades é um dos grandes temas no mundo. Para que um novo sistema de transporte urbano coletivo tenha sucesso, é preciso romper a situação atual, como os engarrafamentos e os deslocamentos individuais, além de propor à população um verdadeiro serviço público, baseado em um conjunto que possa proporcionar soluções reais, por exemplo, conforto, segurança, acessibilidade, rapidez, confiabilidade e silêncio, sem falar da modernidade, limpeza e ecologia, fatos inerentes ao Translohr.
Dois motores elétricos (Alstom) de corrente alternada, um em cada extremo, são responsáveis pela tração do veículo, com potência total de 400 Kw. A alimentação do sistema é do tipo aérea, por rede com tensão de 750 V. Opcionalmente, o Translohr pode ter propulsão interna, dotado de um conjunto de baterias que são carregadas nas frenagens. Essa versão é ideal para as operações em locais que não permitem a instalação de rede elétrica aérea. Quando alimentado por agente externo, o veículo alcança 70 km/h, muito acima da velocidade normal esperada em centros urbanos, que é de 30 km/h.
Amplo salão de passageiros
A carroceria apresenta aspectos inovadores, a começar por seu design, diferenciado e moderno, com ele mentos de última geração. A estrutura é formada por aço, alumínio e plástico reforçado. Sua grande área envidraçada privilegia a visão panorâmica dos passageiros. O Translohr possui 2,20 m de largura e 2,89 m de altura. Pode acomodar até 298 passageiros em salões de ambientes claros e confortáveis com piso totalmente plano e baixo, apenas a 25 cm do solo. As poltronas podem ser dispostas no sentido longitudinal ou transversal, sendo que elas são construídas com apoios nas paredes da carroceria, o que facilita a circulação e a limpeza interna. Junto às portas há ainda espaço para guardar cadeiras de rodas e, em atendimento às legislações municipais, o veículo ainda pode ter espaço para abrigar bicicletas.
A empresa Lohr tem seu complexo industrial em Alsace, a 20 km de Strasbourg, cidade situada no nordeste francês. O grupo Lohr teve faturamento de 215 milhões de euros em 2005 e emprega cerca de 1 500 pessoas. Os primeiros protótipos deixaram a linha de produção no fim do ano passado e foram testados em sua própria pista de ensaios, localizada na fábrica. A primeira operação regular do veículo será na cidade francesa de Clermont-Ferrand, em outubro próximo, com 14 km de linhas. Outras três cidades italianas, incluindo Veneza, já fizeram suas encomendas à Lohr. Segundo a fabricante, as facilidades de inserção e de circulação de Translohr dentro de cidades antigas, dos tipos sinuosas e estreitas, foram determinantes para a escolha deste modelo de transpor te coletivo. Na Ásia, a China optou pelo veículo para ser utilizado em Tianjin e, em Osaka, no Japão, o Translohr está em fase de testes e homologação.
A solução vai por trilho
Patenteado e certificado, o sistema de direção do Translohr é, basicamente, realizado por um trilho incrustado na superfície do pavimento. Seus eixos, literalmente, combinam as tecnologias da estrada e da ferrovia. As polias, dispostas em V, garantem a trajetória sem desgastes ou ruídos, além de ser a solução para amenizar as forças atuantes. Fica por conta dos pneus a responsabilidade de absorver as possíveis irregularidades existentes no piso em conjunto com a suspensão pneumática do veículo. A empresa acredita que, para os bondes nos sistemas de transporte urbano de passageiros, os pneus fornecem vantagens inegáveis: aderência, pouco ruído, leveza na estrutura, exatidão na trajetória e melhor desempenho na frenagem.
Para os passageiros e residentes da cidade, o conjunto desenvolvido pela empresa francesa resultou em conforto, silêncio, redução de vibração durante os deslocamentos, segurança e paradas nas estações mais precisas, sem provocar danos ao asfalto em função da frenagem. O Translohr foi exaustivamente testado e, segundo os engenheiros da empresa, não há nenhuma possibilidade de descarrilamento, mesmo quando as condições de aderência não são consideradas ideais, como nos dias chuvosos. A implantação do bonde sobre rodas desenvolvida pela francesa Lohr também é outro aspecto vantajoso para o local. A intervenção urbana necessária para colocá-lo em funcionamento é mínima. O sistema exige somente a rede de força, no caso da opção de propulsão externa, e um único trilho central. Além favorecer a rapidez no inevitável trabalho de engenharia civil, permite flexibilidade na escolha das rotas a serem seguidas, sem agredir o plano estético da cidade que o escolheu.
Por Antônio Ferro
http://transportemundial.terra.com.br/
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27/09/2006 22:40
Volksbus 18.320 EOT
Novo chassi de ônibus chega na Apta Caminhões
O recém-lançado chassi Volksbus 18.320 EOT, da Volkswagen Caminhões e Ônibus, acabou de chegar ao mercado e já está disponível para venda na concessionária autorizada Apta, de São Bernardo do Campo.
O novo modelo possui motorização eletrônica Cummins ISC 320 CV, que atende às normas de emissão Euro III, tem maior torque e potência em menores rotações, maior agilidade em retomadas e ultrapassagens, proporcionando melhor rendimento, além de baixo nível de ruído.
Graças à nova coluna de direção, o motorista tem maior conforto pois o modelo proporciona melhor ergonomia, com ajuste da inclinação e altura além de melhor adequação da posição conforme sua necessidade.
Segundo o gerente de vendas, Wilson Gomes, entre as principais inovações tecnológicas estão: o novo sistema de suspensão dianteiro / traseiro e o piloto automático. A Apta pretende comercializar cerca de 100 unidades do novo chassi no período de 12 meses, em razão de sua aplicação.
Seu antecessor o Volksbus 18.310 OT revolucionou o segmento criando um novo conceito para ônibus rodoviários. Desde o seu lançamento foram comercializadas 534 unidades no mercado nacional, proporcionando uma média de 10% de participação no segmento, competindo com veículos de grande tradição no segmento.
Apta Caminhões - Estrada Galvão Bueno, 6.597 - Batistini, São Bernardo do Campo (trevo Km26 da Rodovia dos Imigrantes, sentido Santos). Tel. 4359-9000. Site www.aptacaminhoes.com.br
Fonte: Maxpress
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27/09/2006 22:37
Voith equipa novos ônibus da Pássaro Marron
A Viação Pássaro Marron investiu em um diferencial tecnológico em sua frota de 16 ônibus Mercedes-Benz O500 RS recém-adquiridos. É que as modernas transmissões Mercedes-Benz GO 190-6 dos novos veículos foram equipadas com retarders hidrodinâmicos Voith.
Benefícios - De acordo com a fabricante, além de aumentar a segurança do veículo, o equipamento proporciona maior conforto aos passageiros, aumento de velocidade média e efetiva redução de custos operacionais. O retarder funciona como sistema adicional de frenagem, permitindo ao motorista - mesmo em condições extremas de descidas de serra - o controle total do veículo, preservando o sistema de freios convencional para situações de emergência.
Trata-se de um equipamento de extrema valia às operações da Pássaro Marron, cuja frota diariamente enfrenta condições adversas nas localidades que atende em Campos do Jordão, Vale do Paraíba e Sul de Minas. Os ônibus da empresa transportam mensalmente cerca de 2,2 milhões de passageiros, equivalente a 73 mil pessoas por dia. Além disso, percorrem nada menos que 3,6 milhões de quilômetros todos os meses.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12838%20&%20foto=Não
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21/09/2006 21:26
VW antecipa em Hannover suas novidades para 2007
A Volkswagen Caminhões e Ônibus marca presença no Salão Internacional de Veiculos Comerciais em Hannover, na Alemanha, considerada a maior feira de transporte do mundo, com uma série de novidades. Após anunciar a venda recorde 350 caminhões Constellation para um único cliente, o Frigorífico Bertin, em um negócio da ordem de R$ 40 milhões, a montadora antecipa no evento seus principais lançamentos para o próximo ano.
Novidades - Durante a feira, que termina nesta sexta-feira (22), o CEO da Volkswagen Caminhões e Ônibus, Roberto Cortes (foto), antecipou as duas principais novidades da montadora para 2007: o primeiro caminhão da marca com potência superior a 320 cavalos e os primeiros modelos com direção do lado direito. Ainda no primeiro semestre de 2007 chegará ao mercado o cavalo mecânico Constellation com motor MWM-International de 360 cv. Montaremos na nova fábrica da África do Sul os modelos Constellation com direção do lado direito. Também teremos novidades na linha de ônibus urbanos, revelou.
Internacionalização - Depois do Salão de Hannover, onde apresenta pela primeira vez a linha de caminhões Constellation e lança o primeiro ônibus da marca na Europa, o eletrônico VW 18.320 EOT, a VW Caminhões e Ônibus prossegue com sua estratégia de visibilidade no mercado internacional. No próximo mês, participa da Auto Africa em Joanesburgo, África do Sul, lançando oficialmente no país a linha de caminhões Constellation, e em novembro da Expotransporte em Guadalajara, no México.
VW leva para a Europa primeiro ônibus eletrônico da marca
Criada no Brasil há 25 anos, a Volkswagen Caminhões e Ônibus exporta seus veículos para mais de 30 países das regiões da América Latina, África e Oriente Médio. Mas não pretende para por aí, segundo Cortes. A médio prazo, nosso objetivo é buscar oportunidades no Leste Europeu e na Ásia, revela. Depois da consolidação da primeira fábrica da marca fora do Brasil, em Puebla, no México, inaugurada em 2004, a empresa parte agora para o fortalecimento da rede internacional. Em território mexicano, deve encerrar o ano com oito concessionárias instaladas. A próxima etapa será a África do Sul, onde a montadora já possui revendas para veículos comerciais leves.
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21/09/2006 21:21
Scania fornece ônibus de 15 metros para frota de Barueri

21/9/2006 - A cidade de Barueri, na Grande São Paulo, recebe os primeiros ônibus Scania de 15 metros e três eixos. É que a BBTT (Benfica Barueri Transportes e Turismo acaba de adquirir cinco modelos K 270 6x2*4 (foto).
Os modelos atendem ao novo edital que prevê a renovação e ampliação da frota de ônibus da cidade, sendo que cada um deles deverá transportar 65 mil passageiros por mês. A negociação com a Benfica é importante para consolidar a imagem do ônibus Scania de 15 metros, atendendo uma demanda situada entre o modelo convencional, de 12 metros, e os articulados, considera Wilson Pereira, gerente executivo de Vendas de Ônibus da Scania.
Características - O modelo Scania K 270 6x2*4 se diferencia pelo segundo eixo traseiro direcional, que promete alta capacidade de transporte com elevada condição de manobra em ruas e terminais estreitos - situações típicas das operações urbanas fora das grandes capitais. Além disso, pode transportar 30% a mais de passageiros do que os ônibus convencionais, além de operar tanto em corredores como em vias normais.
Em relação à mecânica do ônibus de 15 metros da Scania, destaque para a caixa de câmbio automática com freio auxiliar incorporado, além da supensão a ar em todos os eixos. O motor eletrônico de 9 litros e 270 cv oferece torque máximo de 1.250 Nm entre 1.100 e 1.400 rotações por minuto - considerado o maior nesta faixa de potência. O K 270 6x2*4 é produzido ainda na versão piso baixo (low entry), com sistema de ajoelhamento que reduz a altura do chassi até o nível da calçada para embarque e desembarque.
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12/09/2006 00:27
História dos Transportes - Personagem CAMILO COLA
Um homem que é história
A maioria das pessoas assistem a história acontecer. Algumas, por diversas razões e oportunidades, fazem parte da história, mas outras, raros personagens no mundo, são história. Esse é o caso de Camilo Cola, filho de imigrantes italianos, que começou a trabalhar numa rampa lavando carros e hoje, aos 82 anos, ainda comanda a o maior grupo de transportes do Brasil e maior empresa de transporte rodoviário de passageiros do mundo.
Aos 18 anos, Camilo Cola alistou-se na FEB (Força Expedicionária Brasileira), num regimento de infantaria, onde sua experiência com mecânica e direção eram úteis, e participou de batalhas e missões em Monte Castelo e Montese na Itália.
Foi justamente a experiência da guerra e o dinheiro que economizou nesse período, que deram a Camilo Cola os ingredientes para iniciar sua trajetória de sucesso no setor de transporte de cargas e depois passageiros.
Fluente em italiano, Camilo Cola passou uma semana em Florença, alojado na garagem da empresa italiana de ônibus, onde ficava observando com interesse aqueles veículos e refletindo sobre o transporte de passageiros na Itália, em que a infra-estrutura de rodovias era excelente para os padrões da época e comparava com a realidade brasileira.Teve acesso aos documentos da companhia, os quais lia com grande interesse e começou a refletir sobre o futuro do transporte no Brasil, onde as ferrovias não atendiam as necessidades de um país continental.
Camilo Cola revela que, uma das coisas que mais o impressionou na guerra, foi o comportamento das pessoas. Apesar de precisarem de tudo não pediam nada. "Elas tinham dinheiro, mas não havia o que comprar, e não aceitavam nada de graça". Pelo seu conhecimento do idioma e origem italiana, foi sempre tratado com especial cortesia pelas pessoas e descobria o que elas precisavam.
Ao mesmo tempo que economizava seu soldo, Camilo Cola vendia os cigarros da sua cota, que todos os soldados tinham direito, bem como outras mercadorias que comprava dos soldados para a população, que tinha dinheiro, mas não encontrava os produtos. Assim criou seu capital de giro e recursos para comprar seu primeiro caminhão quando regressou da guerra.
Sua experiência na guerra, além de fundamental para seu futuro como empresário, marcou sua vida como ser humano e Camilo Cola retornou com freqüência à Itália, como em abril deste ano, para uma série de eventos comemorativos dos 60 anos da FEB.
Ao retornar ao Brasil, após a participação do Brasil na guerra, Camilo Cola, iniciou suas atividades no setor de transportes, com um caminhão, com o qual enfrentava as precárias estradas brasileiras. Em 1948 surgiu a oportunidade de ingressar no setor de transportes de passageiros Começou adquirindo a linha Castelo-Cachoeiro de Itapemirim, e criou a empresa ETA "Empresa de Transportes Auto Ltda.", embrião da gigante de hoje Itapemirim, que só veio a ser constituída com esse nome em 1953.
No seu livro "A Estrada da Vida", Camilo Cola conta que conseguiu nesse entretempo a representação da Goodyear e, nas caminhadas noturnas que fazia com sua esposa e eterna companheira Ignez, pelas ruas de Cachoeiro, como quase ninguém possuía garagem, ao encontrar os carros estacionados na rua, colocavam nos pára-brisas dos veículos com pneus carecas um pequeno anúncio, informando: "Vendem-se pneus novos da Goodyear. A bom preço. À vista ou financiado".
Em 1953, já com 29 ônibus e uma empresa cujo porte era equivalente às maiores do interior do Rio e São Paulo, Cola decide criar o próprio parque de manutenção da empresa, inspirado em dois empreendimentos de grande porte feitos na África do Sul por duas empresas inglesas de transporte de cargas. Essa iniciativa do empresário cuja fama já ultrapassava as fronteiras do seu estado, foi fundamental para o desenvolvimento da Itapemirim e das inovações que o grupo trouxe para o setor de transporte de passageiros.
Paralelo ao espírito empreendedor e criatividade, Camilo e Ignez mantinham um padrão de vida espartano, que permitira acumular recursos e desenvolver princípios que inspiraram o padrão de administração da empresa e explicam parte de seu sucesso.
Nos anos 50, os empresários do setor de transportes enfrentavam dificuldade de financiar seus investimentos, já que não existiam praticamente linhas de crédito de longo prazo nos bancos. Conhecido por sua honestidade, dedicação ao trabalho e uso parcimonioso e responsável dos recursos, Cola conseguiu dinheiro com pessoas de posse que emprestavam pela mesma taxa que conseguiam nos bancos. Com isso, o empresário conseguiu recursos que permitiam atender as necessidades de expansão da empresa.
No parque de manutenção da empresa, a Itapemirim começou a desenvolver novas carrocerias para ônibus, ampliando os bagageiros tão importantes para os passageiros brasileiros que carregavam muita bagagem e os comerciantes que precisavam de espaço para as mercadorias. As modificações foram tão bem sucedidas que começaram a ser adotadas pela Mercedes Benzs. Era a "Camilo Service", ensinando os alemães a trabalhar no mercado brasileiro.
Em 1965, sempre em busca de novos conhecimentos, Camilo foi com a esposa para os EUA, onde passou a conhecer em detalhes como funcionava o sistema de transportes rodoviários nos EUA. Na época foi recebido na Greyhound, a maior empresa do setor no mundo, então com 4.000 ônibus. A partir dessa viagem Camilo estabeleceu meta de 3.000 ônibus, aproveitando que o governo sinalizava que a interiorização do país era inevitável e seriam investidos muitos recursos na ampliação da malha rodoviária. Os anos que vieram provaram que a interpretação do futuro de Cola estava certa e a Itapemirim superou a própria Greyhound.
Em 1970 e empresa já possuía 600 veículos, superou os 1.500 em 1980 e chegou a quase 1.700 em 1990. Em 1976 começou a produzir os ônibus de três eixos, os chamados Tribus, que foram um grande sucesso pelo conforto e vantagens que teve após a lei da balança, que determinava um peso máximo por eixo.
Em fins de 1973, a empresa assumiu o controle da Nossa Senhora da Penha, que abriu as portas para o mercado da região sul e representou um grande salto na empresa, já que a Penha possuía frota equivalente a metade da Itapemirim. A aquisição teve repercussão internacional e, um aspecto fundamental na forma de conduzir a incorporação da empresa paranaense foi à preocupação de Camilo Cola de valorizar os profissionais que trabalhavam na Penha.
Em 1980 entrou na linha Rio-São Paulo, ao adquirir as linhas da Única. Com os Tribus novos e muito confortáveis, encontrou o diferencial para enfrentar a concorrência das competentes Expresso Brasileiro e Cometa. Em 1982 a Itapemirim chegou a ter metade do mercado mais importante do país: a ponte rodoviária.
Em 1995 a Itapemirim lançou o Starbus, ônibus executivo. Em 1998 chegou o Golden Service, com conforto do leito, ar condicionado e tarifa de executivo. Depois vieram o certificado ISO 9002, a venda pela internet, a revista "Na Poltrona" e várias outras inovações.
O sucesso da Itapemirim tornou Camilo Cola um dos maiores empresários do setor de transportes do mundo e um dos grandes responsáveis, juntamente com outros empresários do mesmo setor, pela integração do Brasil.
Além das atividades empresariais, Camilo Cola, também esteve envolvido na política e levou sua experiência administrativa para a Confederação Nacional dos Transportes Terrestres, onde teve marcante gestão, principalmente durante os trabalhos da Constituinte, defendendo os interesses dos transportes nacionais.
Além do transporte de passageiros e carga por via rodoviária, a empresa opera também com transporte aéreo de cargas, possui concessionárias de veículos, fazendas, empresas de turismo, postos e indústria. Num leque variado de atividades. Mas o coração da empresa está em Cachoeiro do Itapemirim, onde Camilo Cola criou raízes e mora numa confortável casa, literalmente dentro de área da empresa.
O êxito de Camilo Cola pode ser creditado a vários fatores. Um dos mais importantes foi sempre manter contato permanente com os clientes, identificando suas necessidades e aproveitando as queixas e sugestões para melhorar a empresa e administra-la cada vez de forma mais eficiente.
Sua paixão pelo trabalho, capacidade de antever o futuro, parcimônia no uso dos recursos, ousadia com responsabilidade, espírito de equipe, capacidade de liderança, são outras qualidades inegáveis. Mas a força de Camilo Cola, a mola mestra de sua história, foi a sua história familiar. Os princípios que formaram sua personalidade, a sorte na companheira que encontrou, disposta participar da história desse homem, cujo sucesso pode ser medido em bens, finitos como todos nós, mas cujo legado e importância para a integração do Brasil e não apenas da história dos transportes em nosso país, atravessará a fronteira do tempo.
http://www.estradas.com.br/
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12/09/2006 00:20
Cinto de segurança no ônibus - Bom negócio para todos
Desde 1999 ônibus rodoviários devem oferecer cinto de segurança para todos os ocupantes. Alguns empresários do setor consideraram mais um custo na hora de renovar a frota. Mas foi a maior contribuição do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) para as empresas de transporte rodoviário de passageiros reduzirem custos, embora muitos não tenham percebido.
Até porque o artigo 167 do CTB considera a falta do uso do cinto infração grave com retenção do veículo, até que todos afivelem o cinto, sem falar na multa para o condutor, rara de ocorrer, normalmente paga pela empresa.
Posteriormente, a ANTT publicou resolução obrigando as empresas a informarem os passageiros inclusive sobre o uso do cinto. Outras agências fizeram o mesmo. Empresas foram multadas por, eventualmente, não cumprirem as normas. Outro "custo" gerado pelo cinto.
Mas existe o outro lado da moeda. Segundo informações da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia o uso do cinto de segurança pode reduzir em até 75% o número de mortos e feridos num acidente de ônibus.
Num país em que ocorrem por ano 17.000 acidentes com ônibus e microônibus nas estradas, ferindo 15.000, matando mais de 2.000 pessoas, reduzir acidentes e vítimas é um grande negócio. Primeiro porque poupar vidas justifica qualquer investimento, mas existem outros benefícios.
É fácil perceber quanto representa para as empresas a redução de 75% nos gastos com hospitais, assistências às vítimas e familiares, processos e indenizações, pela redução de vítimas que o uso do cinto proporciona.
Sem contar o desgaste de imagem, pois a internet tornou possível um acidente, no interior do sertão estar em poucas horas na imprensa de todo país com fotos, vídeo e o nome da empresa estampado.
Apesar da obrigatoriedade do uso do cinto, previsto no CTB e recomendações para seu uso, apenas 2% dos passageiros afivelam o cinto.
Em março deste ano, o tombamento de um ônibus, deixou 14 mortos e 26 feridos. Apenas o motorista, que usava cinto, saiu ileso. Passageiros foram arremessados para fora do veículo, outros projetados internamente. A carroceria ficou relativamente em boas condições. Provavelmente, se todos estivessem com cinto o número de vítimas seria muito menor.
Portanto, as empresas precisam investir para que passageiros usem o cinto. Devem buscar apoio das autoridades para que alertem sobre a obrigatoriedade do seu uso. Quem não usar deve ser informado que pode causar a retenção do veículo e ser retirado do ônibus, por colocar em risco a segurança própria e dos demais, conforme prevê lei que rege o transporte.
São medidas extremas, aplicadas periodicamente com apoio das autoridades, convocando a mídia para repercutir e auxiliar no processo educativo. Punir também educa. Por isso, entendemos que a multa por falta do uso do cinto, no transporte comercial, deve punir também passageiros.
Ações do gênero estimulam passageiros a darem atenção às informações prestadas pelas empresas. Reduzem e até evitam vítimas, no caso de um acidente. Além de fortalecer a imagem de segurança do transporte regular, que possui frota mais nova, grande parte com cinto. Segurança tem forte apelo de marketing. É um bom negócio e pode ser um diferencial na venda de passagens.
ARTIGO DO EDITOR:Rodolfo A. Rizzotto, Editor do site www.estradas.com.br e Coordenador do SOS - Estradas Programa de Redução de Acidentes nas Estradas.
http://www.estradas.com.br/
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07/09/2006 23:13
12º ETRANSPORT E 6ª FETRANSRIO
No período de 8 a 10 de novembro serão realizados o 12º Congresso sobre Transporte de Passageiros - 12º Etransport´2006 - e a 6ª Feira Rio Transportes - 6ª Fetransrio´2006. Será na Marina da Glória, Aterro do Flamengo, na cidade do Rio de Janeiro.
http://www.fetranspor.com.br/principal.htm
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07/09/2006 22:50
Liderança ratificada
Com poucos anos de atividade, A Induscar, instalada em Botucatu (SP), chegou em 2005 à liderança no volume de produção de carrocerias e ratificou tal posição no primeiro semestre de 2006, de acordo com números divulgados pela Fabus, associação que reúne oito fabricantes do setor. A trajetória da empresa começou em 2001, quando assumiu a massa falida da Caio e iniciou a produção.
A Induscar-Caio fechou os seis meses deste ano com 25,9% de participação, na frente da Marcopolo, com 18,3%. Em 2005 a empresa de Botu-catu ficou com 24,9% do volume de produção, também acima da encarroçadora gaúcha (21,8%). Em 2004, a Marcopolo estava à frente, com 34,3% de market share, enquanto a Caio, em segundo, teve 23%.
A virada de placar em favor da Induscar-Caio foi possível com o salto nas exportações em 2005, quando embarcou 1.522 unidades, três vezes mais que em 2004. O volume de exportação foi impulsionado pelo Projeto Transantiago, uma mega encomenda de quase dois mil ônibus feita para equipar a capital chilena e que, nas carro-cerias, além da Caio, beneficiou a Marcopolo e a Busscar. Nos anos anteriores a Indus-car-Caio mandava pouco menos de 10% de seu volume ao mercado externo (no ano passado destinou ao exterior quase 30% da produção). Em 2006, já sem a encomenda da capital chilena, a empresa, ainda assim, embarcou nos primeiros seis meses 532 unidades, 17% da fabricação.
A Induscar tem sua produção concentrada em carrocerias urbanas. No primeiro semestre, das 3.106 unidades, 76% foram do tipo urbano convencional. Ônibus de menor porte, na categoria mini e micros, representou 21%. A linha rodo-viária ficou com restantes 3%. No ranking geral das associadas da Fabus, a Induscar teve 38,8% do mercado de carrocerias urbanas no primeiro semestre deste ano, sem praticamente alterar o share registrado em igual período de 2005. A Ciferal, do grupo Marcopolo, com 26%, também manteve a participação. Já a catarinense Busscar, com 10,3% em 2006, tomou o terceiro lugar nas urbanas que em 2005, no primeiro semestre, pertencia à gaúcha Comil agora, em quinto lugar, atrás também da conterrânea Neobus.
A Induscar também tem atuação destacada no ranking geral dos fabricantes de carrocerias para mini e microônibus. Fechou o semestre com 26,9%, encostada na líder, Neobus, com 27%. Já na carro-ceria rodoviária, a Induscar, sem tradição, foi a penúltima colocada, com 3% de participação no primeiro semestre.
De todos os tipos, na primeira metade de 2006 a Induscar produziu média mensal de 620 unidades 63% acima do volume registrado em igual período de 2005, quando manteve um ritmo mensal de 380 unidades. No segundo semestre do ano passado, com o aquecimento da encomenda do Chile, principalmente, a empresa elevou o volume para 540 carrocerias mensais. O volume médio de 2006 está maior, mas com uma diferença: o mix agora privilegia carrocerias de menor valor agregado. Chegar à casa de 5 mil unidades por ano foi um vigoroso passo para quem começou a operar apenas em 2001. Novos saltos, reconhece a direção da empresa, precisam ser dados com retaguarda, até porque o mercado exige grande contingente de mão-de-obra especializada e não se pode esticar e encolher a produção sem se atentar para os problemas gerados por tal instabilidade.
Apesar de novatos na produção, os controladores da Induscar, entre eles o Grupo Ruas, são operadores do setor e conhecem bem as imprevisibilidades do mercado.
Uma saída para contornar os humores do negócio é internacionalizar a produção fator que traz menos riscos à continuidade das exportações. A Induscar está iniciando operação internacional na África do Sul com um parceiro local, a Buss-mark, que monta as carrocerias mandadas do Brasil. A idéia é esgotar esse estágio antes de localizar a produção. "Nossas ações não são guiadas pela vaidade, até porque estamos firmes no propósito de tornar a empresa perene", é o pensamento da direção manifestado por Mauricio Lourenço da Cunha, que comanda a área industrial da Induscar-Caio.
http://www.revistatechnibus.com.br/
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07/09/2006 22:42
Projeto de Lei
Projeto de Lei
Transporte rodoviário pode se tornar mais competitivo
Tramita na Câmara o Projeto de Lei 7015/06, do deputado Ivo José (PT-MG), que altera a legislação relativa às licitações de linhas do serviço de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros de forma a torná-lo mais competitivo.
De acordo com o autor, entre outros problemas existem linhas nas quais, mesmo havendo interessados, apenas uma empresa explora o serviço; ou então, empresas com contratos vencidos que continuam a explorar o serviço. "Isso causa prejuízos para o consumidor do ponto de vista da tarifa e da qualidade da prestação do serviço", acredita.
Sem exclusividade
Entre as principais alterações da proposta ao Decreto 2521/98, que regulamenta a exploração de serviços de transporte, está a determinação de que a permissão para explorar determinada linha não poderá ser exclusiva de uma única empresa. Também não poderão operar na mesma linha transportadoras que mantenham entre si vínculos de interdependência econômica.
A proposta também determina que o prazo das permissões será de 15 anos, prorrogável apenas por mais oito, período após o qual deverá haver nova licitação.
Para regular as permissões hoje em vigor, a proposta estabelece que aquelas outorgadas anteriormente à lei serão válidas pelo período estabelecido em contrato, respeitado o limite de 15 anos. As permissões em vigor por prazo indeterminado ou vencidas serão válidas pelo prazo necessário a uma nova licitação, no limite de 24 meses.
Proteção ao usuário
Ivo José explicou que apresentou sua proposta porque acredita que a legislação de hoje sobre o tema ainda não protege os interesses do usuário adequadamente, e para isso seria necessário garantir a competição. "Queremos regulamentar a oferta, mediante licitação, de linhas do serviço de transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros, com regras específicas para os referidos serviços, de forma a garantir a real concorrência, a qualidade dos serviços e a redução das tarifas", explicou.
Tramitação
A proposta tramita em caráter conclusivo e será examinada pelas comissões de Viação e Transportes; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.(Reportagem - Vania Alves / Edição - João Pitella Junior)
Fonte: Agência Câmara Notícias
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01/09/2006 21:01
Grupo ZF
Amplia fornecimento para Volvo e equipa novos ônibus do projeto Transantiago
Os 499 ônibus adicionais para o projeto de transporte público chileno
têm transmissão , sistema de direção e eixos produzido pela ZF
As transmissões dos 499 ônibus Volvo adicionais recém-adquiridos pelos operadores do projeto Transantiago, sistema organizado de transporte coletivo urbano da capital chilena, também são ZF. Os veículos, a serem produzidos em 2007 - 171 ônibus articulados de piso baixo (B9 SALF) na fábrica da Volvo em Curitiba e 328 ônibus modelo B7RLE em Boras (Suécia) -, serão equipados com transmissão automática de 6 marchas ZF Ecomat 2+ .
Com mais esta aquisição, a montadora atinge a marca de 2.278 unidades destinadas ao programa Transantiago, todos com tecnologia ZF. Tanto os ônibus articulados quanto os convencionais também são equipados com o mecanismo de direção ZF Servocom 8098 e bomba de direção ZF FN 3.1, fornecidos pela ZF Sistemas de Direção. A ZF também fornece eixos traseiros para piso baixo AV132 e eixos não-tracionados AVN132 para os ônibus articulados.
Esta é a segunda grande venda da Volvo para o Transantiago em menos de dois anos. As primeiras 1.159 unidades do B9 SALF e 620 do B7RLE, adquiridas em janeiro de 2005 e que já estão rodando nas linhas troncais de Santiago, também são todas equipadas com transmissão ZF Ecomat 2+.
Além disso, os ônibus modelo B9 SALF têm componentes de chassis produzidos pela ZF Lemförder do Brasil, como barras de ligação, direção, reação e tirante de barra estabilizadora. Já os modelos B7RLE possuem componentes fornecidos pela ZF Lemförder da Alemanha.
O Grupo ZF é um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de transmissão e tecnologia de chassis para o setor automotivo. Com mais de 54 mil colaboradores e 122 operações em 26 países, registrou vendas de 10,8 bilhões de euros em 2005. Na América do Sul, o grupo faturou R$ 1,1 bilhão em 2005, conta com mais de 4.000 colaboradores e possui unidades em Sorocaba (SP), São Bernardo do Campo (SP), Araraquara (SP), Belo Horizonte (MG) e San Francisco (Argentina). Fabrica transmissões para veículos comerciais; sistemas de direção, sistemas de embreagens, amortecedores e componentes de chassis para veículos comerciais e de passeio; além de eixos e transmissões para máquinas agrícolas e reversores marítimos.
Fonte : Secco Consultoria
enviada por Busologos em Ação
01/09/2006 20:56
Banco VW passa a oferecer nova opção de financiamento
/9/2006 - O Banco Volkswagen tem uma novidade para o mercado de caminhões e ônibus. Trata-se da nova opção de financiamento disponível em toda a rede concessionárias da marca: o Finame Leasing.
Subsidiado pelo BNDES, o Finame Leasing Banco Volkswagen apresenta prazos flexíveis de pagamento e taxas de juros reduzidas. O banco da montadora, por sua vez, ainda oferece o benefício de pagamento da primeira parcela somente no quarto mês após a assinatura do contrato.
Condições - O Finame Leasing é uma operação de arrendamento mercantil (leasing) com recursos do BNDES. Na prática, o Banco Volkswagen, como empresa arrendadora, deve os valores das prestações ao BNDES - de acordo com as normas e determinações estabelecidas pela entidade. O cliente, como arrendatário, deve os valores das prestações para o banco da montadora, que segue as normas específicas de Leasing determinadas pelo Banco Central.
O Finame Leasing Banco Volkswagen está disponível para pessoa física e pessoa jurídica, de acordo com o critério imposto pelo BNDES. As operações do novo financiamento começam com taxa de 1,29% ao mês; prazo mínimo de 24 meses e máximo de 60 meses para caminhões (pessoa jurídica) e 72 meses (pessoa física); e 72 meses para ônibus (pessoa jurídica). "Uma das grandes vantagens do Finame Leasing Banco Volkswagen é o processo desburocratizado, uma vez que o empréstimo do BNDES é feito para a Volkswagen Leasing. Isso elimina a apresentação de todas as certidões que seriam necessárias em uma operação de Finame", revela Renata Giannini, gerente de Marketing e Desenvolvimento de Negócios do Banco Volkswagen.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12741
enviada por Busologos em Ação
01/09/2006 20:52
Chassis Mercedes para SP
Diversas empresas de ônibus da capital encomendaram mais de 1 000 novos chassis à marca
A DaimlerChrysler concluiu a venda de 1 055 chassis de ônibus Mercedes-Benz para diversas empresas de transporte da cidade de São Paulo.
Entre os modelos pedidos, 750 são chassis comuns e outros 305 são articulados.
A entrega está marcada para o mês de fevereiro do próximo ano, quando os construtores locais começarão a produzir as carrocerias.
São Paulo é o maior mercado de ônibus do país, com mais de 38 000 unidades circulando pela capital. Dentre estes, 25 000 são produzidos pela Mercedes-Benz.
http://transportemundial.terra.com.br/
enviada por Busologos em Ação
01/09/2006 20:48
Tabela de especificações de chassi de ônibus
Esta tabela foi criada para sanar um velho problema que eu tinha: Sempre que precisava saber das especificações dos chassis dos ônibus, precisava ficar navegando ou desencavando meus folders, as informações ficavam em lugares diferentes, sempre dificultando comparações e rápidas consultas. Pois então, criado inteiramente "no braço" (como sempre...), eis a mais completa tabela de especificações de chassi de ônibus.
Obs 1: Todos os chassis estão configurados com todos os opcionais disponíveis para o mesmo.
Obs 2: Foram levados em conta, primeiro os dados dos sites das fabricantes, e depois os folders que as mesmas me forneceram.
Obs Scania: Todos os chassis dasta empresa, têm motor diesel com turbo e intercooler de 6 cilindros.
Obs Volvo: Todos os chassis desta empresa, têm suspensão a ar, motor diesel com turbo e intercooler de 6 cilindros.
Obs Mercedes-Benz: Todos os chassis dasta empresa, têm motor turbo com intercooler, a gás ou diesel, de 4, 5 ou 6 cilindros.
Tabela de especificações de chassis de ônibus rodoviário
Marca/Modelo do chassi Motor Câmbio Suspensão Largura total frontal/traseiro (m) Capacidade total (kg) Freios ABS Opção para piso-baixo Extras
Marca/Modelo Litragem (L) Potência (cv) (rotação) Torque (kgfm) (rotação) Disposição do motor Marca Tipo Marchas a frente Retardador Neutro na parada Tipo Controle
Scania K124 IB 8x2 NB Scania DSC12 05 eletrônico* 12 420 (1700~1800) 199 (1050~1450) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift) 7 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 29500 sim* não Chassi rodoviário com 4 eixos (standard), ideal para aplicações em Double Decker. Maior potência e torque do mercado.
Scania K124 EB 6x2 LI Scania DSC12 05 eletrônico* 12 420 (1700~1800) 199 (1050~1450) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift)* 8 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 25000 sim não Chassi rodoviário top de linha da Scania. Suspensão dianteira independente, com largura maior que a traseira. Maior potência e torque do mercado. Freios a disco.
Scania K124 IB 6x2 NB Scania DSC12 05* 12 420 (1700~1800) 199 (1050~1450) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift)* 8 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 25000 sim* não Alternativa de chassi ao top de linha, com apenas alguns itens de serie a menos e estrutura básica do chassi igual ao 8x2. Maior potência e torque do mercado.
Volvo B12R 6x2 Volvo D12D 420* 12 420 (1700~1800) 204 (1100~1300) traseiro Volvo eletropneumática (Easy Gear Shift) 8 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 23200 sim* não Novo (2003) chassi rodoviário top de linha da Volvo. Suspensão independente no eixo de apoio traseiro. Menor balança traseira.
Mercedes-Benz O-400 RSD 6x2 Mercedes-Benz OM-457 LA 12 360 (1900) 168 (1100) traseiro ZF eletrônico (Easy-Shift)* 6 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar rebaixamento frontal 2,5 19500 sim* não Chassi rodoviário top de linha da Mercedes-Benz. Plataforma autoportante alongável. Top Brake de série (freio motor).
Mercedes-Benz O-400 RSE 4x2 Mercedes-Benz OM-457 LA 12 360 (1900) 168 (1100) traseiro ZF eletrônico (Easy-Shift)* 6 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar rebaixamento frontal 2,5 16000 sim* não Chassi rodoviário igual ao top de linha da Mercedes-Benz, mas sem eixo auxiliar (3º eixo). Plataforma autoportante alongável. Top Brake de série (freio motor).
Volvo B10R 6x2 Volvo D10A 360 10 360 (2050) 153 (1200) traseiro Volvo* eletropneumática (Easy Gear Shift)* 8 hidrodinâmico (4000Nm, Voith)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 23200 sim* não Solução média da Volvo para chassi rodoviário, semelhante ao B12B. Possui todos os itens do irmão maior, menos o motor.
Volvo B10M EDC 6x2 Volvo DH10A 340 10 340 (2050) 153 (1200) entre-eixos Volvo* eletropneumática (Easy Gear Shift)* 8 eletromagnético (Telma)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 23200 sim* não Chassi com motor entre-eixos exclusivo da Volvo. Proporciona maior capacidade para bagagem e melhor distribuição de peso.
Mercedes-Benz OH-1628 L 4x2 Mercedes-Benz OM-449 LA 10 280 (1900) 127 (1100~1500) traseiro ZF manual 6 hidrodinâmico (2000Nm, Voith) não ar não 2,498 16000 não não Exclusivo motor de 5 cilindros. Pode ser equipado com câmbio automático.
Scania K94 IB 4x2 NB Scania DSC9 15 9 310 (2000) 138 (1350) traseiro Scania eletrônico (Comfort Shift)* 8 hidráulico (3000Nm, Scania)* não ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 19500 sim* não Chassi rodoviário mais acessível da Scania.
Volvo B7R 4x2 Volvo D7A 285 7 285 (2200) 122 (1400) traseiro ZF manual 6 hidrodinâmico (Voith)* não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,499 18000 sim* não Chassi rodoviário mais acessível da Volvo. Para carrocerias de até 13,2m.
(*) Item opcional.
Tabela de especificações de chassis de ônibus urbano
Marca/Modelo do chassi Motor Câmbio Suspensão Largura total frontal/traseiro (m) Capacidade total (kg) Freios ABS Opção para piso-baixo Extras
Marca/Modelo Litragem (L) Potência (cv) (rotação) Torque (kgfm) (rotação) Disposição do motor Marca Tipo Marchas a frente Retardador Neutro na parada Tipo Controle
Volvo B10M EDC bi-articulado Volvo DH10A 285 10 285 (2000) 135 (1450) entre-eixos ZF automático 5 incorporado ao câmbio não ar não 2,448/2,462 38700 sim não Primeiro e único chassi para ônibus urbano bi-articulado. Volante de direção pequeno, com 45cm de diâmetro. Freios ABS e câmbio automático ZF de série. Com opção para capacidade total de 43200kg.
Mercedes-Benz O-400 UPA PL E Mercedes-Benz OM-449 LA 10 320 (1900) 150 (1100) traseiro Voith automático 3 incorporado ao câmbio não ar não 2,5 26000 sim* não Chassi urbano articulado. Exclusivo motor de 5 cilindros. Único chassi articulado com motor traseiro. Para carrocerias de até 18,5m. Sistema eletrônico de proteção direcional atua na articulação e nos sistemas de aceleração e de frenagem, evitando os efeitos "L" e pêndulo.
Volvo B10M EDC articulado Volvo DH10A 340* 10 340 (2050) 153 (1200) entre-eixos ZF automático 5 incorporado ao câmbio não ar levantamento de 50mm* 2,448/2,462 28200 sim* não Chassi urbano articulado. Volante de direção pequeno, com 45cm de diâmetro. Com opção para capacidade total de 31200kg.
Volvo B10M EDC Volvo DH10A 285* 10 285 (2000) 135 (1450) entre-eixos ZF* automático 5 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento e levantamento de 50mm* 2,448/2,462 17700 sim* não Chassi urbano. Volante de direção pequeno, com 45cm de diâmetro.
Scania L94 UB 4x2 LB Scania DSC9 11 9 220 (2000) 102 (1350) traseiro a 60° ZF automático 4 incorporado ao câmbio sim ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 19100 sim* de série Chassi para ônibus urbano top de linha da Scania. Primeiro chassi com piso baixo de série. Motor traseiro inclinado a 60°, assegurando maior espaço ao habitáculo. Suspensão dianteira independente. Freios a disco opcionais.
Scania L94 IB 4x2 NB Scania DSC9 11 9 220 (2000) 102 (1350) traseiro a 60° ZF automático 4 incorporado ao câmbio sim* ar elevação e rebaixamento total, eletrônico* 2,475/2,467 19500 sim* não Chassi urbano. Motor traseiro inclinado a 60°.
Scania F94 HB 4x2 NZ Scania DSC9 15* 9 310 (2000) 138 (1350) frontal Scania manual 6 eletromagnético (Telma CC160)* não molas trapezoidais não 2,490 19500 não não Único chassi da Scania com motor dianteiro. Com opção para chassi articulado. Chassi para aplicações em terreno acidentado.
Volvo B7R piso baixo Volvo D7B260 7 260 (2200) 112 (1200) traseiro Voith automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento e levantamento de 50mm 2,448/2,499 18000 sim* de série Chassi urbano. Piso baixo, motor 260cv e ajoelhamento da suspensão de série. Volante de 45cm.
Volvo B7R Volvo D7B260* 7 260 (2200) 112 (1200) traseiro Voith* automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento e levantamento de 50mm* 2,448/2,499 18000 sim* não Chassi urbano. Volante de 45cm.
Volkswagen 17.240 OT MWM 6.10 TCA 6,5 240 (2400) 86 (1600) traseiro Eaton manual 6 não sei não ar/mola parabólica não 2,484 16000 não sei não Chassi urbano. Motor turbo com intercooler.
Volkswagen 17.210 OD MWM 6.0 TCA 6,5 206 (2600) 67 (1700) dianteiro Eaton manual 6 não sei não mola parabólica/semi-elíptica não 2,455/2,455 16000 não sei não Chassi urbano. Motor turbo com intercooler.
Mercedes-Benz O-500 U Mercedes-Benz OM-906 LA 6,4 245 (2300) 92 (1500) traseiro ZF automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento 2,472 16000 sim* de série Chassi urbano de piso baixo. Degrau de entrada a 37cm de altura. Freios a disco na frente e atrás e ajoelhamento da suspensão de série.
Mercedes-Benz O-500 M Mercedes-Benz OM-906 LA 6,4 245 (2300) 92 (1500) traseiro ZF automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento* 2,472 16000 sim* não Chassi urbano. Freios a disco na frente e atrás como opcionais.
Mercedes-Benz OH-1623 LG Mercedes-Benz M-366 LAG 6 231 (2600) 73 (1560) traseiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não ar não 2,498 16000 sim* não Chassi urbano. Exclusivo motor movido a gás metano veicular, com turbo e intercooler, como os a diesel.
Mercedes-Benz OH-1621 LE Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) traseiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não ar não 2,498 16000 sim* não Chassi urbano.
Mercedes-Benz OH-1421 L Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) traseiro Allison automático 4 incorporado ao câmbio não ar ajoelhamento 2,452 15000 sim* não Chassi urbano. Para carroceirias curtas. Câmbio Allison automático e ajoelhamento da suspensão de série.
Mercedes-Benz OH-1420 Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) traseiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não ar não 2,470 13950 sim* não Chassi urbano. Para carroceirias curtas.
Mercedes-Benz OF-1721 Mercedes-Benz OM-366 LA 6 211 (2600) 67 (1400) dianteiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não molas semi-elípticas não 2,451 16000 sim* não Chassi urbano.
Mercedes-Benz OF-1417 Mercedes-Benz OM-904 LA II/24 4,3 170 (2300) 67 (1200) dianteiro Allison* automático 4 incorporado ao câmbio não molas semi-elípticas não 2,427 14000 sim* não Chassi urbano. Para carroceria curta. Motor 4 cilindros.
(*) Item opcional.
UM BREVE CATALOGO DAS EMPRESAS QUE USAM ESSES CHASSIS:
1 - EMPRESAS RODOVIARIAS INTERNACIONAIS
2 - EMPRESAS RODOVIARIAS NACIONAIS (Interestaduais / Long distance)
3 - EMPRESAS RODOVIARIAS ESTADUAIS
4 - EMPRESAS URBANAS - SUBURBANAS
5 - TURISMO
1 - EMPRESAS RODOVIARIAS INTERNACIONAIS
conexion con ARGENTINA
CRUCERO DEL NORTE
FLECHABUS
OURO E PRATA
PENHA
PLUMA
REUNIDAS
conexion con CHILE
PLUMA
conexion con PARAGUAY
CATARINENSE
GONTIJO
NACIONAL EXPRESSO
N.S.A
PLUMA
SULAMERICANA
UNESUL
conexion con URUGUAY
E.G.A.
T.T.L.
conexion con VENEZUELA
EUCATUR
EXPRESOS CARIBE
2 - EMPRESAS RODOVIARIAS NACIONAIS ( Interestaduais / long distance)
EXPRESSO ADAMANTINA
AGUIA BRANCA
AMEP
ALTAFINI
ARAGUARINA
BOMFIM
CAPRIOLI
CATARINENSE
CIDADE DO ACO
EL COMETA
CRUZEIRO DO SUL
EUCATUR
GARCIA
GONTIJO
GRACIOSA
EXP.GUANABARA
EXP.ITAMARATI
ITAPEMIRIM
MARINGA
MOREIRA
GRACIOSA
MOTTA
1001
NACIONAL EXPRESSO
EXP.NORDESTE
VIACAO NORDESTE
NORMANDY
NOVA INTEGRACAO
NOVO HORIZONTE
OURO BRANCO
OURO E PRATA
OURO VERDE
PASSAREDO
PASSARO VERDE
PENHA
PRESIDENTE
PRINCESA DO AGRESTE
PRINCESA DOS CAMPOS
PRINCESA DO IVAI
PRINCESA DO NORTE
PLUMA
PROGRESSO
RAPIDO DO ESTE
RAPIDO FEDERAL
REUNIDAS
REUNIDAS PAULISTA
ROTA FEDERAL
SALUTARIS
SANTA CRUZ
SALUTARIS
SANTA CRUZ
E.S.A.(SANTO ANTONIO)
SAO BENTO
SAO GERALDO
SAO LUIZ
SAO RAPHAEL
SARITUR
SERTANEJA
SALAMERICANA
T.T.L.
UNESUL
TRANS BRASILIANA
TRANSPEN
EXP.UNIAO
UTIL
UNIDA
VERA CRUZ
XAVANTE
3 - EMPRESAS RODOVIARIAS ESTADUAIS ( Intermunicipais / larga distancia)
IPU BRASILIA
MINA GERAIS
SERRO
TRANSPROGRESSO
SANTA CATARINA
PAULOTUR
SAO PAULO
ATIBAIA SAO PAULO
CRUZ
PARATY
PIRACICABANA
VALE DO TIETE
4 - EMPRESAS URBANAS-SUBURBANAS organizadas por ciudad
AMAZONAS
Manaus
EUCATUR
BAHIA
JOALINA
B.T.U.
CEARA
VITORIA
DISTRITO FEDERAL
Brasilia
EXPRESSO CAPITAL
RAPIDO BRASILIA
RAPIDO PLANALTINA
SANTO ANTONIO
VENEZA
VIVA BRASILIA
Escolar Brasilia
RAPIDO GIRASSOL
GOIAS
RAPIDO ARAGUAIA
ESPIRITO SANTO
Vitoria
GRANDE VITORIA
LAGOAS
Ciudad de MACEIO
SORRISO
MATO GROSSO
Sao luiz
SAO BENEDITO
MINA GERAIS
Alem Paraiba
SALVINI
Araxa
VERA CRUZ
Bello Horizonte
CISNE
PARANA
Curitiba
NOSSA SRA.DA LUZ
SAO JOSE
Campo Mourano
MOURAOENSE
Joinville
CANARINHO
São José dos Pinhais
SANJOTUR
PERNANBUCO
Paraibana
DUTRA
JOALINA
RIO DE JANEIRO
Hortensias
SAO LUIZ
Rio de Janeiro
VIAÇAO ACARI
ALPHA
FUTURO
PEGASO
RIO ITA
SAENS PENA
TRANSURB
Santo Antonio de Padua
PADUA TOUR
RIO GRANDE DO SUL
Porto Alegre
CARRIS
RORAIMA
Boa Vista
EUCATUR
SANTA CATARINA
Itajai
ITAJAI
Canasvieiras
CANASTRANS
Florianopolis
ESTRELA
SAO PAULO
Regiao Metropolitana Sao Paulo
Sao Paulo
CAIEIRAS
SANTA BRIGIDA
Guarulhos
GUARULHOS
Américo Brasiliense
PARATY
Araraquara
PARATY
Atibaia Sao Paulo
ATIBAIA SAO PAULO
Caieiras
CAIEIRAS
Guaruja
GUARUJA
Franco da Rocha
CAIEIRAS
Ibate
PARATY
Matao
URUBUPUNGA
Parnaiba
URUBUPUNGA
Rio Preto
CIRCULAR SANTA LUZIA
Riverao Preto
TRANS CORP
San Bernardodo Campo
TRANS BUS
5 - TURISMO
MIMO
NOVA CONQUISTA
MELTUR
SUZANTUR
TAGUATUR
Parana - Curitiba
MELISSATUR
Sao Paulo
J.W.A.
MAGUETA
© - Miguel.mamc@ibest.com.br
Asociação Carioca de Busologia Equipe Busólogos em Ação _ RJ ® Um hobby, uma paixão,uma devoção!!!
enviada por Busologos em Ação
26/08/2006 13:36
Receita internacional da Marcopolo registra quebra de 18,4%
Negócios da empresa brasileira com o exterior abrandaram nos primeiros sete meses do ano e a produção total de ônibus caiu 3% face ao mesmo período de 2005
O faturamento da Marcopolo entre janeiro e julho com exportações e negócios realizados no exterior somou R$ 444 milhões, menos 18,4% que nos primeiros sete meses do ano passado. Segundo anunciou a fabricante brasileira de ônibus, que tem uma unidade de produção instalada em Portugal, o valor representa 46,3% da receita líquida do grupo.
A receita da Marcopolo no mês, com exportações e negócios realizados no exterior, foi de R$ 95,2 milhões. A receita líquida do mês, incluindo negócios com o exterior e o Brasil, alcançou R$ 175 milhões.
O faturamento líquido acumulado pela Marcopolo entre janeiro e julho atingiu R$ 959 milhões, cifra que corresponde a queda de 1,1%, na relação com o mesmo período do exercício anterior, indica o último relatório de desempenho da empresa.
A produção global das empresas Marcopolo (Brasil e exterior) atingiu, no mês de julho, 1.448 unidades, e a produção acumulada de janeiro a julho totalizou 9.195 unidades, representando queda de 3% sobre 2005.
Fonte:
www.portugaldigital.com.br
enviada por Busologos em Ação
26/08/2006 13:32
Comil completa e faz modificações na linha de rodoviários
O mais novo rodoviário da Comil, Campione 4.05HD é lançado trazendo novidades e diferenciais. Sistema Multiplex com computador de bordo, aumento da área envidraçada, bar personalizado e outros itens de conforto. A nova carroceria foi projetada em um software de última geração, onde o resultado final traz alinhamento, aerodinâmica e até redução no peso.
Alterações nos demais produtos
Neste mês, a Comil lança duas versões de para-choques: a atual (lançada o ano passado) recebe o nome Campione X, e a nova versão que perdeu os vincos inferiores recebe o nome de Campione L.
Nos carros que receberem motor dianteiro (3.25 L e 3.45 L), a grade de entrada de ar também recebe nova versão, posicionada mais abaixo e maior.
Com informações de: Andrei Schmidt
Paulo Sérgio Vieira Filho
Railbuss.com
http://www.railbuss.com/noticias/view.php?id=1496&page=1
enviada por Busologos em Ação
23/08/2006 20:10
O Transporte Rodoviário de Passageiros no Brasil
Por José Luiz Santolin
Superintendente da ABRATI
Em sete décadas de intensos esforços e com a superação de desafios dos mais variados gêneros, os empresários privados nacionais construíram um dos maiores e melhores sistemas de transporte de pessoas por ônibus que se conhece no mundo e ele é o sistema brasileiro, indo dos serviços intermunicipais, passando pelos interestaduais e chegando aos internacionais, admirado e reconhecido por muitos, brasileiros e estrangeiros, mas criticado e mesmo relegado por outros, em especial por parte do setor público, em frontal paradoxo com a realidade, já que o transporte de passageiros, como de todos é sabido, é de natureza pública e incumbência legal do Estado para seu provimento aos cidadãos. É serviço essencial e que deveria ser priorizado pelas administrações. Não fosse essa dedicação da iniciativa privada, mesmo em cenário adverso, e possivelmente teríamos mais um serviço púbico classificado como sofrível, se diretamente prestado pelos Governos, a exemplo do que constantemente se vê com saúde, segurança, saneamento, educação básica e outros. Inobstante isso, os brasileiros podem contar com um transporte rodoviário por ônibus de muito boa qualidade, com veículos confortáveis e seguros e com pessoal de alta qualificação profissional em atividade e aos menores custos quando comparados com os demais países. É imperioso registrar que o transporte rodoviário de passageiros não conta e nunca contou com nenhum tipo de subsídio ou benefício fiscal, como muitos outros serviços públicos em nosso País. Sequer há linha de crédito direcionada para financiamento de veículos no processo regular de renovação de frota, que é um imperativo determinado pelo próprio Poder Concedente, enquanto que para setores industriais, agrícolas e outros há linhas incentivadas e direcionadas.
Parece que o setor de transporte não está incluído no rol daqueles que são essenciais para os gestores públicos, com raras exceções. O setor, por sua entidade de classe, tem orgulho em afirmar que cumpre seu papel com eficiência, apesar das dificuldades, alcançando os parâmetros da legislação aplicada e, acima de tudo, as expectativas dos usuários, como revelam as pesquisas de opinião que são realizadas periodicamente. O quadro institucional onde o setor se acha inserido seja no âmbito federal, seja no caso dos Estados, estes em maioria, é que é desalentador para a iniciativa privada, por ausência de regras claras capazes de oferecer a indispensável segurança aos investimentos vultosos e contínuos exigidos pela atividade. Não se tem, por outra parte, a ação gestora dos organismos públicos encarregados, na medida necessária, quer no trato da política tarifária, quer na fiscalização da prestação dos serviços, especialmente para inibir a atuação dos operadores clandestinos que corroem o equilíbrio econômico-financeiro das permissionárias regulares, já que não pagam tributos e contribuições como o fazem as permissionárias e, assim, concorrem ruinosamente com as empresas regulares, tirando-lhes a capacidade de reinvestimentos e geração de novos empregos. Outro fato a registrar nesse cenário nada animador é a elevada carga tributária que afeta o setor, onde se tem uma incidência na ordem de 40% sobre o serviço que é destinado à camada menos favorecida da população e exatamente a de menor poder aquisitivo. A falta de isonomia tributária, quando comparado com o modal aéreo, é uma prova de injustiça social, já que os usuários dos aviões não pagam vários dos impostos que são cobrados dos menos aquinhoados que utilizam o ônibus, a começar pelo ICMS. O quadro e as perspectivas do setor são de desânimo, contrapondo-se com as intenções manifestadas pelo Governo para as chamadas parcerias público-privadas. Por incrível que pareça, a impressão que passa é a de que a atividade do transporte rodoviário de passageiros não integra a infra-estrutura do País. Finalizando e, em que pesem todos os senões apontados, manifestamos nossa crença em dias melhores para essa importante e imprescindível atividade social para o nosso povo. Não se pode permitir que um setor de fundamental importância para os brasileiros seja desintegrado simples ausência de políticas públicas ajustadas à realidade.
http://www.cnt.org.br/
enviada por Busologos em Ação
23/08/2006 20:03
Ônibus elétrico

Ônibus elétrico
Pode ser alternativa para combater a poluição urbana
Os estudos sobre o impacto da poluição em grandes centros urbanos brasileiros, desenvolvidos pelo Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP), foram apresentados no VE 2006 4° Seminário e Exposição de Veículos Elétricos que o INEE (Instituto Nacional de Eficiência Energética) realizou nos dias 15 e 16 de agosto, na Escola SENAI Mário Amato Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental, em São Bernardo do Campo, SP.
Segundo o pesquisador e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e chefe do Laboratório de Poluição, Paulo Hilário Nascimento Saldiva - que participou do módulo sobre VE e Meio Ambiente - os governos pagam um custo muito alto na saúde pública com o tratamento de doenças relacionadas à poluição. Ele cita como exemplo os Estados Unidos: o país decidiu ser mais exigente com a questão do meio ambiente, inclusive adotando ônibus elétricos no transporte público de Nova York, por uma simples matemática financeira. Para cada dólar gasto com poluição, eles ganham oito dólares em saúde, afirma o pesquisador.
Estudos sobre a poluição do ar na capital paulista e o impacto sobre a saúde da população, revelaram que, nos dias de maior poluição, quem mora em São Paulo tem um quadro clínico de inflamação pulmonar (um fechamento pequeno das artérias que podem levar ao aumento da pressão arterial hipertensão). O efeito não é sentido imediatamente pela maioria das pessoas, no entanto, após décadas convivendo com esse quadro, pode ocorrer a redução da expectativa de vida.
Outro dado preocupante é o número de mortes por doenças agravadas pela poluição. Saldiva afirma que em São Paulo morrem nove pessoas por dia, vítimas da poluição, o que representa entre 5% a 10% do número de óbitos da capital paulista.
Os estudos desenvolvidos no Laboratório paulista indicam que os grandes problemas em São Paulo e nos grandes centros urbanos do mundo são o ozônio e o material particulado, sendo que, respectivamente, 80% e 40% dos precursores desses dois poluentes derivam da frota de veículos a diesel.
São Paulo apresenta o dobro do limite para a qualidade do ar recomendado pela Organização Mundial de Saúde. O máximo tolerável seriam 20 microgramas por m3 de material inalável, e São Paulo apresenta 40 microgramas por m3. São Paulo é pior que Los Angeles e até Nova Iorque é mais limpa, compara o professor. Mas, segundo ele, São Paulo não é a capital com a pior qualidade do ar: no Rio de Janeiro, o índice é de 60 microgramas por m3.
Nos grandes centros urbanos, o transporte é responsável por 70% da poluição. São Paulo tem jeito desde que se adote uma política no médio prazo para o favorecimento de transporte público, avalia o professor, lembrando que nos últimos dez anos o crescimento populacional foi de 16%, enquanto a frota de veículos aumentou 67%, ou seja, quatro vezes mais que a população.
O paulistano está migrando para o transporte individual, lembra. O pesquisador afirma que é preciso a adoção de programas que permitam a melhoria dos transportes públicos ou a adoção de veículos limpos. Existe uma série de medidas que podem ser implementadas. O problema é que exigem investimento por parte do governo e das montadoras, resultando em maiores gastos para o consumidor, avalia.
Segundo o diretor do INEE, Antonio Nunes Júnior, existem atualmente nos Estados Unidos cerca de 750 ônibus elétricos híbridos (motor a diesel acoplado a um gerador que alimenta as baterias do motor elétrico) circulando no trânsito urbano, sendo que Nova Iorque concentra o maior número de veículos com 474 ônibus previstos para dezembro deste ano.
Os primeiros dez veículos começaram a operar na cidade americana em 2003; no ano seguinte, a frota atingiu 141 ônibus, saltando para 335 veículos no ano passado. Nesse período foram retirados de circulação 580 ônibus com motores diesel de dois tempos, muito poluentes. O resultado aparece nos estudos sobre a qualidade do ar de Nova Iorque.
A experiência americana, com a entrada dos ônibus elétricos híbridos no sistema de transporte coletivo urbano, mostra que em relação aos ônibus convencionais há uma redução de 75% óxidos de nitrogênio (NOx); de 50% de material particulado (fumaça negra); de 40% a 50% de dióxido de carbono (CO2), além de praticamente zerar a emissão de monóxido de carbono.
Além da redução das emissões de poluentes, as modificações na frota de Nova Iorque também foram motivadas por outros fatores como a operação mais silenciosa, já que o ônibus elétrico híbrido produz menos ruído e ainda a redução dos custos operacionais com o consumo menor de combustível (entre 30% e 40%).
O seminário contou com o patrocínio é de UTE Norte Fluminense, CPFL Energia, Fundação Hewlett, AES Eletropaulo, Ministério da Ciência e Tecnologia e Eletra Industrial, e com o apoio das seguintes entidades: Associação Brasileira de Engenharia Automotiva (AEA), Associação Nacional de Transportes Públicos (ANTP), Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (ABINEE), Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU), Centro Universitário da FEI (Faculdade de Engenharia), Centro Nacional de Referência em Energia do Hidrogênio (CENEH).
Fonte: Redação Webtranspo
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22/08/2006 21:54
Volkswagen Caminhões e Ônibus lança página na Internet

Volkswagen
Volkswagen Caminhões e Ônibus lança página na Internet
. Acesso rápido, linguagem simples e direta
. Informações completas sobre a montadora e seus produtos
. Serviços e diversão para o usuário
A Volkswagen Caminhões e Ônibus acaba de lançar sua nova página na internet: a www.vwcaminhoeseonibus.com.br. Desenvolvida de acordo com os padrões de identidade visual da empresa, a página oferece diversas ferramentas aos usuários. Serviços rodoviários é um dos destaques. Com ele, o usuário pode traçar todo o caminho que pretende percorrer, conhecer as condições das estradas em tempo real, a duração do percurso e o número de pedágios, entre outros. Esse é um serviço inédito entre as montadoras do segmento, diz Luiz Roberto Imparato, gerente de marketing da Volkswagen Caminhões e Ônibus.
Com linguagem simples e direta, a página possui informações sobre as fábricas da empresa localizadas em Resende (RJ), Puebla (México) e Port Elizabeth (África do Sul). O link Empresa traz uma régua do tempo contando toda e evolução e principais acontecimentos envolvendo a montadora desde 1958. Na área de produtos, o cliente consegue visualizar, de forma ilustrativa, algumas opções de cores, diferenciais técnicos e atributos dos caminhões e ônibus. Também é possível obter a versão mais atualizada dos folhetos de especificação técnica.
Além de adquirir informações sobre peças, acessórios e assistência técnica, o cliente pode, com a ajuda de mapas, localizar a concessionária Volkswagen Caminhões e Ônibus mais próxima. As recentes notícias da empresa e a participação em eventos como o Rally dos Sertões 2006 e a Fórmula Truck estão entre os outros destaques.
O público infantil também foi lembrado. O site traz na seção Divirta-se brincadeiras como o jogo dos 7 erros, quebra-cabeça, etc. O usuário pode ainda conhecer algumas campanhas publicitárias da montadora e enviar fotos, comentários e histórias que poderão figurar na coluna Mural. Nosso objetivo é oferecer vantagens reais e atrativos aos usuários ligados ou não ao transporte, diz Imparato.
Fonte: Volkswagen
www.vwcaminhoeseonibus.com.br.
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19/08/2006 15:43
MARCOPOLO É ESCOLHIDA NOVAMENTE COMO UMA DAS MELHORES !!!!!!
MARCOPOLO É ESCOLHIDA NOVAMENTE COMO UMA DAS MELHORES EMPRESAS PARA SE TRABALHAR
Este é o oitavo ano consecutivo em que a companhia é eleita pelo Guia EXAME-VOCÊ S/A
A Marcopolo S.A., uma das principais companhias do mundo em soluções e serviços para o transporte coletivo, foi eleita pela oitava vez consecutiva uma das Melhores Empresas para Você Trabalhar do Brasil, conforme o Guia EXAME-VOCÊ S/A. A indicação é resultado da pesquisa de clima organizacional realizada com os colaboradores, que avalia o grau de satisfação com o ambiente de trabalho, com as lideranças e com as políticas e práticas de gestão da companhia. A entrega do prêmio acontece hoje, dia 15, às 19h30, em São Paulo.
Sempre atenta às necessidades de seus colaboradores, a empresa desenvolve programas que visam o desenvolvimento pessoal e profissional dos colaboradores, incluindo bolsas de estudo concedidas pela Fundação Marcopolo, cursos voltados para o aperfeiçoamento técnico, formação de lideranças e aulas de idiomas para aqueles envolvidos em projetos no exterior. O Plano de Carreira por Competências e Habilidades incentiva o crescimento na própria empresa mediante a abertura de vagas pelo Programa de Recrutamento Interno.
O bom trabalho, a dedicação e a colaboração de cada um são reconhecidos pelo EFIMAR, programa de participação nos lucros e resultados, e pelo Prêmio Honra ao Mérito, que faz homenagens aos colaboradores a cada cinco anos de serviços prestados à empresa. A camaradagem e o espírito de equipe são estimulados por atividades de integração, como reuniões de grupo, festas, eventos tradicionalistas, campeonatos internos e torneios esportivos.
Os colaboradores também são incentivados ao trabalho voluntário com crianças e idosos, recebendo apoio e orientação para a realização das atividades definidas em conjunto com as instituições beneficiadas. Além disso, a Marcopolo desenvolve programas que estimulam o respeito mútuo, promovem a melhoria da comunicação entre as pessoas, garantem a imparcialidade e a justiça no tratamento a todos os colaboradores e dão credibilidade às decisões tomadas pela empresa.
Líder nacional no desenvolvimento e na fabricação de ônibus, microônibus e miniônibus, a Marcopolo possui operações nas cidades de Caxias do Sul (RS), Xerém (RJ) e São José dos Pinhais (PR), além de fábricas na África do Sul, Colômbia, México e Portugal. Com quase 11 mil colaboradores, a empresa registrou receita líquida de R$ 1,709 bilhão no ano passado
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19/08/2006 15:26
Ônibus entra no plano de mídia
mídia exterior, que engloba outdoors, painéis em vias expressas, mobiliário externo e bus door, é vista pelos publicitários como uma forma interessante de colocar seu produto ao alcance dos olhos dos consumidores em todas as etapas de seu dia. Pela mobilidade e custo, o bus door, ou seja, a colocação de propaganda na janela traseira dos ônibus nas cidades, se mostra uma das opções mais rentáveis. Com criatividade, é possível, inclusive, aumentar a área ocupada pela propaganda no veículo.
O vice-presidente de Criação da agência de publicidade Bullet, Mentor Muniz Neto, explica que o destaque do bus door e outros tipos de mídia exterior novas tem sido grande também em outros países, já que as pessoas cada vez mais estão fora de casa o dia inteiro. "Mídias como o bus door são chamadas de "out of home", ou seja, na rua. Ficamos impressionados aqui na agência com o uso que tem sido feito na Europa, por exemplo, com os pontos de ônibus. Isoladamente, o bus door tem uma atitude fraca. Por isso, deve ser parte de uma estratégia maior. Hoje em dia, as campanhas buscam fechar o relógio do consumidor", explica Muniz Neto.
Suzane Hofmann, gerente de Comunicação da Triumph, multinacional de moda íntima que comercializa no Brasil a marca Sloggi, entre outras, aceitou a proposta de sua agência de publicidade para criar uma campanha de impacto no Rio de Janeiro. "A campanha da Sloggi String marca o reposicionamento da marca no mercado brasileiro. Para atingir nosso objetivo, precisávamos de uma grande cobertura, com impacto. Daí, a aposta na mídia exterior, e principalmente, no bus door", explica Suzane.
O foco da campanha era o público de alto poder aquisitivo, e, segundo Suzane, a opção foi por ônibus de turismo que circulam na orla do Rio de Janeiro e fazem o trajeto entre a Zona Sul, Barra e parte do Centro. "A campanha começou há três meses e já estamos recebendo retorno do sucesso. As lojas aumentaram os pedidos", comenta.
O bus door apresenta um grande potencial de cobertura e grande recall de mensagens, afirma José Rubens da Silva, diretor de Mídia do grupo Young & Rubican (Y&R), citando estudos do Marplan e do TGI do Ibope. "Você pode ter cobertura em vários targets, determinados através dos softwares de geoprocessamento. Esta mídia oferece uma maior possibilidade de cobertura", diz.
A mídia, no entanto, deve ser tratada com cuidado. Além da escolha cuidadosa na distribuição geográfica, os publicitários recomendam atenção aos prazos das campanhas, para não correr o risco de ver um bus door alusivo ao Dia dos Namorados circulando ainda em julho.
"O principal cuidado deve ser com o prazo, pois não adianta ter uma campanha bem feita que continue a circular após o prazo", explica Marilene Fernandes, diretora de Mídia da Giovanni,FCB Rio e presidente do Grupo de Mídia do Rio de Janeiro. Marilene lembra que o Bus door é uma mídia que dá margem para a criatividade. "Em uma campanha para o refrigerante Kuat, colocamos uma imagem que dava a impressão que o interior do ônibus estava suando", explica.
Já a cadeia de fast food Burger King, principal concorrente mundial do McDonald"s, que aportou no País em 2004, optou pelo bus door para anunciar seus novos sanduíches, o Cheeseburger XL e o Whopper X-Treme, na época do lançamento do filme X-Men 3. "Como temos nove restaurantes em São Paulo e somente um em Belo Horizonte, Brasília e Salvador, optamos por uma mídia que fizesse cobertura próxima às áreas dos restaurantes. Em Belo Horizonte, foram 60 bus door e, em São Paulo, 200. Já em Salvador, optamos pelo mobiliário urbano, pois 70% do público fica nas áreas primária e secundária do shopping", explica Afonso Carlos Braga, gerente de Marketing do Burger King no Brasil, cujo campanha já foi retirada das ruas.
Anúncio do Cimento Mauá circula próximo a lojas
Após quatro anos focando suas ações de marketing no ponto-de-venda, a Lafarge aproveitou a Copa do Mundo da Alemanha e lançou uma nova campanha para o Cimento Mauá, mais abrangente. Destacando atributos da marca, líder de vendas no estado do Rio de Janeiro, como nacionalismo, qualidade do produto e confiança, a empresa espera crescimento de 5% do market share do cimento Mauá.
Além de outdoors, mídia impressa e rádio, o bus door foi utilizado. Segundo Claudia Bonan, gerente de Marketing da Lafarge no Brasil para a divisão Cimentos, a mídia em ônibus ficou restrita aos veículos em circulação no município de São Gonçalo, região metropolitana do Rio. "Nossa área de atuação é a região metropolitana do Rio. Utilizamos o bus door em São Gonçalo, em linhas que circulam na região onde nossos produtos são vendidos. Pensamos no impacto visual e como pegar os consumidores ao longo do dia", explica Claudia.
Ela identifica outra modalidade interessante de aproveitamento de espaço, internamente no teto dos veículos. O obstáculo, segundo Cláudia, é o espaço menor. "Talvez seja interessante para transmitir curtas mensagens, como continuação de uma campanha", afirma.
Braga, do Burger King, complementa. "Não vejo desvantagens no uso do bus door, só acho que a campanha deve ser feita de forma que não seja invasiva e que seja bem-humorada", diz. Muniz Neto, da Bullet, conclui. "O desafio é criar estratégias que sejam eficientes e que coloquem o produto na cabeça do consumidor. Algumas empresas estão extrapolando os limites físicos das mídias e isto é uma tendência natural. Já vemos muitos ônibus não somente com o bus door, mas com toda a propaganda envolvendo o ônibus".
Agências pequenas comercializam espaço
A maioria das agências terceiriza a produção e comercialização dos bus door com pequenas agências especializadas na ferramenta de comunicação.
No mercado há 26 anos, a empresária Terezinha Moraes Maranhão, sócia da Plurex, vê um crescimento no mercado e uma mudança na mentalidade dos executivos de marketing em geral.
"No passado, o bus door era visto como opção somente para gastar as verbas de sobra das campanhas. Hoje, já entram no planejamento inicial de uma campanha de marketing para qualquer empresa. É uma opção de custo baixo e com grande mobilidade", afirma.
Antes, lembra Terezinha, os clientes iam diretamente às pequenas agências. Atualmente, as grandes agências de publicidade são os principais clientes.
"Setenta por cento dos pedidos são feitos pelas agências, que apresentam projetos aos clientes. O custo mensal por bus door varia de R$ 300 a R$ 350. Ele impacta todas as classes sociais e tem maior penetração do que o outdoor", complementa.
A empresária lembra que as empresas devem estar atentas a questões como a legalidade da ação. Em alguns municípios, como o Rio de Janeiro, existem leis que regulam o uso do bus door.
"Há uma lei, de número 1.921, editada em 1992, que regula o uso de mídia exterior. Só é permitido usar o bus door na janela do ônibus, e com autorização, anúncios nas laterais dos ônibus. Envelopamento total e toda a traseira do ônibus só é permitido para ônibus intermunicipais ou de turismo que circulam na cidade", explica.
Jornal do Commercio - Rio de Janeiro - RJ
Data: 15/08/2006
http://www.rioonibus.com/noticias/noticias.asp?id=25385
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19/08/2006 15:22
Adoção de ônibus elétricos híbridos ajudaria a diminuir a poluição
Nove pessoas morrem por dia, em São Paulo, vítimas da contaminação do ar.
A tecnologia dos veículos elétricos no transporte público utilizada em outros países tem propiciado uma redução significativa nos níveis de poluição do ar, diminuindo o custo dos governos com a saúde pública. Os estudos sobre o impacto da poluição em grandes centros urbanos brasileiros, desenvolvidos pelo Laboratório de Poluição da Universidade de São Paulo (USP) serão apresentados no VE 2006 - 4° Seminário e Exposição de VeículosElétricos que o INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética realiza nos dias 15 e 16 de agosto, na Escola SENAI Mário Amato Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental (av. José Odorizzi, 1555), em São Bernardo do Campo (SP).
Segundo o pesquisador e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e chefe do Laboratório de Poluição, Paulo Hilário Nascimento Saldiva - que participará do módulo sobre VE e Meio Ambiente - os governos pagam um custo muito alto na saúde pública com o tratamento de doenças relacionadas à poluição. Ele cita, como exemplo, que os Estados Unidos decidiram ser mais exigentes com a questão do meio ambiente, inclusive adotando ônibus elétricos no transporte público de Nova York, por uma simples matemática financeira. Para cada dólar gasto com (controle da) poluição, eles ganham oito dólares em saúde, afirma o pesquisador.
Na capital paulista, de acordo com o professor, há uma redução em média de um ano e meio na expectativa de vida devido à contaminação do ar. Outro dado preocupante é o número de mortes por doenças agravadas pela poluição. Saldiva afirma que em São Paulo morrem nove pessoas por dia, vítimas da poluição, o que representa entre 5% a 10% do número de óbitos da capital paulista.
Os estudos desenvolvidos no laboratório paulista indicam que os grandes problemas em São Paulo e nos grandes centros urbanos do mundo são o ozônio e o material particulado, sendo que, respectivamente, 80% e 40% dos precursores desses dois poluentes derivam da frota de veículos a diesel. A Organização Mundial de Saúde preconiza como limite para a qualidade do ar 20 microgramas por metro cúbico de material inalável, sendo que São Paulo apresenta o dobro 40 microgramas por metro cúbico. São Paulo é pior que Los Angeles e até Nova Iorque é mais limpa, compara o professor.
Mas, segundo ele, São Paulo não é a capital com a pior qualidade do ar no Brasil: no Rio de Janeiro o índice é de 60 microgramas por metro cúbico. Nos grandes centros urbanos, o transporte é responsável por 70% da poluição. São Paulo tem jeito desde que se adote uma política no médio prazo para o favorecimento de transporte público, avalia o professor, lembrando que nos últimos dez anos o crescimento populacional foi de 16%, enquanto a frota de veículos aumentou 67%, ou seja, quatro vezes mais que a população.
Experiência americana
Os resultados positivos com a substituição gradual dos tradicionais ônibus a diesel pelos elétricos híbridos, tanto para o sistema de transporte como para o meio ambiente, serão mostrados no seminário do INEE a partir da experiência no transporte urbano nos Estados Unidos. Segundo o diretor do INEE, Antonio Nunes Júnior, existem atualmente cerca de 750 ônibus elétricos híbridos (motor a diesel acoplado a um gerador que alimenta as baterias do motor elétrico) circulando no trânsito urbano nos Estados Unidos, sendo que Nova Iorque concentra o maior número de veículos com 474 ônibus previstos para dezembro deste ano.
Os primeiros dez veículos começaram a operar na cidade americana em 2003; no ano seguinte a frota atingiu 141 ônibus, saltando para 335 veículos no ano passado. Nesse período foram retirados de circulação 580 ônibus com motores diesel de dois tempos, muito poluentes. O resultado aparece nos estudos sobre a qualidade do ar de Nova Iorque. A experiência americana, com a entrada dos ônibus elétricos híbridos no sistema de transporte coletivo urbano, mostra que em relação aos ônibus convencionais há uma redução de 75% óxidos de nitrogênio (NOx); de 50% de material particulado (fumaça negra); de 40% a 50% de dióxido de carbono (CO2), além de praticamente zerar a emissão de monóxido de carbono.
Além da redução das emissões de poluentes, as modificações na frota de Nova Iorque também foram motivadas por outros fatores como a operação mais silenciosa, já que o ônibus elétrico híbrido produz menos ruído e ainda a redução dos custos operacionais com o consumo menor de combustível (entre 30% e 40%).
Seminário
O 4° Seminário e Exposição de VeículosElétricos, a ser realizado pelo INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética, vai abordar todos os aspectos relacionados aos veículos elétricos, sejam a bateria, híbridos e de célula a combustível, envolvendo os tipos, a eficiência, o mercado, as pesquisas, a divulgação e a matriz energética. Além do seminário haverá também uma exposição de tecnologias, produtos e serviços com as novidades dos mercados que envolvem os veículos elétricos. O programa conta com palestras, painéis, mesa redonda e workshops.
Os temas escolhidos são: Tipos de veículos elétricos e evolução esperada; Os veículos elétricos e a matriz energética brasileira; Ensino e pesquisa em veículos elétricos: preparando a geração de técnicos; A economia do hidrogênio, células a combustível e os veículos elétricos; Perspectivas para os acumuladores de energia nos veículos elétricos; Soluções para transporte de carga e logística; Veículos elétricos e transporte público; Ações para promoção dos veículos elétricos no Brasil e na América Latina; Regulamentação para veículos Elétricos; Veículos elétricos: eficiência e meio ambiente e Empresas de energia elétrica e os veículos elétricos.
VE 2006- 4° Seminário e Exposição de Veículos Elétricos
Realização: INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética
Fone: (21) 2532-1389
Informações e inscrições: www.ve.org.br
Informações sobre a Exposição
Tel.: (11) 5093-3692
Texto do Ateliê da Notícia, www.ateliedanoticia.com.br
© Todos os Direitos Reservados - Núcleo de Ecojornalistas do Rio Grande do Sul
enviada por Busologos em Ação
17/08/2006 22:22
Reportagem da Globo ficará permanente no BusBlog.
A reportagem sobre os busólogos mineiros produzida pela Rede Globo Minas e exibida no mês de junho de 2006, ficará em um link permanente aqui no BusBlog, o blog do Fãbus.
O arquivo poderá ser acessado por pesquisadores e curiosos sobre o tema "busólogo" ou mesmo pelos amantes do mundo ônibus que queiram exibir a matéria para familiares e amigos
Assista-aqui-os-buslogos-mineiros-na.html
http://fabus-busblog.blogspot.com/2006/08/assista-aqui-os-buslogos-mineiros-na.html
enviada por Busologos em Ação
16/08/2006 20:10
A Volkswagen Caminhões e Ônibus tem novo site (www.vwcaminhoeseonibus.com.br). O destaque fica por conta de uma seção onde o internauta pode traçar todo o caminho que pretende percorrer, conhecer as condições das estradas em tempo real, duração do percurso, número de pedágios, entre outras informações. www.vwcaminhoeseonibus.com.br
enviada por Busologos em Ação
16/08/2006 20:01
Novidade
Cometa vai operar serviço de duas classes
A Viação Cometa vai iniciar em setembro operação com cinco ônibus que trazem no mesmo salão duas classes de serviços. Há dois tipos de poltronas, leito e executivas, informa o superintendente Ivan Comodaro.
Sexta maior empresa do País pelo ranking de passageiros vezes quilômetros (pax.km), a Cometa vai operar ônibus de duas classes nas linhas interestaduais.
Outras empresas já operam no mesmo sistema, a capixaba Viação Águia Branca e a carioca Util.
Ao contrário do transporte aéreo, que cresce 20% ao ano, o transporte rodoviário interestadual e internacional de passageiros convive com estabilidade. Os números preliminares da ANTT, agência de transportes terrestres, mostram em 2005 um setor com frota em 13 mil ônibus, 30 bilhões de pax.km, e 4,2 milhões de viagens. Os dados estão próximos dos registrados em 2004. Ônibus de dois andares é um antídoto do setor para enfrentar competidores e a retração. (Ariverson Feltrin)
Fonte: Jornal Gazeta Mercantil
enviada por Busologos em Ação
16/08/2006 20:00
TRANSTEC 2006
Marcopolo S.A. participa da Transtec, em Caxias do Sul
A Marcopolo S.A., participa da Transtec - Feira de Transportes, Veículos , Implementos, Encarroçadoras e Autopeças, importante evento do setor automotivo que acontece em Caxias do Sul (RS), entre os dias 15 e 18 de agosto. Como destaques serão expostos o ônibus intermunicipal Marcopolo Ideale 770, último lançamento da marca, e o miniônibus Volare W9, mais recente modelo desenvolvido pela fabricante.
O Ideale foi projetado e desenvolvido para atender a demanda dos clientes em linhas de curta e média distâncias. Com capacidade para acomodar até 55 passageiros sentados, mais condutor, o Ideale 770 incorpora importantes avanços tecnológicos e oferece maior conforto.
O modelo é o primeiro da Marcopolo desenvolvido com o conceito de construção modularizada, que permite maior rigidez da estrutura, menor peso total e a redução no custo operacional. No Ideale 770, as saias laterais são feitas com painéis móveis, o que reduz o custo e o tempo em serviço no caso de reparo ou troca, além de facilitar a manutenção.
O novo ônibus foi desenvolvido para os principais chassis do mercado, como Mercedes-Benz, Volkswagen, Agrale, Scania e Volvo. De acordo com o modelo de chassi, pode ter comprimento total de 12.500 mm; largura máxima de 2.500 mm; altura máxima de 3.200 mm, e altura interna de 1.930 mm. Essa versatilidade permite diferentes configurações, inclusive para chassis com motor traseiro (sob consulta).
Volare W9
Desenvolvido para o transporte de passageiros em pequenas distâncias, o W9 é o maior modelo da família Volare. Com 2,25 metros de largura interna, o veículo proporciona elevado nível de conforto para os passageiros e amplo espaço para circulação no corredor central. A versão Executivo/Vip, que estará exposta na feira, pode transportar até 32 pessoas. Além desta, o W9 também está disponível nas versões Urbano/Lotação/Escolarbus.
Equipado com motor eletrônico MWM 4.12 Euro III, com potência de 150 cv a 2.200 rpm e torque de 550 Nm (que atende as exigências da CONAMA Fase V para emissão de poluentes e preservação ambiental), o Volare W9 segue o visual adotado em todos os modelos da marca, completamente diferente dos demais miniônibus fabricados no País. Com linhas arrojadas, marcantes e limpas, o veículo tem como destaque a grade frontal, o conjunto ótico dianteiro e as lanternas e o pára-choque traseiros.
Internamente, o W9 possui elevado padrão de conforto, com a alavanca de câmbio integrada ao painel de instrumentos que proporciona fácil manuseio e redução dos níveis de NVH (ruído, vibração e desconforto). Outro detalhe que amplia a comodidade e o conforto do motorista é a alavanca de freio de estacionamento, com acionamento progressivo e posicionada no lado esquerdo. O painel central garante fácil operação e leitura dos instrumentos e conta com quatro saídas de ar no painel de instrumentos.
Fonte : Secco Consultoria
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10/08/2006 19:21
Estágio na Scania:
Programa de Estágio 2007
Construa uma carreira forte e segura. Venha participar de nosso Programa de Estágio 2007. Você que é estudante de ensino superior (universidade) ou ensino médio (técnico) pode participar de nosso processo seletivo.
Temos como objetivo atrair jovens talentos por meio de um programa forte e sólido como a marca Scania, possibilitando a aplicação de seus conhecimentos acadêmicos em atividades correlatas, pois a experiência em uma empresa de grande expressão no mercado como a Scania irá fazer a diferença em sua carreira profissional.
Poderão participar do processo seletivo universitários com conclusão do curso prevista para dezembro de 2008 e técnicos com conclusão do curso prevista para dezembro de 2007.
As inscrições poderão ser feitas até o dia 3 de setembro.
Cadastre-se no Programa de Estágio 2007
http://www.nube.com.br/scania
Fonte:
http://www.scania.com.br/Sobre_Scania/RH_Servicos/estagio_2007/index.asp
enviada por Busologos em Ação
07/08/2006 21:23
RODOVIÁRIO No segmento de ônibus rodoviário, em que os dados são muito desatualizados e escassos, não há razão para festa tampouco para clima de depressão. Se a renda dos mais pobres cresce, a tendência é que possam ocorrer reflexos no ritmo das viagens. De acordo com o Guia de Empresas de Ônibus (publicado nesta edição) entre quatro operadoras pinçadas, a variação positiva delas no volume de passageiros transportados em 2005 aumentou entre 5,2% e 19,5% no confronto com o ano anterior. O número físico de passageiros, no segmento rodoviário, não é o melhor indicador, mas, sim, aquele que mede o quesito passageiros vezes quilômetros.
Analistas do setor rodoviário de passageiros entendem que houve, de fato, um aumento de produtividade no segmento, nada, no entanto, que possa ser considerado excepcional como na demanda no setor aéreo em que a demanda de passageiros/ quilômetro nos vôos domésticos cresceu ao redor de 20% ano passado.
Abílio Gontijo, fundador da Empresa Gontijo, que também controla a São Geraldo, com a experiência de mais de 80 anos de vida, 60 deles no setor, dá o tom: "Se o avião cresce, nós também crescemos. Pouco mais devagar, mas com firmeza e sem nos permitirmos fazer loucuras".
FROTA BRASILEIRA Levantamento realizado pelo Sindipeças, sindicato que reúne as empresas de autopeças, mostra que a frota circulante de ônibus, em 2005, somava 263.199 unidades, equivalente a 1,13% da frota total de 23,3 milhões de veículos. Em 45 anos, de 1960 a 2005, enquanto a frota de ônibus cresceu 22 vezes, a de automóveis foi multiplicada por 330 vezes. E o Brasil, que em 1994 tinha um veículo para cada 9,9 de seus habitantes, baixou essa relação para um carro para 8,1 pessoas. Além do carro, outro competidor do ônibus é a motocicleta. Enquanto a venda de ônibus tem experimentado um comportamento estável no período de 1995 a 2005, nesse espaço de tempo as vendas de motos passaram de 275 mil para 1,02 milhão de unidades.
Em 1995 a frota de ônibus brasileira era de 218 mil veículos e a de motocicletas atingia 952 mil unidades. Em 2005, os ônibus passaram para 263 mil unidades (20,6% de crescimento) enquanto as motos acumularam uma frota circulante de 5,5 milhões de unidades. Se o veículo de duas rodas teve expansão de 480%, no período de 1995 a 2005 a frota de automóveis passou de 17 milhões para 23 milhões de veículos, aumento de 35%. Se nos trajetos curtos e médios, automóveis e motos inibiram a expansão dos ônibus, nas longas distâncias, principalmente, o avião também tirou uma lasquinha. Motos e automóveis tendem a tirar mais espaço do ônibus, enquanto o transporte aéreo tem muito a crescer, não só pelas difíceis condições das estradas e aumento de renda, mas porque ainda é um meio de transporte utilizado por menos de 5% da população brasileira.
enviada por Busologos em Ação
07/08/2006 21:08
O grupo Itapemirim lançou a segunda etapa de sua campanha educativa para combater a captura e a venda de animais silvestres em todo o país. Com o slogan Tráfico de Animais Silvestres: não caia nesta armadilha, desta vez estão previstas, entre outras ações, instalação de um outdoor na Marginal Tietê, em São Paulo, e confecção de cartazes alusivos à campanha.
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05/08/2006 18:44
SP ganha 300 ônibus adaptados
4/8/2006 - Passageiros com deficiência física e mobilidade reduzida deficientes físicos e visuais, idosos, obesos - da cidade de São Paulo ganharam novos ônibus com características especiais de acesso e conforto. É que a SPTrans liberou este mês nada menos que 300 veículos especiais para atender os cerca de 15 mil passageiros/dia da capital paulista com dificuldades de mobilidade.
Facilidades - Para atender esses passageiros especiais, a SP Trans - que administra o transporte coletivo da capital paulista - desenvolveu o conceito de veículo acessível em conjunto com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida. O projeto executivo é da montadora. Cada ônibus conta com rampa, piso central rebaixado, espaço reservado para cadeira de rodas com cintos de segurança, banco para deficientes e pessoas com mobilidade reduzida (não cadeirantes), alças, balaústres e sinalização especial.
Um ônibus com essas características já operava, em caráter de teste, desde 4 de julho na linha 675L Santa Cruz- Terminal Santo Amaro (foto). O trecho foi escolhida pela SP Trans, em comum acordo com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, pois trata-se de uma região rodeada de hospitais e entidades de reabilitação.
Pesquisa - Para saber a opinião dos usuários deficientes e não-deficientes sobre a adequação do novo veículo, a Secretaria Municipal de Transportes e a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência Física e Mobilidade Reduzida realizaram uma ampla pesquisa conjunta. Os seguintes aspectos foram abordados: facilidade no embarque e desembarque; facilidade no deslocamento dentro do ônibus; bancos e espaços reservados; sinalização e sobre janelas; desempenho dos operadores, como condução e atendimento ao público; e avaliação geral do veículo e sugestões.
Como resultado das entrevistas feitas com 465 passageiros, foram incorporadas ao protótipo algumas mudanças. O veículo lançado agora em duas versões: a primeira, com dois postos para cadeirante, o que corresponde a 20% da nova frota; a outra, com um único posto para cadeirante (80%). Com a finalidade de promover melhorias no atendimento a esses passageiros, novas consultas serão feitas pela SP Trans para a introdução de eventuais mudanças no segundo lote, previsto para janeiro de 2007.
Inovação - Veículos adaptados a pessoas com problemas de mobilidade (piso baixo) já eram utilizados no transporte de passageiros na cidade. A novidade do veículo acessível fica por conta da incorporação de uma nova tecnologia que, além de resolver o problema da acessibilidade, pode rodar em regiões da cidade às quais os de piso baixo não eram.
Nesse sentido, a SPTRANS inovou ao rebaixar a parte central do corpo do veículo. Com isso, as partes dianteira e traseira do ônibus são mais elevadas do que a parte central - permitindo transitar em vias em aclive e declive acentuados. Anteriormente, os engenheiros enfrentavam o dilema entre projetar um ônibus acessível, com piso baixo, e, ao mesmo tempo, prever um piso suficientemente elevado para adequar o veículo às vias de topografia acidentada.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12576
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04/08/2006 10:14
Rio de Janeiro
Acidente mata dono da Viação 1001
A estrada, que fez de Jelson da Costa Antunes, de 78 anos, um dos maiores empresários do país no transporte rodoviário de passageiros, também contribuiu com a sua morte. Às 10h05m de domingo, o seu Mercedes Benz 500 placa MDH 6203 derrapou e saiu da pista sentido Rio da Rodovia Niterói - Manilha (BR-101), na altura do quilômetro 293, em Manilha, Itaboraí, cidade onde nasceu. Jelson não estaria usando o cinto de segurança e por isso o air-bag do veiculo não foi acionado. Ele comandava a Auto Viação 1001, Viação Catarinense, Rápido Ribeirão Preto, Viação Cometa, acionista majoritário da Barcas S/A e tinha participação em outras empresas do setor.
O empresário sofreu fraturas no braço e costela sendo socorrido e recebendo alta após ser medicado. Na segunda-feira dia 31/07, Jelson voltou a sentir dores na região abdominal e foi internado por volta das 11h30m no Hospital Santa Cruz, Centro de Niterói. Ele chegou a ser operado mas não resistiu a uma hemorragia interna provocada por uma lesão no baço , morrendo pouco depois das 20h do dia 31/07. O corpo foi velado, na cerimônia restrita a familiares e amigos num salão do Hospital Santa Cruz. Na terça-feira dia 01/08 foi realizado um velório aberto a funcionários na sede da Auto Viação 1001, no Km 2 da Rodovia Amaral Peixoto (RJ-104), em Santa Bárbara.
O grupo JCA, dono das empresas, movimenta R$250 milhões anuais e em nada lembra o investimento feito pelo jovem cobrador de ônibus que aos 18 anos comprou seu primeiro Chevrolet 1946, conhecido como jardineira.
Eu adoro desafios, costumava dizer o empresário, revelando o seu espírito empreendedor.
Leia mais sobre a Viação 1001 e o Sr. Jelson da Costa Antunes:
http://www.milbus.com.br/revista_portal/revista_cont.asp?4040
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30/07/2006 18:03
Scania fecha semestre com resultados expressivos
28/7/2006 - A Scania encerrou o primeiro semestre com um crescimento de 16% em suas receitas mundiais, totalizando 3,8 bilhões de euros. O resultado operacional, descontando os impostos, foi melhor ainda: 308 milhões de euros e 22% a mais do que o registrado no mesmo período de 2005.
Ao comentar a excelente performance, o CEO e presidente mundial da Scania, Leif Östling, ressaltou que o forte crescimento econômico em praticamente todos os mercados onde a montadora atua está contribuindo para uma boa demanda por equipamentos de transporte. "Com base na atual carteira de pedidos e no ritmo da nossa produção, as vendas da Scania serão substancialmente maiores em 2006 do que em 2005, analisou.
Destaques - No mundo, a Scania fechou o semestre com a venda de 28.921 caminhões pesados, 2.903 ônibus e 3.080 motores industriais e marítimos. Os destaques ficaram por conta das vendas de caminhões e motores, que subiram 11% e 28% em relação aos primeiros seis meses do ano anterior, respectivamente. Em ônibus, uma discreta queda de 0,1%.
A região da América Latina contribuiu com 455 milhões de euros para as receitas mundiais da Scania no acumulado de janeiro a junho, com crescimento de 23% sobre o mesmo período do ano passado. As vendas de caminhões pesados apresentaram uma ligeira queda de 3%, com 3.719 unidades comercializadas. No mercado regional de ônibus, 857 unidades vendidas e queda de 16%. O desempenho de motores industriais e marítimos foi o grande destaque: 1.153 unidades negociadas e desempenho 44% superior ao registrado no primeiro semestre do ano passado.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12533%20&%20foto=Não
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29/07/2006 22:52
Mercado
Brasil bate EUA e é vice em ônibus
Se no ranking mundial da indústria automobilística, com pouco mais de 2,5 milhões de veículos, o Brasil aparece na nona classificação, na indústria de ônibus, especificamente, o panorama é diferente: o País, ano passado, superou os Estados Unidos e passou à condição de segundo na produção de coletivos, de acordo com números divulgados pela Oica, a Organisation Internationale des Constructeurs d''Automobiles, com sede em Paris. Em caminhões, a posição brasileira, sexto lugar, se manteve inalterada em relação a 2004.
Em ônibus, com 35.266 unidades - que geraram, com carroceria, um faturamento em torno de R$ 14 bilhões - o Brasil respondeu por 10,4% do total da produção mundial, de 337.573 unidades. Se tomada a produção dos cinco maiores países, de 180.566 ônibus, a contribuição brasileira correspondeu a 20%.
Na lista dos cinco maiores produtores, a China é a mais importante, com 77.138 ônibus feitos em 2005, pouco mais do dobro em relação ao Brasil, embora o país asiático tenha quase 10 vezes a população brasileira.
Em 2005, o Brasil foi, entre os cinco maiores, o que mais cresceu na produção de ônibus em relação ao ano anterior. O País evoluiu 23%, acima dos EUA, com aumento de 18% e da China, que expandiu a produção em 12%. No confronto com 2003, a indústria brasileira também foi a que mais cresceu (ver tabela).
Carrocerias
O ano passado foi recorde em exportações de ônibus. O País embarcou 18.943 ônibus, mais do que vendeu internamente (15.338 unidades). Em 2006, as vendas externas caíram (7.641 unidades nos primeiros seis meses, menos 15,6% no confronto com mesmo período de 2005), Em contrapartida, as vendas internas cresceram muito - para 9.670 unidades, 36,9% superiores às do ano passado - e tal desempenho fez a produção crescer 3,6% nos seis meses.
O Brasil não é por acaso o segundo maior produtor mundial. Além de bons desempenhos nas exportações, a indústria brasileira conta com vigoroso mercado interno, alicerce para sustentar bases exportadoras e estimular a internacionalização das encarroçadoras nacionais - Marcopolo, Busscar e Comil operam fábricas no exterior, uma forma de garantir sustentação de seus negócios.
No caso das empresas estrangeiras - que no Brasil produzem o chassi, encarroçados pela nacionais - sua destacada produção brasileira é refletida nos números. Veja-se o caso da DaimlerChrysler, dona da marca Mercedes-Benz: de sua produção mundial de 53.350 ônibus ano passado, a fábrica de São Bernardo do Campo, ABC paulista, respondeu por 20.291 unidades, 38% do total. Em segundo lugar ficou o negócios nos Estados Unidos e, em terceiro, no Japão. A importância do Brasil para a Mercedes veio com sua elevação de centro mundial de desenvolvimento de chassis da marca.
As suecas Scania e Volvo não têm do que reclamar do Brasil. As fábricas de São Bernardo e Curitiba, respectivamente, foram para cada uma a segunda do mundo em produção. A Scania brasileira fez 2.753 chassis, 45% do total da marca. Já a Volvo daqui contribuiu com um quinto do volume mundial da marca.
Volskwagen: caso único
O caso da marca Volkswagen, em ônibus, é sui generis. Segunda no ranking doméstico, é no Brasil que a empresa tem no mundo seu único negócio de ônibus. Tal condição abre as portas não apenas à exportação de ônibus (ano passado destinou 33% do volume ao mercado externo) como também para a exportação de fábricas. Depois de Puebla, no México, no segundo semestre de 2006 será a vez de Port Elizabeth, na África do Sul, operar uma linha de montagem com tecnologia e produtos enviados do Brasil.
Fonte: Jornal Gazeta Mercantil
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29/07/2006 22:50
São Paulo
Células de hidrogênio vão alimentar ônibus em SP
O Brasil terá no próximo ano o primeiro veículo de transporte urbano movido a células de hidrogênio. O ônibus do futuro, que deverá circular no primeiro semestre de 2007, foi desenvolvido com tecnologia brasileira pelo Laboratório de Hidrogênio do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação (COPPE) da Universidade Federal do Rio de Janeiro.
Ainda no ano que vem, em São Paulo, entra em operação experimental o ônibus do programa do Ministério de Minas e Energia, coordenado pela Empresa Municipal de Transportes Urbanos (EMTU).
A operação do ônibus híbrido com célula hidrogênio será apresentada no 4º Seminário e Exposição de Veículos Elétricos que o INEE - Instituto Nacional de Eficiência Energética no mês de agosto na Escola SENAI Mário Amato - Faculdade SENAI de Tecnologia Ambiental em São Bernardo (SP).
Os dois projetos vão permitir ao Brasil entrar para o rol dos países que já desenvolvem essa tecnologia para o transporte rodoviário urbano. Experiências de uso de ônibus elétricos de célula a combustível em transporte público urbano estão em andamento em várias cidades da Europa, Estados Unidos, Austrália e Japão. Embora os projetos do Rio de Janeiro e de São Paulo envolvam veículos com célula a combustível que têm o hidrogênio como fonte de energia, as características são diferenciadas, principalmente em relação à produção do hidrogênio. O protótipo do COPPE, por exemplo, terá o hidrogênio produzido a partir do gás natural, enquanto o projeto coordenado pela EMTU vai gerar o hidrogênio por meio de eletrólise da água - processo químico de decomposição da água.
O projeto é uma parceria do Ministério de Minas e Energia e a EMTU/SP (Empresa Municipal de Transportes Urbanos), com apoio do PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) e do GEF (Global Environmental Facility). O programa terá um investimento da ordem de US$ 16 milhões e visa estimular o desenvolvimento e a utilização de ônibus com célula a combustível de hidrogênio.
Segundo o gerente de desenvolvimento da EMTU e coordenador nacional do projeto, Márcio Rodrigues Alves Schetino, o projeto inclui, também, um eletrolisador para a produção do hidrogênio a partir da eletrólise da água e a montagem de uma central de abastecimento dos ônibus dentro da garagem da EMTU. Esse projeto coloca o Brasil em uma posição de destaque em nível internacional, elevando-nos ao mesmo passo que outros países´, disse o coordenador do projeto.
Fonte: InvestNews
http://www.emtu.sp.gov.br/artigos/menu.htm?arq=3
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26/07/2006 11:37
Mas afinal, o que é um busólogo?
O termo Busólogo não consta em nenhum dicionário e apesar de possuir dois radicais gregos (bus = transporte e logos = estudo), a palavra surgiu no Brasil com o engenheiro Hélio de Oliveira, designer de ônibus e ex-funcionário da extinta fábrica de carrocerias Thamco. Como admirava o seu trabalho com os ônibus a ponto de coletar todo o material possível que estivesse relacionado a ele, fundou em abril de 1979 o CDO (Clube do Design de Ônibus), entidade civil formada por colecionadores e admiradores de carrocerias. Por causa disto, lá pelos idos de 1986 os colegas de Hélio na Thamco começaram a chamá-lo de busólogo. Do apelido surgiu o nome para sua paixão: Busologia.
A Busologia não se trata de uma ciência, e sim de uma espécie de hobby ou passatempo um tanto complexo para se entender o porquê de uma pessoa criar um interesse por ele. Ainda mais levando em consideração que muitos cultivam esta preferência desde criança e dificilmente sabem explicar o motivo. De acordo com relatos de busólogos, surgiu uma teoria que quando a criança freqüenta muito o meio dos ônibus como terminais e garagens, este desenvolve um interesse maior no assunto, se bem que o mesmo pode acontecer tranqüilamente depois de adulto. Só que quem desenvolve este interesse sempre fica receoso com a opinião dos outros, ou seja, muita gente pode ser considerada como busólogo mas não tem coragem de assumir que gosta de colecionar coisas como bilhetes de passagem e fotos de ônibus velhos e acabados.
Ninguém toma a busologia como profissão, ela consiste basicamente na pessoa que se interessa em obter informações e colecionar todo e qualquer material relacionado ao universo do ônibus como fotos, brindes, cartazes, revistas, livros e informações em geral registrando assim, meio que sem querer, a evolução do transporte coletivo. Mas mesmo se tratando de um hobby, quem o exercita o faz com muita seriedade. Tanto é que muitas empresas reconhecem e apoiam os busólogos, inclusive acatando suas sugestões e pedidos, porque é de se esperar que os mesmos sejam maioria nas ligações ao serviço de atendimento das empresas. Um exemplo de reconhecimento vem da Viação Itapemirim, que chega a dedicar uma seção de sua revista de bordo à história do ônibus, seção esta escrita pelo próprio Hélio de Oliveira, do CDO.
Um outro avanço atingido veio com o advento da Internet. Em uma sociedade que valoriza o transporte individual, o fato do ônibus ser um meio de transporte fortemente taxado de "coisa de pobre" inibia os aficionados por ônibus de assumirem sua preferência. O surgimento dos primeiros sites de busologia mostrava a estas pessoas que havia mais gente que possuía a mesma paixão e as encorajava a exercitarem e difundirem amplamente o hobby dando origem a grupos de discussão, onde os busólogos conheciam via e-mail (ou seja, com mais agilidade e difusão) outras pessoas que também gostavam de ônibus. Hoje há várias listas de discussão onde os integrantes trocam informações, opiniões, idéias, material para a coleção (fotografias principalmente) e desenhos feitos a mão ou no computador. Atualmente há listas que chegam a ter 500 integrantes ativos.
Isso fez com que surgissem nos terminais rodoviários e garagens de empresas inúmeros busólogos registrando em fotografia os diversos modelos de ônibus existentes no Brasil, coletando qualquer material que parecesse interessante e sondando qualquer novidade que surgisse. Este foi o momento em que as empresas notaram a grandeza que ganhou o movimento, ainda assim estranhando a preferência. E não demorou para que os integrantes das listas começassem a se organizar via Internet para promoverem encontros ao vivo, onde pudessem exercitar todas estas atividades em conjunto, ganhando assim mais peso e credibilidade. É a prova da veracidade do velho provérbio de que "a união faz a força".
E foi assim, desses encontros entre busólogos que se realizavam na maioria das vezes na Rodoferroviária de Brasília e na Rodoviária de Taguatinga, que surgiu a idéia de que houvesse uma entidade, ainda que informal, que representasse colecionadores, hobbystas e interessados em geral pelo assunto, seguindo um movimento que começou a ganhar corpo em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais e Paraná. Depois de várias reuniões e encontros realizados para criar a estrutura da entidade, em um destes encontros, realizado no dia 6 de julho de 2003 na cidade-satélite do Gama, surgiu a União dos Busólogos do Planalto (cuja sigla seria PLABUS) que congregaria busólogos do Distrito Federal, Goiás e regiões próximas. Tal entidade teria importância não só para que a busologia ganhasse o reconhecimento de empresas, governo, entidades representativas (como CNT, Abrati, NTU, ANTP etc.) e da sociedade em geral, mas também para promover estudos e buscar soluções para melhorar o transporte coletivo e fazer do ônibus uma alternativa de transporte para todas as classes sociais (e não só para as camadas mais baixas) que contribuiria para a diminuição de veículos nas ruas e para o desenvolvimento das cidades.
http://www.eonibus.hpg.ig.com.br/plabus/index.htm
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26/07/2006 11:29
Frota de ônibus de SP terá localizador GPS
25/7/2006 - As concessionárias que operam o subsistema estrutural de ônibus da cidade de São Paulo têm até o próximo dia 31 de outubro para instalar em todos os seus 8.405 ônibus o sistema localizador automático de veículo, o AVL (Automatic Vehicle Location). O prazo foi definido pela prefeitura, através da Secretaria Municipal de Transportes.
O prazo, firmado a partir de um aditamento ao Termo de Compromisso assinado em março com as operadoras para resolver pendências em obrigações contratuais, determina que as concessionárias apresentem o cronograma de aquisição e instalação dos AVLs nas oito áreas da cidade em que o transporte público está operacionalmente dividido. A prioridade para a implantação destes equipamentos será dada às regiões sudeste, norte e sul.
Equipamentos - Os AVLs são equipamentos de bordo compostos por computador, terminal de dados, antenas de localização (GPS) e de transmissão de informações por telefonia celular (GPRS), microfone e dispositivo de áudio. Sua instalação deve seguir especificação técnica e funcional do SIM (Sistema Integrado de Monitoramento) em implantação pela SPTrans, e é exigência do contrato de concessão de serviços de transporte coletivo firmado em 2002.
A cada 60 segundos, os AVLs emitem automaticamente dados como prefixo, linha, sentido, velocidade e posição exata de cada veículo, parado ou em trânsito. Estas informações são interceptadas por satélite e redirecionadas para centros de operação da SMT e suas empresas, dos consórcios e dos terminais - onde vão alimentar os painéis de mensagens nas plataformas. Permitem, ainda, que o motorista comunique em tempo real ocorrências como acidentes, problemas na pista ou semáforos quebrados.
http://www.canaldotransporte.com.br/detalhenoticia.asp?id=12502
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26/07/2006 11:28
ENCONTRO DE BUSOLOGOS EM BH
Leiam na íntegra a matéria veiculada no Jornal "O Tempo", hoje.
Domingo, 23 de Julho de 2006, 00h02
Rodoviária se tornou ontem ponto de encontro de busólogos
ANA PAULA PEDROSA
Nem carro, nem avião. Para uma turma que se reuniu ontem em Belo Horizonte, o melhor meio de se viajar é o ônibus.
E foi usando esse meio de transporte que o auxiliar administrativo Douglas Paternezi chegou à cidade depois de oito horas e meia de viagem, iniciada em Osasco (SP), para o 3º Encontro de Busólogos pessoas aficcionadas por ônibus.
O evento reuniu cerca de 40 pessoas para quem a rodoviária foi o principal atrativo da cidade. Ali, passaram o dia tirando fotos e conversando sobre a paixão pelo meio de transporte. Paternezi contou que gosta tanto do veículo que planeja passar três dias em um deles para chegar a Porto Velho (RO).
O professor e busólogo Tarcísio Rodrigues já passou pela experiência. Em 1992, ele foi de Belo Horizonte a Natal (RN) curtindo seu meio de transporte preferido. Teve que encarar a viagem sozinho, porque amigos e familiares não se animaram a acompanhá-lo na empreitada. Mas não se arrependeu.
Antes de chegar à Bahia, eu já estava enturmado. O metalúrgico Paulo Henrique Borges, do Rio de Janeiro, não tem esse problema. Desde que conheceu a mulher dele, Kátia Borges, há 16 anos, ganhou uma companheira de viagem.
Ela diz que nem sabia que existiam pessoas apaixonadas por ônibus, mas encara numa boa o hobby do marido. Um dos organizadores do evento, Walter Silva, explica que a popularização da Internet deu fôlego aos busólogos, porque tornou mais fácil a comunicação e a troca de informações.
O médico Paulo Henrique Corrêa, por exemplo, tem 10 mil fotos de ônibus urbanos e rodoviários de diversas partes do Brasil.
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21/07/2006 20:38
Itapemirim Cargas cresce no Recife
Estando atrás apenas de São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro, Pernambuco mostra seu potencial no ramo de transporte e mantém-se no páreo, prevendo mais crescimento em 2006.
Por Samantha Gutemberg, de Recife, PE
O Grupo é formado por mais de 27 empresas e Pernambuco conta com uma promissora filial da Itapemirim Cargas. A afirmativa não é mero slogan e com dados tão favoráveis, a empresa fundada pelo comendador Camilo Cola, há quase 50 anos, está de olhos voltados para o Nordeste. De acordo com o vice-presidente comercial e operacional da Transportadora, Hugo de Faveri, os bons resultados da filial trazem perspectivas otimistas. Já existe um projeto pronto para construirmos um Centro de Operações Itapemirim que integrará as atividades de transporte de cargas e passageiros, anuncia.
EFICIÊNCIA E SEGURANÇA
A empresa é especialista nas atividades de coleta, manuseio, transferência e entrega de mercadorias, e Recife encontra-se numa posição estratégica no Nordeste. Esse fator aliado ao fortalecimento da economia pernambucana tem sido o diferencial, argumenta o gerente regional Alex Nunes. Com filiais em praticamente todo o território nacional, a Itapemirim Cargas trabalha com vários segmentos: desde encomendas expressas, cargas sensíveis, cargas totais lotação, cargas aéreas, importação e exportação, cargas fracionadas, até o serviço dedicado.
Este último é uma forma de contrato onde a frota fica a disposição do cliente.
Coletar e entregar rápido é a obrigação de qualquer transportadora. O nosso compromisso está na segurança e informação, interligando nossas filiais e escritórios entre si e aos nossos clientes. Fomos além dos rastreadores, criamos um sistema de gerenciamento de riscos através de câmeras cujas gravações são ativadas por sensores de movimento, sendo assim possível inibir roubos em nossos terminais e em nossos veículos de transferência de cargas, revela Hugo.
NÚMEROS IMPRESSIONAM
E a frota não é nada pequena. Itapemirim Cargas conta com mais de 950 veículos próprios, além dos bagageiros e dos veículos contratados ocasionalmente que percorrem cerca de 7 milhões de quilômetros por mês. São veículos das categorias leve, média e pesada, inclusive siders utilizados de acordo com o perfil da carga transportada e rota operada.
Na filial de Pernambuco trabalham cerca de 190 pessoas distribuídas nos escritórios de Recife, que atuam na Região Metropolitana e áreas próximas: Caruaru, no Agreste e Petrolina no Sertão. Realizamos cerca de oito mil entregas por mês só no Recife. E os números estão sempre aumentando. Diferentemente de outros Estados que entregam muito mais do que coletam, no Recife isto é equilibrado. Mostrando que a cidade tem potencial, analisa Nunes. Já os dados gerais são ainda mais significativos: transporta cerca de onze milhões de volumes, o que representa, aproximadamente, 150 mil toneladas de carga a cada trinta dias, em suas 63 filiais.
Tem clientes de vários segmentos, como: Ford, Epson, DaimlerChrysler, Achè, Termolar, LG Eletronics, Teka, Ponto Frio, Pirelli, Profarma, Coteminas, Michelin, entre outros.
http://www.jornauto.com.br/
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21/07/2006 20:37
Nova geração de ônibus articulados
A DaimlerChrysler lançou uma nova geração de ônibus urbanos articulados, em duas versões, acreditando na evolução do mercado, com planos de implantação de sistemas de corredores em várias capitais brasileiras e em alguns países sul-americanos.
Por Gilberto Gardesani, de Campinas, SP
Primeiro, é bom lembrar que o Brasil é o maior fabricante e consumidor de ônibus do mundo. O mercado latino americano absorveu 11.312 unidades fabricadas no Brasil em 2005 e o mercado nacional mais 15.783, pouco abaixo da média dos últimos cinco anos que foi de 16.250 veículos.
Dona de 52,4% de participação no mercado brasileiro em 2005, com 8.265 unidades vendidas e de 55% na América Latina, com 6.231 chassis exportados, o grupo DaimlerChrysler considera a unidade de São Bernardo do Campo como Centro de Competência Mundial para Desenvolvimento de chassis para ônibus.
Esse mercado é tão importante e, como não poderia deixar de ser, está se tornando tão competitivo, que a DC criou uma nova estrutura nos seus concessionários. Os chamados Center Bus, já possuem 23 pontos homologados somando 72 profissionais especialmente treinados para dar atendimento, com assessoria exclusiva aos frotistas, oferecendo inclusive oficina volante.
As informações divulgadas pelo fabricante indicam uma participação, em 2006, de 30,6% nos segmentos de mini e micro-ônibus, 59,4% no de veículos urbanos e 10,6% em chassis utilizados no transporte rodoviário.
MERCADO EM CRESCIMENTO
Segundo Gilson Mansur, diretor de Vendas Veículos Comerciais da DC, os cinco estados brasileiros com maior frota de ônibus da marca Mercedes-Benz são: São Paulo com 76.321 unidades, Minas Gerais, 30.742, Rio Grande do Sul, 22.326, Rio de Janeiro, 21.686 e Paraná, 16.675. Mansur revela ainda que as cidades brasileiras com tendência de aumento de aquisição de ônibus articulados, por ter um sistema de corredores implantados e organizados são: São Paulo, Curitiba, Goiânia e Manaus. Mas acrescenta, outras 30 cidades com destaque para Campinas, Belo Horizonte, Salvador, Uberlândia e Vitória têm planos de implementar o sistema.
O potencial mercado nacional ainda é bem pequeno e, no ano passado, foram vendidas cerca de 42 unidades articuladas, sendo 32 da marca Mercedes-Benz.
Na América Latina, a DC possui 340 veículos articulados em operação. Mansur informa que a SI 02, empresa colombiana, comprou 50 unidades dessa nova geração que serão utilizadas no projeto TransMilenio. O país tem previsão para instalar o sistema em outras cidades também, além da capital Bogotá, embora em menor escala como Guatemala e Venezuela. O Chile recém instalou o sistema chamado de TransSantiago e o projeto peruano está em fase de estudos. No caso da Colômbia, o órgão gestor local exige, além de motores eletrônicos de baixo nível de emissão, a instalação de catalizador nos veículos, uma espécie de Euro 3,5. Para isso, a DC desenvolveu, em conjunto com a PUC de Curitiba, um produto totalmente nacional, o único existente no Brasil para motores Diesel, afirma João Bosco Vilela, supervisor de Projeto Ônibus da DC.
NOVA GERAÇÃO
Os dois modelos O 500, da nova geração de chassi de ônibus urbanos articulados, substitui a plataforma O 400 UPA equipada com motor de 10 litros Euro II. E, de acordo com Philipp Schiemer, vice-presidente de Vendas da DaimlerChrysler do Brasil, com esses dois novos modelos, a marca Mercedes-Benz amplia a mais completa linha de ônibus do mercado, totalizando 14 modelos, passando a oferecer soluções para todas as demandas de clientes que atuam nos sistemas de transporte urbano de passageiros. Ao mesmo tempo, atende às recomendações e exigências dos órgãos gestores. São produtos novos, totalmente desenvolvidos no Brasil, concebidos para proporcionar maior conforto para o crescente número de passageiros que utilizam esse tipo de transporte urbano, além de garantir o melhor resultado operacional para os transportadores, afirma Schiemer.
Ele destaca ainda a preocupação da engenharia da empresa com o conforto e a dirigibilidade que o produto oferece. Tanto o UA como o MA, diz Schiemer, têm o menor círculo de viragem do mercado, apenas 22,3 metros e vem com uma nova geração de direção hidráulica. Detalhe importante, principalmente nas manobras dentro da garagem, acrescenta.
CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS
São duas versões: O 500 MA com piso normal e O 500 UA com piso baixo, para poder atender normas de órgãos gestores que variam de acordo com o que foi projetado. Algumas cidades possuem sistemas com estações de embarque e precisam de portas altas, enquanto outras fazem o embarque de passageiros direto das calçadas.
Mas, ambas as versões são dotadas de suspensão pneumática integral e podem ser equipadas, opcionalmente, com o ECAS, sistema eletrônico que regula a altura do chassi. O ECAS também pode ajoelhar o veículo rebaixando apenas um lado, para facilitar o acesso dos passageiros. Com PBT técnico de 18 toneladas, a plataforma total tem 18,5 metros de comprimento e possui asas de apoio na estrutura. Com isso, estão prontos para ser encarroçados com configuração para transportar até 180 passageiros.
O trem-de-força, instalado na parte traseira, é equipado com o motor OM 457 LA de 12 litros, potência de 360cv@2000rpm e o torque de 1600Nm@1100rpm, é praticamente constante entre 950 a 1500 rpm, diz o fabricante. Estão prontos para instalação de compressor para ar-condicionado.
Ambos vem com transmissão automática, dotada de retardador e o usuário pode escolher entre duas marcas. O pedal do acelerador é eletrônico, com seus movimentos transformados em impulsos elétricos dando mais conforto ao condutor e melhorando a dirigibilidade, com redução do consumo.
A versão UA está equipada com freios a disco e com pastilhas possuindo sensor de desgaste e opção para ABS. A versão MA recebe apenas freios a tambor.
A articulação é da marca Hübner, importada da Alemanha, a mesma que equipa os produtos Mercedes-Benz fabricados lá, apenas mais simplificadas, só com sistemas mecânicos, sem nenhuma eletrônica.
Mas tem um sistema de alarme de proteção angular evitando o efeito L ou canivete como é mais conhecido.
O preço, somente do novo chassi, está em torno de R$ 420 a 440 mil, podendo chegar ou mesmo superar R$ 700 mil encarroçado, dependendo da versão utilizada.
http://www.jornauto.com.br/
enviada por Busologos em Ação
21/07/2006 20:33
SEGMENTAÇÃO PROMISSORA NA EMPRESA GARDÊNIA
Como resultado da separação dos serviços de transporte de passageiros e de cargas, a Gardênia Express Logística já começa a colher os frutos de uma decisão certeira.
Por Flaviane Paixão, de Belo Horizonte, MG
Na expectativa de impulsionar o serviço de transporte de cargas, antes feito por encomenda, o Grupo Gardênia decidiu instituir a Gardênia Express Logística, de olho em um filão promissor. Segundo o diretor-presidente da empresa, Lucas Maximiliano Mazzafera, a medida ocorreu há mais de um ano e meio e, como conseqüência, foi registrado um crescimento em demanda da ordem de três vezes.
A Gardênia atua no mercado de transporte de passageiros há 40 anos e mantemos 180 linhas federais e estaduais. Como trabalhávamos com a atividade de traslado de encomendas, decidimos pela separação. Redirecionamos e estruturamos a parte de cargas, lançando o serviço voltado para as fracionadas, disse Mazzafera. De acordo com o diretor, os 300 ônibus que já compunham a frota da empresa se somaram a outros 70 caminhões para atender os novos pedidos. O segmento de logística está em franco crescimento, pois o setor industrial emprega cada vez mais esforços na redução de custos. Quanto mais se produz, mais a gente cresce, afirmou.
Entraves atrapalham
Os resultados bem-sucedidos esbarram e convivem, porém, com obstáculos recorrentes no País. Um deles, conforme o diretor, são as estradas brasileiras. Devido à má conservação da malha viária, o empresariado perde muito em relação às despesas de reposição de peças e na manutenção de seus veículos, principalmente suspensão e pneus, gastos estes que podem duplicar quando é necessário o tráfego constante em pistas muito ruins, declarou.
Ele também destacou a clandestinidade e os altos impostos como situações que podem travar a expansão do setor. Para melhorar este cenário, também é necessária uma política que ajude na renovação da frota brasileira. Competimos com alguns veículos velhos, com idade média de 17 anos. Quem os têm aproveita para praticar preços abaixo daqueles ofertados pela maioria das empresas estruturadas.
O Grupo Gardênia é de origem mineira e conta, atualmente, com cerca de 1,3 mil colaboradores, distribuídos na matriz, em Belo Horizonte, e nas 25 filiais espalhadas pelas regiões Sul e Sudeste. Sua capacidade operacional de atendimento está em cerca de 1,5 mil cidades. Nossa intenção é o fortalecimento nos mercados onde temos atuação e a continuidade nos investimentos em treinamentos e segurança da frota. Os veículos são 100% rastreados e monitorados, ressaltou. Os funcionários passam por treinamentos a cada semestre e as temáticas envolvem o relacionamento entre colegas de trabalho, a dirigibilidade e o atendimento ao cliente.
PETSE
Como as rodovias brasileiras pediam por socorro há tempos, uma medida de urgência para salvá-las vem sendo implementada pelo governo federal desde janeiro deste ano. O Programa Emergencial de Trafegabilidade e Segurança nas Estradas (Petse) é uma iniciativa para restaurar 26,5 mil quilômetros de rodovias nacionais.
Mazzafera achou precoce avaliar se esta seria a melhor saída para resolver os problemas com a malha viária brasileira, afinal, ele não acompanhou todos os resultados da ação no País e não percebeu diferenças nas estradas que cortam Minas. Contudo, o diretor ponderou que é melhor haver a execução de um programa de urgência a continuar convivendo com os buracos e rachaduras nas pistas.
http://www.jornauto.com.br/
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21/07/2006 20:32
Na Itamaracá, frota cresce em 2006
Preocupada em oferecer excelência em serviços, a Transportadora Itamaracá é pioneira na utilização de veículos articulados e com terceiro eixo. Frota tem idade média de 3,5 anos.
Por Samantha Gutemberg, de Recife, PE
Atuando no transporte público de passageiros desde 1958, a Transportadora Itamaracá começou como uma empresa de origem familiar. As principais mudanças começaram a partir da década de 70 com o processo de sucessão, com investimentos em tecnologia e qualidade. Mais um passo foi dado nos anos 90, quando a empresa passou a investir na profissionalização e democratização da gestão. Atualmente presidida por Alfredo Bezerra Leite, a empresa moderniza as relações empresariais, o desenvolvimento de pessoas, a comunicação e a responsabilidade social.
RESPEITO AO CLIENTE
A operadora circula em toda área Norte da Região Metropolitana abrangendo oito municípios: Recife, Olinda, Paulista, Abreu e Lima, Araçoiaba, Igarassu, Itapissuma e a Ilha de Itamaracá. São 32 linhas em operação, sendo 26 destas componentes do Sistema Estrutural Integrado (SEI). Operando em 16 terminais com uma frota de 230 veículos, a empresa realiza cerca de duas mil viagens, transporta 170 mil passageiros e roda cerca de dois mil quilômetros ao dia.
A missão da Itamaracá é transportar pessoas com segurança, conforto, regularidade, pontualidade e cordialidade.
Para manter esse padrão, valorizamos a organização e a disciplina, respeitamos o cliente, procuramos trabalhar sempre em equipe, tudo baseado em responsabilidade, ética e solidariedade, declara o presidente Alfredo. Somos socialmente responsável, com resultados que assegurem nosso crescimento, nossa satisfação pessoal e profissional, garantindo a excelência dos serviços para nossos passageiros. É uma questão de atitude, que não depende de altos investimentos. A transparência e a qualidade no relacionamento empresarial constituem o ponto de partida para a inserção da responsabilidade na gestão, argumenta.
BAIXA IDADE MÉDIA
Mas quando o assunto é investimento a transportadora está em dia. Segundo Alfredo Bezerra a fiscalização da frota é rigorosa. Cumprimos todos os requisitos exigidos pela Empresa Metropolitana de Transportes Urbanos (EMTU) que estipula uma vida útil de sete anos para os ônibus. Estamos incrementamos a frota praticamente todos os anos, devido ao aumento da demanda. Dessa forma a vida útil dos veículos é de 3,5 anos, revela.
Já em 2006 a frota recebeu um reforço de 30 novos ônibus, da marca Volkswagen modelo VW 17.210 EOD, com carroceria Busscar, que estarão circulando em linhas alimentadoras, radiais e perimetrais. Deste total, 4 carros foram adaptados para portadores de deficiência física. O investimento foi de R$ 5,5 milhões. Fomos os primeiros a utilizar veículos especiais alongados, como ônibus articulados e com terceiro eixo, medindo 15 e 18 metros, abrindo o mercado na região para modelos desse tipo. Estes veículos longos não substituem um normal. Estamos sempre aumentamos nossa capacidade de oferta, conclui.
A Itamaracá possui diversas ações assistenciais. Nos Terminais Solidários são arrecadados alimentos para doações a projetos sociais e famílias carentes da região, escolhidas pelos próprios operadores. Em 2005 foram arrecadas cerca de 2,5 toneladas de alimentos não perecíveis.
http://www.jornauto.com.br/
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21/07/2006 20:23
Brasília, 21/7/2006
SEST/SENAT promove Educação no Trânsito
O SEST/SENAT de 23 a 28 de julho a Semana SEST/SENAT de Educação no Trânsito Valorize a Vida em suas Unidades distribuídas por todo o País. A Semana tem como foco comemorar o Dia do Motorista (25 de Julho).
Durante a Semana, as Unidades do SEST/SENAT vão realizar atividades educativas, voltadas ao transportador autônomo, ao trabalhador em transporte, seus familiares e à comunidade, que contribuam para a formação de atitudes de respeito às regras do Código de Trânsito Brasileiro.
O Serviço Social do Transporte (SEST) e o Serviço Nacional de Aprendizagem do Transporte (SENAT) atuam, desde a sua criação em setembro de 1993, na qualificação e reciclagem profissional e na melhoria da qualidade de vida de transportadores autônomos e trabalhadores do setor transportador, oferecendo atendimentos em saúde e atividades de lazer, esporte, recreação e cultura.
Consulte a programação específica na Unidade do SEST/SENAT mais próxima ou ligue 0800 728 2891
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNT
http://www.cnt.org.br/
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21/07/2006 11:50
Mercedes-Benz coloca peças remanufaturadas nas concessionárias
No transporte rodoviário, tarifas não costumam ser folgadas. No caminhão, o frete é regulado por uma oferta que em geral está acima da demanda. No ônibus, um serviço público, os preços das passagens são controladas pelo poder concedente. Vai daí que administrar frotas exige rigor de controles.
Diante disso, o reuso de peças e componentes é prática naturalmente aceita, sobretudo no mercado de caminhões e ônibus em que tais itens gravam os custos e, portanto, requerem vida útil mais prolongada.
O maior fabricante de caminhões e ônibus do País, a marca Mercedes-Benz, que entrou no segmento em 2004, ao dedicar linha de produção exclusiva para peças remanufaturadas, agora, passou a integrar sua rede de concessionárias como canal de divulgação e vendas destes itens. Com o Center Renov, já em três dezenas e meia de revendas, a marca deverá aumentar a produção de motores e câmbios remanufaturados. Ano passado, segundo Ari de Carvalho, diretor de Pós-Venda da DaimlerChrysler do Brasil, dona da marca Mercedes-Benz, as vendas de motores remanufaturados pela empresa atingiram 2 mil unidades. Segundo Carvalho, o mercado brasileiro registra 40 mil intervenções em motores por ano na frota de 300 mil caminhões e ônibus em circulação com até 10 anos de vida. Entenda-se por intervenção uma retífica e até a troca por um motor novo.
A remanufatura da Mercedes-Benz é feita numa linha de montagem que ocupa 10 mil metros quadrados na unidade de Campinas (SP). Segundo a empresa, são empregados "os mesmos padrões da linha de produção de agregados da unidade de São Bernardo do Campo (SP)". Motores e câmbios remanufaturados utilizam peças genuínas. O negócio é feito na base de troca: o cliente entrega sua peça à fábrica e recebe uma remanufurada. "Uma vantagem para o cliente é que o agregado usado passa pela avaliação do concessionário e serve como parte do pagamento da peça remanufaturada, que conta com garantia de 12 meses", informa a fábrica.
Ari de Carvalho entende que a entrada da Mercedes-Benz no nicho de remanufatura é mais uma opção ao cliente. "Não concorremos com preço", diz, para comparar. "Se um motor novo custa 100, nosso preço médio de remanufaturado é de 66, enquanto o mercado cobra 33".
A fábrica que cuida dos remanufaturados, em Campinas, em outras épocas foi linha de montagem do ônibus monobloco Mercedes-Benz, retirado de linha nos anos 90. Hoje, além de remanufatura (com 170 empregados), a unidade abriga o QG de pós-vendas da Mercedes-Benz, reunindo área de treinamento, peças e serviços.
Serviço da Scania
A Scania, marca líder em caminhões pesados no Brasil, oferece há alguns anos em suas concessionárias motores e caixas de câmbio semicompletos. "O motor e a caixa de câmbio semicompletos possibilitam ao transportador a oportunidade de realizar reformas com peças genuínas a um preço muito acessível", garante o fabricante. (Ariverson Feltrin)
Fonte:http://www.webtranspo.com.br/passageiros_noticias2.asp?offset=0&Registro=4072
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21/07/2006 11:47
ZF amplia vendas à Scania
A divisão de sistemas de transmissão do grupo ZF ampliou o fornecimento para a Scania. As transmissões equipam os 65 ônibus adicionais recém-adquiridos pelos operadores do projeto Transmilênio, sistema de transporte coletivo da capital colombiana. Os novos veículos são do modelo K 310 6x2 e possuem caixa de câmbio ZF Ecomat 5 HP 602 C, de cinco velocidades.
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21/07/2006 11:40
MWM-International: motores a biodiesel rodaram 100 mil km
O ônibus VW, um dos veículos de teste do programa, tem rodado com uma mistura B5 de soja (95% de diesel e 5% de biodiesel) sem apresentar nenhuma falha
Os veículos participantes dos programas de biodiesel da MWM-International Motores já rodaram 100 mil quilômetros. A empresa comemora os resultados obtidos com a mistura B5 de soja e com a de mamona.
Neste mês, o primeiro ônibus brasileiro movido a biodiesel completa seis meses de rodagem. O programa foi lançado em janeiro deste ano pelo governo do Estado do Rio de Janeiro como resultado da parceria entre empresas como MWM-International Motores, Volkswagen, Bosch, entre outras, além de entidades de ensino e pesquisa. O veículo, um ônibus Volkswagen 17.210 OD com motor eletrônico MWM-International Acteon Euro III, ultrapassou a marca dos 40 mil quilômetros rodando com uma mistura B5 de soja (95% de diesel e 5% de biodiesel) sem apresentar nenhuma falha. Ele pertence à empresa Real Auto Ônibus e faz a linha 121 (Central-Copacabana), no Rio de Janeiro, RJ.
A empresa também possui quatro veículos em Ribeirão Preto, interior do Estado de São Paulo. São quatro caminhões Volkswagen no total (modelos 8.120 e 8.140): dois rodando com mistura B5 de soja (que ultrapassam a marca dos 36 mil quilômetros rodados) e dois rodando com B5 de mamona, ultrapassando a marca de 24 mil quilômetros. O programa começou em setembro de 2005 e os veículos utilizam motores MWM-International série 10 de 4 cilindros com sistema de injeção mecânica. "A performance dos veículos está nos surpreendendo positivamente", afirma Marcos D'agostini, supervisor de engenharia de desenvolvimento e durabilidade da empresa.
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21/07/2006 11:38
Grupo JCA adquire 82 ônibus rodoviários
O chassi B12R, com motores de 380 cv, passarão a compor a frota das empresas Viação Cometa, Viação Catarinense e Auto Viação 1001
Três empresas de transporte coletivo do grupo JCA passam por uma renovação da frota, com a aquisição de 82 ônibus Volvo. Viação Cometa, Viação Catarinense e Auto Viação 1001 receberão chassis Volvo B12R, com motores de 380cv, nas configurações de eixos 6x2, que estão sendo produzidos na fábrica da Volvo em Curitiba, no Paraná, e que devem entrar em operação até outubro deste ano.
As empresas colocarão os Volvo B12R nas linhas mais longas e que ligam cidades do Sul e da região Sudeste. A Catarinense ficará com 40 veículos, a Cometa com 30 e a Auto Viação 1001 com 12 unidades. Os chassis serão encarroçados pela Busscar, de Joinville, SC, e pela Marcopolo, de Caxias do Sul, RS.
O presidente do grupo JCA, Jelson da Costa Antunes, destaca a confiança em relação à Volvo: A qualidade e a tecnologia foram fatores preponderantes na escolha pelos ônibus Volvo. O grupo JCA é uma holding que inclui, além da frota rodoviária, empresas de navegação e de taxi-aéreo. A frota é formada por 1,9 mil ônibus que atendem 418 cidades e percorrem anualmente mais de 230 milhões de quilômetros, com 4736 partidas diárias, 57 milhões de passageiros por ano, faturamento de R$ 659 milhões e 7 mil funcionários.
A escolha do chassi B12R deve-se à relação desempenho-economia. O B12R reúne o que há de mais moderno em tecnologia de ônibus rodoviários e de turismo e ainda a experiência da Volvo nesta área, acumulada em diferentes países onde esse chassi é comercializado, declara Luiz Caparelli, gerente de vendas de ônibus da Volvo Buses Latin America.
O veículo é equipado com os avançados motores D12D da Volvo. Potente e econômico, o motor D12D de 12 litros está disponível nas versões 340 cv, 380 cv e 420 cv. O B12R é oferecido nas configurações de eixo 4x2 e 6x2. O modelo vem equipado com o moderno e eficiente sistema de frenagem VEB (Volvo Engine Brake), que garante segurança e confiabilidade durante as viagens, além de diminuir os gastos com manutenção do sistema de freios e contribuir com a economia de combustível, afirma Caparelli.
O modelo B12R da Volvo foi desenvolvido para aplicações rodoviária e de turismo, de média e longa distância. O chassi do B12R pode ter carrocerias de todos os modelos, podendo servir ainda nas versões Low Driver e Double Deck. O ônibus tem um alto grau de tecnologia embarcada: durante as viagens, o motorista pode monitorar as principais funções do veículo pelo computador de bordo. No caso de uma eventual irregularidade, ele é avisado tão logo ela ocorra. O aviso é feito por meio do display no painel, que repassa informações detectadas nos sensores espalhados pelo veículo.
O B12R também está equipado com painel de instrumentos de fácil visualização, piloto automático, volante com regulagens de altura e ângulo, e uma alavanca de câmbio que acompanha o movimento de ajuste do assento. Para acompanhar o desempenho e programar as manutenções preventivas, o cliente pode monitorar a frota por intermédio do Trip Manager, um software que transfere todos os dados do computador de bordo do ônibus para o computador da empresa.
FONTE:http://www.webtranspo.com.br/passageiros_noticias2.asp?offset=0&Registro=3996
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20/07/2006 12:24
Danilo Sérgio o Obstinado {Busólogo do mês}
Seja Danilo,
seja Andorinha,
obstinado,
seja como for,
seja você,
seja o seu destino...
Deixe que ele seja em si
a fúria, a paz,
o aceitável, o absurdo
...ele sabe o seu caminho.
Num sobe-desce, guina-derrapa, bate asas-planeia, vai-volta, tudo muito rápido, parece errático o vôo das andorinhas. Tente segui-lo... tonteia. Tente acompanhá-lo em meio a estrada... impossível. Em movimentos repentinos, inesperados e incoerentes, parecem disputar uma corrida de imprevistos obstáculos. Estão aqui, alegres e buliçosas num momento; e logo desaparecem. Diz-se que são aves migratórias que gostam do sol e seguem-no à procura de luz e calor. Viajam do Norte para o Sul e do Sul para o Norte todo ano, percorrendo milhares de quilômetros e nunca erram o seu destino sempre retornão pro Danilo.
Confira o trabalho do busólogo:
http://www.flogao.com.br/andorinha60
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20/07/2006 11:50
Primeiro motor a hidrogênio
Ford colocará a venda o primeiro propulsor movido por combustão interna de hidrogênio
Ford será a primeira fabricante a comercializar um veículo com motor movido a hidrogênio. Este motor de combustão interna foi adaptado a um bloco V10 de 6.8 l e equipará o E-450, um pequeno ônibus da marca.
As primeiras unidades serão entregues aos respectivos clientes no final deste ano. A Florida será o primeiro estado americano a ter esses veículos nas ruas.
http://transportemundial.terra.com.br/
BRASIL
Transmilênio
ZF amplia fornecimento de transmissões automáticas para a Scania
Os 65 ônibus adicionais para o projeto Transmilênio também têm transmissão ZF
A Divisão ZF Sistemas de Transmissão, pertencente ao Grupo ZF, ampliou o fornecimento de transmissões automáticas para a Scania. Essas transmissões equipam os 65 ônibus adicionais recém-adquiridos pelos operadores do projeto Transmilênio, sistema de transporte coletivo da capital colombiana. Os novos veículos são do modelo K 310 6x2 e possuem caixa de câmbio ZF Ecomat 5 HP 602 C, de cinco velocidades.
Com mais esta aquisição, o número de ônibus Scania destinados ao projeto Transmilênio totaliza 200 unidades, todas equipadas com transmissões ZF Ecomat, produzidas nas instalações da empresa, em Sorocaba (SP).
O sistema viário Transmilênio transformou o transporte coletivo de Bogotá e é considerado referência para outros países. Desde que foi inaugurado, trouxe melhorias visíveis na qualidade do transporte público da cidade. Com o aumento na velocidade dos ônibus, o tempo de locomoção dos usuários foi reduzido em 32%, a emissão de poluentes diminuiu 40% e a taxa de acidentes caiu 90% nos corredores.
A implementação de sistemas integrados e com vias segregadas para ônibus nas grandes metrópoles é uma tendência mundial, assim como o uso de transmissões automáticas, que garantem economia de combustível, segurança e conforto para motoristas e passageiros, além de reduzir a emissão de poluentes e os custos operacionais. Na América Latina, outros dois sistemas de transporte coletivo também operam com transmissões automáticas ZF, um na Venezuela e outro no Chile, o Transantiago.
O Grupo ZF é um dos líderes mundiais no fornecimento de sistemas de transmissão e tecnologia de chassis para o setor automotivo. Com mais de 54 mil colaboradores e 122 operações em 26 países, registrou vendas de 10,8 bilhões de euros em 2005. Na América do Sul, o grupo faturou R$ 1,1 bilhão em 2005, conta com mais de 4.000 colaboradores e possui unidades em Sorocaba (SP), São Bernardo do Campo (SP), Araraquara (SP), Belo Horizonte (MG) e San Francisco (Argentina). Fabrica transmissões para veículos comerciais; sistemas de direção, sistemas de embreagens, amortecedores e componentes de chassis para veículos comerciais e de passeio; além de eixos e transmissões para máquinas agrícolas e reversores marítimos.
Fonte : Secco Consultoria
http://www.milbus.com.br/revista_portal/revista_cont.asp?4555
BRASIL
ANTT
Novas regras para viagens rodoviárias
A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) resolveu atualizar a legislação que estabelece as regras para promoções das passagens de viagens internacionais e interestaduais de ônibus. A alteração é uma demanda das empresas de transporte rodoviário de passageiros, que estão perdendo mercado para companhias aéreas, transportadores ilegais e ônibus fretados. Segundo dados da agência, o índice de redução de clientes das empresas é de 20% a 25%. Em 2004, as 209 empresas operaram 2.878 linhas. Cerca de 136,4 milhões de passageiros foram transportados. O faturamento naquele ano somou aproximadamente R$ 2,5 bilhões.
O superintendente de Serviços de Transporte de Passageiros da ANTT, José Antônio Schmitt de Azevedo, estima que as alterações entrarão em vigor em 60 dias. A agência inicia hoje audiência pública para receber, por 15 dias, propostas que serão analisadas por uma comissão da ANTT. Apenas depois de análise da Procuradoria as novas regras podem ser publicadas. "O setor precisa se tornar mais oxigenado, pois a legislação é de 1998. Temos toda a urgência porque hoje as empresas não têm flexibilidade para fazer promoções."
Segundo as regras atuais, as empresas de transporte rodoviário de passageiros precisam avisar a agência 15 dias antes de anunciar à sociedade suas promoções, as quais devem ter um prazo de validade pré-definido.
Além disso, não podem realizar promoções para apenas parte dos assentos dos ônibus. Diferentemente das aéreas, as promoções das empresas de ônibus têm de incluir todos os lugares do veículo. (Fernando Exman)
Fonte: Jornal Gazeta Mercantil
BRASIL
Aniversário
Michelin comemora 25 anos de Brasil
A Michelin completa este mês 25 anos de presença industrial no Brasil. Implantada comercialmente no país desde 1927, a fabricante francesa de pneus passou a produzir no país a partir de 1981, com a inauguração da planta de Campo Grande (foto), no Rio de Janeiro.
Histórico - Inicialmente, com a instalação da fábrica de Campo Grande, a Michelin produzia somente pneus de carga radiais. Paralelamente, construiu uma outra unidade no Rio, no então município de Resende - hoje Itatiaia - para fabricar os reforços metálicos utilizados na produção industrial.
No início dos anos 80, implantou uma unidade agrícola de cultivo de seringueiras no Mato Grosso. Em 1984, adquiriu uma outra unidade de produção de borracha natural na Bahia. Em 1999, começou a produzir pneus para automóveis de passeio e caminhonetes na unidade industrial de Itatiaia - que também exporta pneus de alta performance para todo o mundo.
Futuro - Atualmente, a Michelin produz no Brasil mais de 1,5 milhão de pneus de carga ao ano (Campo Grande) e aproximadamente 1,5 milhão de pneus de passeio (Itataia). Além de liderar o mercado nacional de pneus radiais de carga, figura entre as três principais fabricantes de pneus de carga do país. No setor de pneus de passeio, a participação de mercado da marca chega a 10%.
Para o futuro, a grande novidade da Michelin no país fica por conta da instalação de uma nova linha de produção na fábrica de Campo Grande. A partir do próximo ano, a nova unidade passará a produzir pneus de terraplenagem e de veículos de grande porte que trabalham em canteiros e obras públicas.
Fonte: Canal do Transporte
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16/07/2006 21:00
Curitiba
Scania fornece 46 ônibus para transporte coletivo
A Scania acaba de fechar o seu maior contrato de ônibus em Curitiba (PR), cidade que realiza a primeira grande renovação de frota após um período de cinco anos. A montadora vai fornecer, até setembro, nada menos que 46 modelos urbanos para cinco empresas de transporte coletivo da capital paranaense.
O valor total da venda às empresas Campo Largo, Redentor, Santo Antonio e Tamandaré supera os R$ 9 milhões. Dos 46 ônibus - todos equipados com suspensão pneumática integral, caixa de mudanças automática e freio auxiliar hidráulico -, 42 são do modelo K 230 com tração 4x2, destinadas à alimentação das linhas trocais. O restante, três modelos K 310 articulados de 18,15 metros de comprimento, e um K 270 (15 metros e terceiro eixo direcional), circularão em corredores exclusivos (foto).
Fonte: Canal do Transporte
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11/07/2006 16:08
A Banalização Do Mal
Em meio à cobertura jornalística dos acontecimentos da segunda-feira, dia 24 de fevereiro, que transformaram o Rio de Janeiro em verdadeira praça de guerra, o gráfico de um jornal carioca indicava, sobre o mapa da região metropolitana, os locais em que os episódios haviam ocorrido. Cerca de 60 incidentes foram representados na ilustração, sendo que mais da metade correspondia a ônibus incendiados ou depredados.
A violência continuou madrugada adentro e foi impossível dar números finais aos lamentáveis eventos do dia. Na quinta-feira já se contavam 34 ônibus incendiados e 19 depredados, mas a terrível rotina com que esses fatos vêm ocorrendo nos últimos anos nos leva a perguntar se a violência contra o transporte coletivo terá fim algum dia. O total dos últimos quatro anos já chega a 230 veículos incendiados e a mais de 700 depredados. É como se toda a frota de uma empresa tivesse sido sumariamente eliminada.
Os atos de vandalismo contra os ônibus, que surpreendentemente estão se tornando triviais e vulgares, não somente colocam em risco a vida de milhares de inocentes, como também ameaçam parar as atividades deste setor essencial para a população. A situação é tão grave que pode tornar inviável a presença dos ônibus nas ruas, não só pelo sério risco de serem destruídos, mas também porque os rodoviários recusam-se a atuar nas atuais condições de insegurança e terror.
Passageiros e profissionais são obrigados a sair dos veículos às pressas, debaixo da ameaça de uma arma ou sob pena de terem seus corpos queimados, e cada vez mais essas ameaças chegam às vias de fato. É desumano obrigar uma pessoa, que está trabalhando pelo sustento de sua família, a expor a própria vida.
As empresas de ônibus estão fazendo um esforço supremo para manter suas frotas a serviço da população, mas a reposição dos ônibus perdidos é cada vez mais difícil, pois esses veículos não possuem seguro, já que é impossível encontrar empresas seguradoras que aceitem os riscos inerentes à atividade de transporte de passageiros numa situação como a que estamos enfrentando.
Não se pode minimizar o que vem ocorrendo nestes últimos anos com o transporte coletivo do Rio de Janeiro. Não nos enganemos: a maldade que hoje se pratica contra os ônibus tem a intenção de intimidar e coagir não apenas os profissionais que atuam neste setor, mas toda a população. Por que os ônibus são o principal alvo desta fúria? A quem interessa a paralisação do principal meio de transporte de cariocas e fluminenses? O resultado é conhecido: muitos bairros poderão deixar de ser atendidos, ficando entregues ao transporte ilegal. E os direitos básicos de defesa do consumidor, além da gratuidade para deficientes físicos, crianças e idosos, entre outras importantes conquistas da cidadania, serão simplesmente perdidos.
O que está acontecendo no Rio de Janeiro deve servir de alerta a toda a população brasileira. O prejuízo não é apenas financeiro. E não é somente das empresas de transporte de passageiros. Perde-se muito mais do que algumas centenas de veículos: todo o sistema de transporte legal está sendo mortalmente ferido, o que pode representar em pouco tempo gravíssimos prejuízos para a economia e até mesmo para o estado de direito. Perde o estado brasileiro, que deixa de receber tributos e tem sua credibilidade questionada. Perde a população, que em sua maioria depende deste meio de transporte para suas necessidades vitais. Perde-se o espírito democrático nas ruas da cidade, pois o cidadão já não tem mais a liberdade de ir-e-vir, direito básico de todo ser humano.
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11/07/2006 16:04
Cariocas poderão discutir Plano Diretor de Transportes
A versão preliminar do Plano Diretor de Transportes do Rio de Janeiro, aprovada no dia 3 de maio pela Prefeitura, será apresentada na segunda-feira à população, em audiência pública. Os moradores do Rio terão a chance de conhecer as proposta e fazer sugestões ao projeto, que foi elaborado pela secretaria municipal de Transportes, em parceria com o Instituto Pereira Passos. O documento, que faz uma análise do transporte urbano na cidade e traz soluções para melhorar o serviço, norteará as futuras ações na área de transportes do município.
De acordo com a Prefeitura, as propostas do Plano Diretor de Transportes apontam para a racionalização e integração do sistema de transportes do Rio de Janeiro. No texto de apresentação do projeto, os técnicos afirmam que foi realizado um estudo abrangente do setor, incluindo questões como a priorização do transporte público, a atenção ao transporte não-motorizado e a sustentabilidade das propostas dos pontos de vista ambiental, econômico e financeiro.
"O Plano Diretor de Transportes permite que a secretaria faça avaliações sobre futuros projetos na rede de transportes do Rio de Janeiro e também ajuda a medir o impacto destas ações na sociedade. O documento traça as diretrizes básicas do setor na cidade", explicou o coordenador do plano e representante da subsecretaria de Transportes, Antônio de Andrade.
Andrade informou que o projeto propõe medidas como a expansão da linha um do metrô até a Praça General Osório e a construção de dez corredores de transportes coletivos, com 366 quilômetros de extensão e faixas exclusivas para os ônibus. O plano prevê também a criação de terminais de integração e conexão de transportes.
Entre as ações contidas no documento estão ainda a ampliação da Linha Amarela, com a construção de duas pistas laterais entre a Avenida Brasil e o Méier, além da criação de uma nova ligação da Avenida Presidente Vargas com a Linha Vermelha. A audiência será realizada no auditório do Clube de Engenharia, no Centro, às 18h. Segundo a prefeitura, a reunião foi convocada com o objetivo de submeter à apreciação da sociedade as propostas contidas no Plano Diretor de Transporte, que irão auxiliar o poder público a enfrentar os problemas relativos ao transportes na cidade nos próximos anos.
fonte:
Jornal do Commercio - Rio de Janeiro RJ
http://www.rioonibus.com/noticias/noticias.asp?id=25305
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09/07/2006 22:21
BRASIL
Brasil Sul cresce 51% em tempo recorde
Empresa aposta na modernidade para chegar a 430 mil passageiros por ano
Com apenas 2 anos e quatro meses de existência, a empresa de transportes rodoviários Brasil Sul, com sede administrativa em Londrina/PR, apresentou crescimento de 51% em número de passageiros, atingindo a média de 25.700 pessoas transportadas por mês. A empresa que tem atuação nos Estados do Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná e São Paulo surgiu de uma cisão na tradicional Expresso Nordeste, ocorrida em janeiro de 2004.
A divisão realizada na Expresso Nordeste, que em junho completa 43 anos, oportunizou a criação de uma nova empresa para operar as linhas interestaduais. Na época, a Expresso Nordeste possuía uma frota de 31 ônibus que transportavam aproximadamente 17 mil passageiros por mês, nas linhas interestaduais. Com a entrada da Brasil Sul, logo de início a frota foi aumentada para 47 novos ônibus, que passaram a oferecer o que existe de mais moderno em transporte rodoviário no país.
De acordo com a gerente de marketing da empresa, Caroline Boiko, a previsão para este ano é que a empresa invista R$ 5,6 milhões em 14 novos equipamentos, que estarão auxiliando o desenvolvimento de mercado da Brasil Sul. Estes investimentos advêm de recursos próprios.
A Brasil Sul hoje é considerada a empresa que possui a frota mais moderna no pais, onde a média de substituição de veículos fica em torno de 20% anuais. Junto com o conforto, alguns ônibus ganharam televisão com tela de cristal líquido e DVD. O produto Leito Sleep possui apenas 18 poltronas, comparado com os tradicionais ônibus leitos que operam com 32 poltronas.
Marketing
A última novidade lançada pela Brasil Sul é o Programa Fidelidade, que já está em pleno funcionamento há 30 dias. A empresa se baseou no sucesso que acontece com algumas companhias aéreas para criar o seu próprio meio de premiar seus clientes. O Programa funciona de maneira prática pelo sistema de pontuação, em que cada passagem de ônibus categoria convencional valerá um ponto e bilhete do ônibus leito valerá dois pontos. A cada 15 pontos acumulados o passageiro ganhará uma viagem em ônibus convencional e quem acumular 30 pontos terá direito a uma passagem na categoria leito. Para participar, o usuário deverá se cadastrar através do site da empresa (www.brasilsul.com.br), onde também acompanha a pontuação, ou nos guichês das rodoviárias onde a Brasil Sul atue.
Com modernidade também na filosofia administrativa a empresa faz, a cada seis meses, investimento no treinamento dos funcionários, o que mostra a preocupação em crescer com qualidade. Segundo Caroline não adianta ser grande, apenas. Para ter sucesso é necessário cuidado em cada detalhe para que, além de crescer, a empresa possa se consolidar, explica ela.
Todas essas ações somadas aos diferenciais dos ônibus, como os da categoria leito que possuem apenas 18 poltronas enquanto no mercado a média são 32, ar condicionado e apoio para as pernas nas categorias mais simples, além das facilidades de pagamento, o sistema de venda de passagens por telefone e a parceria de novas agências, fazem com a empresa avance em seu plano de desenvolvimento. Neste ano, a expectativa é crescer mais 28% e ultrapassar o número de 310 mil pessoas transportadas no ano passado.
Serviço:
Principais cidades atendidas:
Londrina, Maringá, Cascavel, Ponta Grossa e Curitiba, no Paraná; Joinville, Balneário Camboriú, Lages e Florianópolis, em Santa Catarina; Caxias do Sul e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul e São Paulo capital.
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07/07/2006 19:40
Passagem de ônibus interestadual e internacional sobe 9,29% no domingo
Folha Online - 7/7/2006
As passagens dos ônibus interestaduais e internacionais ficarão 9,29% mais caras a partir da 0h deste domingo. O reajuste foi aprovado pela ANTT (Agência Nacional de Transportes Terrestres) e publicado hoje no "Diário Oficial da União".
Esse índice considera um aumento de 4,65% referente à variação de preços nos últimos 12 meses e uma alta de mais 4,43% em razão da revisão da planilha tarifária.
Segundo a agência, a revisão da planilha leva em conta custos com desgaste de frota, manutenção, modernização, entre outros, e passará a ser feita a cada quatro anos. Portanto, a próxima revisão ocorrerá somente em 2010.
O reajuste das passagens de ônibus interestaduais e internacionais ficou bem acima do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que serve de referência para as metas de inflação do governo. O indicador acumulou em 12 meses, até junho, inflação de 4,03%, segundo dados divulgados hoje pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
Em relação a 2005, entretanto, o reajuste deste ano foi bem menor. No ano passado, a agência autorizou aumento de até 14,84% nas passagens.
A ANTT informou que o reajuste autorizado não valerá para as passagens das linhas semi-urbanas --interestaduais e internacionais com extensão igual ou inferior a 75 km e com características de transporte rodoviário urbano. É o caso, por exemplo, das linhas da região do entorno do Distrito Federal e de algumas outras áreas do país, em divisa de Estados, e também em região de fronteira com outros países. Neste caso, o reajuste deve ocorrer só em agosto.
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05/07/2006 09:59
PROCESSO CIVIL - AGRAVO DE INSTRUMENTO - NEGATIVA DE PROVIMENTO - AGRAVO REGIMENTAL - INDENIZAÇÃO POR DANOS MORAIS - ASSALTO À MÃO ARMADA NO INTERIOR DE ÔNIBUS COLETIVO - CASO FORTUITO - EXCLUDENTE DE RESPONSABILIDADE DA EMPRESA TRANSPORTADORA - SÚMULA 83/STJ - DESPROVIMENTO. 1 - Este Tribunal já proclamou o entendimento de que, fato inteiramente estranho ao transporte (assalto à mão armada no interior de ônibus coletivo), constitui caso fortuito, excludente de responsabilidade da empresa transportadora. Precedentes (REsp nºs 402.227/RJ, 435.865/RJ e 264.589/RJ ). 2 - Aplicável, portanto, à hipótese, o enunciado sumular de nº 83/STJ. 3 - Agravo Regimental conhecido, porém, desprovido. (STJ - AGA 516847 - PROC 200300703520-RJ - 4ª T. - Rel. Min. Jorge Scartezzini - DJU 08.11.2004, p. 237)
FONTE:http://www.abrati.org.br/index.php?a=mostra_ultimas_not.php&ID_MATERIA=6819
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04/07/2006 21:32
BRASIL
Mercado
Companhia brasileira importará chassis chineses
Detalhes do contrato não foram revelados
A companhia brasileira Marcopolo importará chassis de ônibus da China para montar aqui. Segundo o vice-governador da província chinesa de Anchui, Zhang Jin, o contrato com a empresa que produzirá o material, a JAC, foi o principal resultado até agora da missão empresarial de Anchui no Brasil, que já esteve no Sul do País e em São Paulo e nesta quinta-feira, participou de encontro empresarial na Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan). Detalhes do contrato não foram revelados.
Os chineses da missão estão interessados em setores como bioquímica, biocombustíveis, agronegócios e petroquímica. Antes de virem ao Brasil, estiveram na Argentina e conseguiram do governo dois mil hectares de terra para investir no plantio de soja.
No Rio, o secretário de Desenvolvimento Econômico estadual, Maurício Chacur, expôs os incentivos possíveis, inclusive doação de terreno para receber indústrias chinesas. Os chineses, que tem indústria de plástico, fizeram muitas perguntas sobre a Rio Polímeros, planta petroquímica da Petrobras e do grupo Ultra.
(Adriana Chiarini)
Fonte: Agência Estado
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04/07/2006 21:28
BRASIL
Lançamento
VOLARE apresenta miniônibus W9 no Rio de Janeiro
Modelo tem decoração especial em comemoração ao Pan 2007
A Volare, principal fabricante nacional de miniônibus, fez, dia 3 de julho, a apresentação do W9 para os clientes do segmento de turismo do Rio de Janeiro. Serão expostos dois veículos na versão Executivo/Vip, que receberam uma adesivagem especial em comemoração ao Jogos Pan-americanos Rio 2007. O evento aconteceu às 20h, no Montana Grill.
Desenvolvida para o transporte de passageiros em pequenas distâncias, com aplicações para turismo e fretamento, o W9 é o maior modelo da família Volare. Com 2,25 metros de largura interna, o veículo proporciona elevado nível de conforto para os passageiros e amplo espaço para circulação no corredor central. A versão Executivo/Vip pode transportar até 32 pessoas e oferece conforto e comodidade no transporte dos passageiros. Além desta versão, o modelo é produzido também nas versões Urbano/Lotação/Escolarbus.
O miniônibus é equipado com motor eletrônico MWM 4.12 Euro III, com potência de 150 cv a 2.200 rpm e torque de 550 Nm (que atende as exigências da CONAMA Fase V para emissão de poluentes e preservação ambiental). O Volare W9 tem 8.235 mm de comprimento (Executivo/Vip) e 8.085 mm (Urbano/Lotação/Escolarbus), 2.330 mm de largura externa e 1.905 mm de altura interna.
O design do W9 segue o visual adotado em todos os modelos da família Volare, completamente diferente dos demais miniônibus fabricados no País. Arrojado, agressivo e com linhas marcantes e limpas, o veículo tem como destaque a grade frontal e o conjunto ótico, na dianteira, e o vigia, o pára-choque e as lanternas, na traseira.
Internamente, possui elevado padrão de conforto, com a alavanca de câmbio integrada ao painel de instrumentos de fácil manuseio e que proporciona redução dos níveis de NVH (ruído, vibração e desconforto). A alavanca de freio de estacionamento, com acionamento progressivo e posicionada no lado esquerdo, é outro detalhe de comodidade para o condutor. O painel central garante fácil operação e leitura dos instrumentos e, para ampliar o conforto e a segurança do motorista, conta com quatro saídas de ar no painel de instrumentos.
Fotos: Sergio Dal Alba /Photo Traço
Fonte : Secco Consultoria

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04/07/2006 10:40
Brasil Sul
Empresa investe R$ 5,6 milhões no aumento da frota e lança novo serviço
A Brasil Sul linhas rodoviárias, com foco em seu plano de expansão, anuncia duas novidades que beneficiarão diretamente os clientes da empresa e prometem alavancar ainda mais a expansão da mesma, que já apresentou crescimento de 51%, em apenas dois anos de existência.
Uma das novidades é o investimento de R$ 5,6 milhões que será feito com recursos próprios, na aquisição de 14 novos veículos. O aumento da frota visa atender o crescimento da demanda de clientes. Ano passado foram 310 mil passageiros transportados e a expectativa é fechar 2006 com um aumento de mais 28%.
O objetivo é também manter o índice de renovação de frota que é de 100%, enquanto a média no mercado é 20%. Por esta razão, os veículos apresentam diferenciais, como apoio para as pernas e ar-condicionado. A categoria mais simples que tem preço de convencional, mas padrão de classe executiva, possui geladeira, apenas 42 poltronas, enquanto a média são 46, TV, aparelho de DVD, e os clientes são agraciados com água mineral e café. Na categoria Leito Sleep há apenas 18 lugares, o que permite a reclinação da poltrona em até 180° transformando-se em verdadeiras camas e alguns veículos ainda contam com TV de tela de cristal líquido.
Além de atuar na área de transporte de passageiros, a Brasil Sul aposta em outro filão de mercado: o transporte de mercadorias. A partir deste mês, chega ao mercado o Brasil Sul Express. Um serviço que consiste em transportar pequenas encomendas nos ônibus, de forma rápida, segura e econômica.
O novo serviço estará disponível primeiramente em São Paulo capital e Maringá (PR) em fase de aperfeiçoamento. Após o dia 30 de junho, ele chega a mais 11 cidades, que também passarão a contar com mais esse serviço da empresa sediada em Londrina (PR). Ao total serão 13 municípios atendidos, sendo Balneário Camboriú, Florianópolis e Joinville, em Santa Cataria; Campo Mourão, Curitiba, Cascavél, Londrina, Ponta Grossa e Toledo, no Paraná; Caxias do Sul e Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.
Pelo sistema, objetos sem valor comercial ou com valor declarado de até R$ 500, com peso máximo de até cinco quilos por volume, podem ser transportados de rodoviária a rodoviária, onde o material fica disponível para o cliente retirar.
Segundo a gerente de marketing, Caroline Boiko, a criação desta novidade surgiu da necessidade que as pessoas tinham em transportar objetos de pequeno porte. Para objetos grandes, temos o serviço de encomendas que garante a entrega no local indicado pelo cliente, por meio de agências. Mas para os objetos pequenos, ele era inviável, então criamos o Express, explica ela acrescentando que o novo produto deve agregar cerca de 10% ao faturamento total da empresa até o fim deste ano, a exemplo do serviço de encomendas que já representa cerca de 20%.
Mais novidades
O ano de 2006, para a Brasil Sul, está sendo marcado por ações inovadoras. Além do serviço Express e da aquisição dos novos ônibus, a empresa criou o Programa Fidelidade, que premia os clientes freqüentes com passagens gratuitas, fez uma plotagem especial na frota em homenagem à seleção brasileira e segundo a gerente de marketing, Caroline Boiko, outras novidades ainda virão.
Histórico
Apesar de estar no mercado há apenas 2 anos, a empresa tem know how no segmento de transportes rodoviários, pois surgiu da dissolução parcial havida na Expresso Nordeste. Aliando inovação à experiência, o resultado tem sido a rápida expansão e o alto nível de eficiência nas 40 cidades atendidas, incluindo os estados de São Paulo, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Fonte: MAPA Comunicação Integrada
http://www.milbus.com.br/revista/revista_cont.asp?4520
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04/07/2006 10:34
RESPONSABILIDADE SOCIAL
Voluntariado do Transporte
Para divulgar e incentivar a participação dos trabalhadores do setor de transporte em programas de voluntariado que contribuam para a inclusão na sociedade, foi criado o Programa Voluntários do Transporte. Esta iniciativa, por meio das Unidades SEST/SENAT distribuídas por todo o País, oferece aos profissionais do setor opções de trabalho voluntário.
As empresas também podem participar do programa realizando ações para incentivar e apoiar o envolvimento dos funcionários em atividades voluntárias em prol de uma causa, de uma instituição ou de grupos de beneficiários específicos.
Seja também um voluntário do transporte! Procure a Unidade SEST/SENAT mais próxima e/ou cadastre-se no Banco de Talentos
Contate a Unidade mais próxima de você, para saber a data de apresentação das palestras ou ligue para 0800 728 2891.
http://www.cnt.org.br/.
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04/07/2006 10:30
Brasília, 4/7/2006
CNT e Sebrae lançam amanhã Programa Gestão Empresarial do Transporte
O Instituto de Desenvolvimento do Transporte (IDT), órgão vinculado à Confederação Nacional do Transporte (CNT), em parceria com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), lança o Programa Gestão Empresarial do Transporte amanhã, 5 de julho, às 11h, em solenidade no auditório térreo da sede da CNT, em Brasília.
O IDT tem como objetivo apoiar profissionais, executivos e empresários do setor de transporte na modernização gerencial e no desenvolvimento tecnológico de suas empresas.
O Programa tem o propósito de desenvolver a capacidade empreendedora e a visão estratégica de profissionais e empresários de micro e pequenas empresas do transporte rodoviário, para aprimorar a competitividade dessas empresas dentro de um mundo globalizado.
O Programa está estruturado em 14 cursos, sete são voltados ao transporte de cargas (Empreendedorismo, Conquista e fidelização de clientes, Gestão da qualidade, Gestão de pessoas, Logística, Gestão administrativa e financeira e Relações trabalhistas) e sete para o transporte de passageiros (Empreendedorismo, Conquista e fidelização de clientes, Gestão da qualidade, Gestão de pessoas, Planejamento operacional, Gestão administrativa e financeira e Relações trabalhistas).
Os cursos, com carga horária de 8h ou 16h, utilizarão metodologia própria, com aulas expositivas, apresentação de vídeos, realização de trabalhos e dinâmicas.
Até fevereiro de 2007 o IDT tem como meta capacitar oito mil alunos em todo o Brasil, entre caminhoneiros autônomos, técnicos, e empresários de micro e pequenas empresas de transporte rodoviário.
Os alunos podem ser inscrever em um ou mais cursos voltados ao transporte de cargas ou de passageiros. Ao se inscrever em um curso, o aluno receberá o Kit do Aluno específico, composto de caderno com o conteúdo das aulas e DVD com vídeo-aulas.
A certificação dos cursos ocorrerá nas seguintes modalidades: Certificado de Participação do Curso dado ao aluno que participar de um determinado curso e Certificado de Adesão ao Programa, concedido ao aluno que participar de todos os cursos ou à empresa que participar, com pelo menos um aluno, em todos os cursos do Programa.
As inscrições para os cursos do Programa podem ser feitas nas Unidades do SEST/SENAT.
Mais informações - Central de Relacionamento - 0800 7282891
Fonte: Assessoria de Imprensa da CNT
http://www.cnt.org.br/
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04/07/2006 10:12
Sistema de transporte público de SP renova frota com mais de 100 ônibus
3/7/2006 - Este mês, 105 ônibus fabricados em 1991, 1992 e 1993 deixaram de cicular na cidade de São Paulo. De acordo com a prefeitura, estes veículos, pelas regras contratuais, não deveriam ter sido admitidos no sistema de transporte público da capital quando os contratos de concessão foram assinados em junho de 2003.
Com a retirada desses veículos, o secretário municipal de Transportes, Frederico Bussinger, anunciou a entrada em circulação de 138 ônibus novos na frota das oito regiões da capital. "O compromisso é que até o final de 2008 não existam mais veículos com mais de dez anos rodando em São Paulo", disse. A próxima etapa do cronograma de renovação da frota expira em 31 de dezembro, quando serão substituídos 584 ônibus. Esse total corresponde a 100% dos veículos fabricados em 1994 que rodam na cidade e a um terço dos veículos fabricados em 1995.
De acordo com a Secretaria Municipal dos Transportes, antes do Termo de Compromisso ser colocado em prática, os veículos com mais de dez anos representavam 1.640 unidades, ou seja, 20,89% da frota em operação. Até 31 de dezembro de 2008 todos os ônibus com dez anos ou mais estarão renovados. Esse planejamento deverá, portanto, atingir um total de 3.318 veículos.
enviada por Busologos em Ação
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